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NASA revela prova de que um dia houve civilização em Marte

Posted in Arqueologia, Disclosure, Guerra de Informação, Jornalismo with tags , , , , , , , on 16 de janeiro de 2013 by hiperdimensao

No dia 7 de dezembro de 2012, a NASA liberou ao público uma foto que é considerada evidência suficiente – por que não dizer prova? –  de que Marte já sustentou uma civilização tão ou mais avançada do que a nossa.

Enquanto o óbvio permanece escondido às claras, o gado humano ainda espera uma declaração oficial de órgãos governamentais, ignorando a própria inteligência e conclusão óbvia quanto se analisa dados tão claros e significativos como o que vou lhes mostrar.

Isso mostra uma oposição de poderes e uma luta interna dentro da NASA. Enquanto as autoridades ligadas ao “estabilishment” não permitem declarações do tipo Revelação (Disclosure), funcionários vazam dados incríveis na esperança de que alguém monte o quebra-cabeça.

Este é o link para a imagem oficial no site da NASA.

Este é o link para a imagem em resolução máxima liberada para o público.

Curioso ainda é o fato de que as cores da imagens foram alteradas para que as fotos tivessem uma iluminação parecida com a da Terra. Na verdade, essa iluminação é a REAL de Marte, segundo Richard Hoagland. Ele esteve presente durante o pouso da sonda Viking e quando as primeiras imagens surgiram nas telas da NASA ele relata que Sagan comentou “É igual ao Arizona!” por causa do solo desertificado e do céu azul. Alguns telefonemas e horas depois, técnicos da NASA passaram de monitor em monitor corrigindo as cores para o vermelho. Portanto as imagens vermelhas que vemos em Marte não são as cores originais. E curiosamente, a foto mostrada acima e que irei mostrar detalhes interessantes estão provavelmente em sua cor original.

Carl Sagan disse em seu livro “Cosmos”: “Intelligent life on Earth first reveals itself through the geometrical regularity of its constructions.” ou seja, “A vida inteligente na Terra se revela primeiramente pela regularidade geométrica de suas contruções.”

Isso nos diz que só o homem é capaz de construir linhas paralelas ou perpendiculares, ângulos retos, quadrados etc. A natureza não é capaz de criar estruturas assim. A natureza é em regra, fractal. Assim, encontrar estruturas como as que Sagan relatou é uma grande pista deixada por qualquer tipo de civilização inteligente.

Por isso essa foto é prova de que um dia em Marte, houve uma grande civilização.

Imagem de Marte

A foto original tirada pela sonda Curiosity em Marte mostra regularidades geométricas inconfundíveis.

Note alguns detalhes agora. Para aumentar a imagem, clique sobre a mesma.

Image

Em “1” temos uma espécie de placa perfurada, saindo do solo de maneira quase perpendicular. Veja a regularidade na espessura do objeto.

angulos iguais

Exemplo de 2 ângulos iguais.

Em “2” temos um objeto curioso, que pode ser comparado com uma escada em espiral, em que os degraus se projetam de uma coluna comum. Note que os 3 “degraus” são separados por 2 ângulos iguais!

Em “3” pode-se perceber na sombra uma ponta que se projeta para fora da estrutura, podendo ser comparado com um vergalhão interno exposto devido às condições adversas do molde externo.

Apesar da obliquidade da foto, as linhas em vermelho mostram uma série incrível de ângulos retos e linhas paralelas nas estruturas em questão. Perceba que a estrutura pode ser comparada a uma coleção de lajotas retangulares que se projetam a partir do solo.

angulos retos em pespectiva

Exemplo de ângulos retos vistos em perspectiva.

Em “4” perceba como as falhas estruturais acontecem todas na mesma direção, evidenciando uma geometria regular intrínseca à construção dos objetos.

Bom, e agora? O que isso muda na minha vida, você pode pensar. Reunindo essas evidências marcianas e as evidências terrenas (centenas de pirâmides pelo mundo afora), podemos chegar a conclusão de que já ouve outrora uma civilização muito mais avançada que a nossa, tanto na Terra quanto em Marte. Eles, os marcianos, podem muito bem ser os nossos antepassados. Isso significa que a tecnologia envolvida na construção dessas estruturas está além da nossa tecnologia baseada no petróleo. Esse tipo de tecnologia já está disponível hoje, mas nos é simplesmente negada pelos psicopatas sionistas que regem o mundo. Precisamos acordar. Precisamos sair da escravidão mental dessa nossa sociedade decadente. Essa tecnologia pode salvar nosso mundo e nossas vidas decadentes.

Evidências de vida inteligente em Marte – parte 2

Posted in Arqueologia, Astronomia, Ciência, Disclosure, Guerra de Informação, Política with tags , , , , , , , on 26 de outubro de 2011 by hiperdimensao

Esta é uma continuação do artigo postado no dia 10 de outubro de 2011. As imagens foram tiradas do Google Mars pelo pesquisador Joseph P. Skipper e as evidências foram trazidas à atenção por Mark Wells. As coordenadas aparecem nas figuras, incentivando e facilitando a verificação por conta própria dos interessados em se aprofundar no assunto.

Nas imagens a seguir veremos uma evidência que sugere civilização ativa em Marte por causa de algo muito semelhante a um sistema de transporte na superfície marciana. O lugar onde essa evidência se encontra está bem próximo da famosa e controversa Cratera Hale.

A imagem acima mostra todo o contexto onde um possível sistema de transporte pode ser notado. Tenha em mente que ambas cores – o marrom do lado esquerdo da figura e o dourado do lado direito – são provavelmente artefatos incluídos nos dados originais, cores artificiais colocadas como layers com o objetivo de ofuscar detalhes do terreno. O que sobra são as formas gerais da geografia. Mesmo assim, a evidência da anomalia ainda é gritante.

Veja na imagem a linha reta apontada pelas setas duplas. A linha surge no canto superior esquerdo e desce para a direita desaparecendo sob a camada ofuscante dourada.

Linhas tão retas e perfeitas não existem na natureza, o que corrobora a artificialidade da estrutura apontada. Ainda, note que a seta logo à direita das setas bifurcadas apontam para um objeto branco sobre o “trilho”. Esse objeto produz uma sombra à direita da imagem, sobre o terreno, da mesma forma que outras elevações no terreno produzem o mesmo padrão de sombra. Veja abaixo maior detalhe:

Note que o objeto parece ter uma terminação mais pontuda à esquerda e derrama sua sombra à direita. Mas essa é uma imagem com a resolução muito comprometida e a escuridão à direita do objeto pode muito bem ser uma ilusão criada pelo tratamento ofuscante e borrante aplicado à imagem, assim como a característica segmentada do trilho.

Isso porque a maior parte do terreno à direita do trilho tem um padrão de borramento mais suave que o padrão de borramento à esquerda. Ambos padrões escondem o verdadeiro padrão do terreno e também o que mais possa haver lá. Assim, qualquer tipo de sombra jogada à esquerda do objeto pode em parte estar coberta e escondida pelo filtro de textura mais granuladamente borrada à esquerda do trilho. Além, o borramento de ambos os campos parecem se cruzar em perpendicular a intervalos regulares através do campo, criando a ilusão de um trilho segmentado, o que pode não o ser de fato.

Na opinião do pesquisador, há realmente algum tipo de transporte aqui, mas ele deve ser bem mais largo do podemos ver. Ele suspeita de que muito desse sistema de transporte foi escondido pelo borramento, tanto à direita, como à esquerda do “trilho”, sobrando somente o que vemos. Talvez o que vemos seja a parte mais central desse sistema, sendo que todo ele deve ser mais largo, possibilitando que vários objetos transitem ao mesmo tempo em duplo sentido.

Toda essa especulação não é sem sentido. A questão não respondida é por que que a adulteração da imagem não foi bem sucedida em cobrir os “trilhos”? O pesquisador suspeita que isso aconteceu por causa da inteligência artificial responsável pela adulteração dos dados originais e sua capacidade limitada em fazer o trabalho de acordo com a percepção humana. É possível que a inteligência artificial usou a linha reta como referência para colocar 2/dois diferentes campos de borramento, 1/um em cada lado do “trilho”, mas não foi bem sucedida em emendá-los a fim de cobri-lo completamente. O mesmo tipo de falha já foi visto pelo pesquisador várias vezes durante os últimos anos.

Ainda, esse “trilho” talvez seja parte de um sistema elevado, pois ele não parece ser afetado pelas variações do relevo. Assim, talvez o que vemos sejam os suportes de elevação, já que nas imagens originais de alta resolução a inteligência artificial cobriu os verdadeiros trilhos. Qualquer sombra criada pela elevação do sistema foi coberto pelo tratamento de adulteração da imagem, que segue lado a lado ao longo de todo o trilho.

O processo de esconder o trilho foi muito difícil. Mas ainda assim vemos o trabalho preciso da inteligência artificial que faz o serviço através de níveis militares de resolução de imagem – ainda não admitidos. Mas ainda assim incapaz de unir 2/dois diferentes campos de adulteração que cruzam a evidência. O resultado é uma quantidade limitada de evidência anômala que sobra para nós.

Evidências de vida inteligente em Marte – parte 1

Posted in Arqueologia, Ciência, Disclosure, Guerra de Informação, Política with tags , , , , , , , , , on 10 de outubro de 2011 by hiperdimensao

A disponibilização de cada vez mais dados através de programas espaciais tem aberto brechas por onde pessoas curiosas podem notar anomalias verdadeiramente interessantes.

Mostrarei 2/duas dessas novas anomalias, recentemente frisadas pelo pesquisador independente Joseph P. Skipper, autor do site http://www.marsanomalyresearch.com/. Uma irá mostrar evidências de uma possível antiga civilização marciana. Outra irá sugerir a presença de uma ativa civilização contemporânea. O artigo será dividido em 2/duas partes. Vamos então aos fatos.

http://www.uahirise.org/PSP_008427_1380

Esta primeira imagem mostra a Bacia Hellas em Marte, também conhecida como Planície Hellas. É uma grande depressão, uma das maiores crateras já identificadas em nosso sistema solar. O lugar fica abaixo do equador marciano, aproximadamente nas coordenadas 42.7º S e 70.0º E. Pensa-se que esta bacia foi formada pelo impacto de um asteróide.

A bacia é circular e mede uns 2.300 km de diâmetro, com mais de 7/sete mil metros profundidade em relação ao terreno que o circunda. O que chama a atenção aqui são as formas geométricas encontradas quando olhamas mais de perto.

As imagens acima oferecem uma vista mais aproximada de uma cratera menor dentro da própria bacia. Note como esta parte é curiosamente composta por formas geométricas. Note também como outras faixas de terreno apresentam o mesmo padrão.

São formas similares a grandes degraus, esculpidos na parede da depressão que apresentam ângulos de 90º na composição de suas superfícies retangulares planas. Você inclusive pode ver alguns degraus neste video, no minuto 33, onde a altura da câmera em relação ao solo é menor que 1/um km.

É interessante também notar que no site oficial onde os dados são apresentados, eles colocaram um filtro azul sobre as imagens. Talvez estejam tentando fazer você acreditar em alguma relação com gelo. Isso é uma falsa premissa. Em vez de continuar propagando este tipo de psicologia, o investigador Skipper mudou o filtro para uma cor mais parecida com a de terra. Lembre-se de que os dados originais são apresentados em escalas de cinza e nenhuma dessas cores devem ser levadas em consideração na hora de analisar as fotos.

Note nessas imagens logo acima outros focos bem representativos. Veja os padrões claramente em “escada” ou “prateleira”, repetindo-se periodicamente em fileiras, dispostas lado-a-lado, formando vários terraços.

Agora preste atenção nas imagens abaixo e veja se encontra alguma semelhança.

http://www.edwardburtynsky.com/ (clique em ‘quarries’ ou ‘pedreiras’)

Serra Pelada, Amazônia, anos 80. Foto por Afonso D. C. Passos

Logo acima temos uma foto de uma pedreira em Portugal, seguida de outra pedreira na Amazônia. Ambos situados aqui na Terra. Alguma semelhança com as evidências de Marte? Acho difícil discordar, dado o padrão geométrico com angulações tão retas. O padrão natural é o fractal, não o reto, geométrico clássico. E apesar de muita poeira e dejetos estarem se acumulando progressivamente sobre o solo, ainda assim o padrão salta aos olhos.

Daí a suspeita de se tratar de um sítio de mineiração marciano, que esteve em operação a muitos e muitos milênios.

Os cientistas estão tendo tanto trabalho em colocar os dados dentro de um padrão lógico, identificando algumas formas de relevo como essas na Bacia Hellas justamente por não conceberem a idéia e efeito de civilizações em Marte ou em quaisquer outros planetas de nosso sistema solar. Eles até podem eventualmente conseguir assimilar a idéia de que lá exista água em forma de gelo. Mas nunca que alguém um dia iria querer garimpá-lo, imaginando também a possibilidade de que o impacto do asteróide gerou um profundo fosso onde água tenha se acumulado com o passar do tempo e lá congelado. Então, para eles, a erosão de alguma forma criou essas formações geométricas. Ha-ha-ha…

Vamos encarar o fato de que se não existe uma maneira segura de se explicar essas formações através de uma ação natural, então conceitos alternativos como atividade civilizatória também não é possível para eles. Aí então acontece que evidências como essas ficam simplesmente inexplicadas e qualquer um que sugerir outra explicação estará claramente fora do controle – um maluco cheio de teorias conspiratórias. Uma vez que estreiteza de visão descerebrada acadêmica seja finalmente arregaçada pela peso progressivamente acumulado de evidências contrárias e não escondidas, haverá então maior flexibilidade e acurácia em futuras análises científicas planetárias.

Em breve, a segunda parte do artigo.

Destaques do novo relatório Web Bot Project de setembro de 2011

Posted in Ciência, Futurologia, Jornalismo with tags , , , , , , , , , on 20 de setembro de 2011 by hiperdimensao

O pessoal do Half Past Human lançou um novo relatório em 19 de setembro de 2011.

Para quem ainda não sabe sobre o que se trata, é um projeto que usa tecnologia semelhante ao Google no reastreio de páginas na internet. O Web Bot Project rastreia páginas e blogs e faz análises na linguagem usada nos textos. Como a linguagem se modifica com o tempo, carga emocional usada, a escolha de sinônimos são exemplos de variáveis que entram na análise feita pelos especialistas Clif High e George Ure. Coisas interessantes já foram previstas, como por exemplo o derramamento de petróleo no Golfo do México.

O relatório é escrito na forma de um texto que interliga os diferentes aspectos das expressões arquetípicas resultantes da análise proposta. As expressões arquetípicas são colocadas entre colchetes [dessa forma, por exemplo] e seguem dentro de um texto que tenta colocar linearidade e lógica nas expressões – algo muito difícil, desajeitado e sujeito a erros, dado o subjetivismo da natureza arquetípica.

Seguem os destaques.

Mercado

> A coisa vai pegar fogo em outubro, quando visivelmente terá início a morte do dólar e as mudanças no sistema financeiro mundial.

Terra

> Escassez de alimentos, desastres, comida e água radioativa serão meme em breve.

EUA

> “… uma situação irá [emergir] no futuro próximo, [centros monetários] dispararão [falsos alarmes] e [crianças/enfermos] ficarão [presos] pela [polícia (leia-se mercenários contratados pelos banqueiros)], e graças ao poder do telefone celular [gritos de socorro] serão [lidos (textos?)] e a resposta será descrita como um [retorno (do poder para a comunidade)]. Os detalhes entram em uma [situação] onde [idosos (avós)] vão [resgatar] as [crianças em risco], sendo [forçados] pelos [poderes arraigados] em uma [discussão] na [por vir (logo em uma rua perto de você) Segunda Revolução Americana]. Os detalhes trazem imagens de [batalhas nas ruas] com [idosos]. O cenário é feio. Claro, muitas casualidades são sustentadas pelos [idosos], mas isso é, de acordo com o conjunto de dados, a imagem de [bandidos mascarados (dos poderes arraigados)] que irão se [lamentar (sobre cabeças carecas)] com [bastões] e [canos de metal (possivelmente cassetetes)]. Isso erá [deflagrar] o [retorno] do [poder comunitário]. O cenário segue e descreve [indiciamentos] e [denúncias] procedentes de [milhares] de [cidadãos] que povoaram o acontecimento e [forçam] a [retirada] das [acusações] contra os [idosos]. Conjuntos de dados mais à frente descrevem [dias de ódio], enquanto a [polícia] tenta [recuperar (livrados pela multidão) prisioneiros]. Isso não é bom. Mas aparentemente, pelo menos de acordo com os dados, deverá haver [quebra do (corrupto) contrato social], e já estamos quase lá”.

Outros trechos do relatório mostram a [destruição do contrato social] dentro do território americano e no mundo. Esses dados vêm se densificando desde 2002 e de acordo com Ure, um dos analistas, quanto mais longe vemos a coisa vindo, maior impacto ela terá. Ainda sobre a destruição do contrato social, parecem haver 2/duas forças agindo, uma que vem de baixo, e outra que vem de cima. A de baixo parece ser as forças naturais, o clima, o planeta, inclusive a economia. A de cima, as pressões ditatoriais dos poderes estabelecidos e dos agentes corporativistas. Há indícios, ainda, de que o meme está circulando nas esferas superiores de poder e seus próprios [agentes] já sentem o fardo e a iminência do evento.

Assim como nos relatórios anteriores, a [morte do dólar] continua seu caminho morro abaixo e outubro irá revelar muitas surpresas. Benjamin Fulford em recente entrevista, disse que existem diferentes facções lutando contra a organizada corrupção monetária mundial, que tem como pivô o FED americano. A China, por exemplo, a algum tempo parou de comprar títulos do governo americano e essas diversas facções estão tentando isolar economicamente esses poderes ocultos, gerando uma escassez de papel moeda que as “operações secretas” já estão sentindo.

> O desespero das elites em continuar a manutenção do poder irá afetar muitos aspectos de vida de toda a população inclusive de alguns de seus [agentes], que irão questionar a forma (fascista) como as coisas estão sendo feitas. Somado à isso, lutas internas e antigas richas familiares levarão a uma implosão desses poderes corruptos que poderá se arrastar pelos próximos 3/três anos.

> Todo o caos irá se acentuar com “a [invasão de uma cidade americana (pelos militares americanos)] que será [planejada (pelos poderes arraigados)] como um [balão de testes] para suas [táticas] de [estratégia de guerra contra a população]”.

É… parece que a coisa vai ficar feia por lá.

População Mundial

Os acontecimentos que estão por vir, muitos já em andamento, irão chamar a atenção daquelas pessoas que ainda estão ‘dormindo’ e que ainda agem como ‘rebanho’.

> “Os dados claramente apontam para um [enorme foco omnihumanitário] em que a [atenção] será [direcionada] tão longe que a [dominação rothschild (do papa/roma)] será examinada juntamente com os [pés sujos (cobertos de sangue fresco? participantes de rituais assassinos)] de [ídolos internacionais que cantam]. Entretanto, esses acontecimentos serão a gota d’água quando muita atenção será investida nos [sionistas], pois [milhões de pessoas] se sentirão [compelidas] a [pesquisar] e [expor associações (com crimes)], o que se parece com uma enorme [orgia emocional (dos fatos encontrados / a verdade sendo dita)]. Os níveis de relaxamento de tensões dentro desse subconjunto de [escurecimento (do futuro dos sionistas)] é tão afiado e tem tanta somatoria desse relaxamento, que o conjunto se torna um significativo contribuidor para o ‘mergulho na linguagem de relaxamento’ pós equinócio no inverno de 2012”.

– Se você gostaria de saber mais sobre a verdade política mundial, um grande livro que eu recomendo é A Corporação de Nicholas Hagger, onde o autor esmiuça todos os jogos de poder do século XX, desde a formação das grandes fortunas dos banqueiros até os reais motivos por trás das guerras e formações de grupos de interesse sigilosos. –

> Iremos, a partir do fim desse ano até o ano que vem, ver muitas revogações de tratados e alianças, “enquanto que a velha ordem cai aos [pedaços] e a nova [estrutura de poder global] começa a emergir. Os conjuntos de dados apontam para [novos alinhamentos] que irão se [materializar (aparentemente) da noite para o dia]”.

> Enquanto isso, “as [normais propensões] mostram [esmaecimento] devido à [quebra de barreiras mentais]. O conjunto que suporta esses aspectos/atributos sugerem que as [barreiras mentais] irão ser [erodidas] pelos eventos desde o fim de 2011 até 2012. Enquanto essas [normais propensões] se esmaecem, toda sorte de [comportamento bizarro] e [ações irracionais] poderão ser esperadas em tudo, nos encontros pessoais diários e até na [diplomacia planetária nacional].” Isso vai ser interessante!

> Terremotos, furacões, chuvas torrenciais, deslizamentos de terra. Você dá o nome do desastre natural. Como tem acontecidos nos últimos anos, a natureza está realmente maluca e isso vai piorar, gerando grandes migrações.

> As pessoas irão acreditar cada vez menos nos noticiários de TV e irão começar a questionar tudo o que é dito ali. – até que enfim!

Peidos de cabra espacial (no original, space goat farts, significa e reúne tudo aquilo que é pouco compreendido pelos analistas)

> Parece que a morte de algum pesquisador irá causar novos insights sobre a realidade. Apesar de já estar morto, sua morte estará ligada com um “[desvio] da [visão da trindade (religião, ciência, governo)]”. Irão descobrir que sua morte foi encomendada pelos poderes enraizados e está ligada ao surgimento de uma nova forma de energia elétrica.

> Há dicas de um possível ataque de bandeira falsa pelos poderes enraizados, que fará com que as pessoas acreditem que se tratará de um ataque alienígena. – aliás, esse meme já circula a algum tempo entre aqueles que se mantém informados sobre as possíveis agendas elitistas; ainda, parece que o plano foi minado pelo recente ataque nuclear à bases secretas no fim de agosto.

Cada vez mais e mais pessoas que trabalhavam em projetos secretos, agora aposentados, irão se manifestar e contar tudo o que sabem, mostrando para o mundo que as pessoas delirantes em assuntos, digamos, exóticos tinham mesmo razão:

> “a [onda de delatores] é, em certo sentido, uma forma de punição para os [reais crentes], pois agora, eles devem encarar que seus delírios são reais e a realidade É mais estranha do que podemos conceber (…) A lua É uma giante máquina oca com bases e alienígenas por dentro e por fora, causando marés e destruições na Terra por milênios, enquanto também fodendo com a humanidade terrestre desde o mais baixo nível celular (inclusive ainda em níveis mais energicamente baixos) até a mais alta das expressões coletivas ditas ‘lunáticas’. Então….hmmm. E agora? O que fazer sobre isso? E o que fazer sobre eles (os malditos alienígenas bastardos à espreita em quase todos os lugares de acordo com a – logo mais teremos registros de delatores – NASA, mas especialmente na Lua)?”

> Dados apontam para “a [lua] como [tema dominante] na [mídia]” e ainda “[imagens lunares] e [descobertas lunares]”.

Finalmente, o relatório termina com algumas considerações sobre a ‘Civilização 1.1’, ou a chamada ‘Breakaway Civilization‘ de Dolan e Zabel (no livro A.D. After Disclosure). Segue um trecho:

> “A prole da humanidade terrestre coletiva, a Civilização 1.1 está nascendo, está pra nascer ao longo dos últimos anos. Os dados sugerem formtemente que a coroação está acontecendo agora. Este [nascimento da civilização 1.1] virá com [aflições/dores] para todos nós [chutadores de terra (da Civilização 0.0)] em mais maneiras do que jamais poderemos imaginar no momento”.

A Breakaway Civilization é uma civilização que de certa maneira rompeu os laços com o coletivo terrestre humano. Financiada pelos altos escalões governamentais/corporativistas/militares, baseada em tecnologias extraterrenas, ela segue a passos rápidos a evolução tecnológica, pois não é refreada pelos aspectos econômicos de produção e consumo de novas tecnológias. A cada 1/um ano de avanço tecnológico que passa para nós, 50/cinquenta anos passam para eles. Tecnologicamente falando, essa civilização deve estar a no mínimo 1000/mil anos à nossa frente. Mas, devido às circunstâncias e mudanças que estão ocorrendo na estrutura de poder, provavelmente haverá um choque de civilizações muito em breve.

Clif High também nos introduz a idéia de ‘posse pessoal do tempo’, pois diz que os dados do web bot project mostram uma drástica mudança no que nós atualmente entendemos como ‘posse’ das coisas. Sua teoria diz que com o fim do tempo fractal – como previsto por Terrance McKenna e o calendário Maia – e as novas tecnologias de controle temporal a se tornarem disponíveis através da Civilização 1.1, poderemos controlar o fluxo de tempo pessoal, o que irá redefinir toda a ordem social. Quem quiser seguir o fluxo temporal nas margens, mais lentamente, assim poderá fazê-lo. Assim como quem quiser seguir com a corrente mais rápida, no meio do rio. Só tem 1/uma hora para dormir antes daquele compromisso? Reduza seu fluxo de tempo e durma 8/oito até seu compromisso chegar!

Doidera pouca é bobagem.


Video mostra verdadeiro céu de Marte, azul

Posted in Astronomia, Ciência, Disclosure, Política with tags , , , , on 23 de agosto de 2011 by hiperdimensao

A imagem apresentada acima é de um video promocional de um programa chamado The Sky at Night (O Céu à Noite, em livre tradução) da BBC One inglesa. Esse programa é um documentário mensal sobre astronomia produzido pela BBC e estrelado pelo mesmo apresentador desde 24 de abril de 1957, curiosamente o programa mais comprido apresentado pelo mesmo apresentador na história da televisão.

O video em questão fala sobre a sonda Spirit que aterrisou em Marte, rasgando seda sobre seus méritos e como ele superou expectativas. O homem que você vê sentado no video e na foto é o Professor Steve Squyres da Universidade de Cornell, alguém intimamente associado com as operações diárias do Spirit, e possivelmente lider do time que maneja a sonda.

Como você pode ver nas imagens, o Professor Squyres é mostrado trabalhando em uma mesa com seu laptop enquanto atrás dele podemos ver dois grandes monitores unidos lado a lado. O grande tamanho desses monitores sugere que são dedicados à análise visual de dados que são providos pelas sondas em Marte, enquanto que o computador mais portátil em que ele trabalha serve como uma unidade de controle. A outra imagem é apenas um enquadramento maior.

Na verdade, as cenas que vemos nesses monitores são quase certamente as da sonda, em que o Professor trabalha, sendo que os monitores mostram as cenas e imagens que são recebidas diretamente dela, como se ele estivesse navegando e controlando-a. O mais óbvio aqui é que os monitores são coloridos. Sabemos que as câmeras da sonda são capazes de captar cenas coloridas e esperamos que o time do Professor trabalhe com esse tipo de dado na medida do possível, dados contendo imagens coloridas e reais de Marte. Esse tipo de informação é crucial para que a navegação do aparelho seja feita da maneira mais precisa possível e a investigação dos mínimos detalhes seja a mais acurada.

Por outro lado, note que uma parte do terreno no monitor da direita está um pouco embaçado. Isso pode sugerir que o que Squyres e sua equipe recebam não sejam os dados originais da sonda, pois as imagens já estão ofuscadas, alteradas. Se isso é verdade e o Professor não sabe disso, talvez ele nunca tenha visto imagem alguma em sua forma original. Em outras palavras, você vê o que espera ver e nunca irá questionar isso.

Entretanto, é certo que o Professor e seu time estariam perfeitamente satisfeitos em receber o material original diretamente dos satélites da NASA e ficariam muito ofendidos se alguém sugerisse que o material passou por um filtro antes de seu time poder colocar os olhos nos dados. Aliás, é assim que pessoas honestas e dedicadas podem fazer parte de processos ilusórios e secretos sem ao menos perceber ou serem motivados à defender tais segredos, simplesmente porque elas não entendem nem o processo de como isso é feito e nem mesmo suas implicações.

Agora note o lindo céu azul brilhando acima de um já conhecido terreno cor de ferrugem em ambos os monitores, apesar de que eles mostram cenas diferentes da superfície marciana. Você pode apostar que esse time de pesquisadores aí sabe muito bem que os dados científicos que vão à público são reduzidos e menos informativos. Portanto é provável que a inocência aqui não seja das mais puras.

A questão que fica é porque isso escapou assim? A explicação mais provável é a de que esses profissionais estão tão acostumados com os dados que eles nem percebem mais o que na verdade os monitores estão mostrando. Isso é tão comum, que em muitos filmes de época podemos ver aviões ou seus rastros cruzando o céu, numa época onde esse tipo de coisa não existia. Outra alternativa é a de que o pessoal responsável pelo video captou as imagens durante um dia comum de trabalho, mas não percebeu as implicações que isso poderia ter em minar esse tipo de segredo.

Cena do filme "Tróia" mostrando avião no céu

Cena do filme "Tróia" em que um avião pode ser visto no céu

É claro que isso tudo pode ser explicado pelo pessoal que quer manter o segredo: “são apenas papéis de paredes automáticos exibindo imagens de Marte de como o time da sonda gostaria que ele fosse”. Depois de tudo, o que mais ele poderiam de fato dizer?

No fim, cabe à você decidir o que pensar disso. Mas uma coisa é certa: essa é uma evidência muito provocativa. Uma “falha”, apenas para antecipar subconscientemente o público para as grandes implicações envolvidas. Lembre-se de que milhares de pessoas já viram esse video, mas quase nenhuma delas consegue pensar “fora da caixa” o suficiente para questionar isso e trazer à atenção do investigador Joseph P. Skipper, que originalmente publicou o artigo em inglês. Isso mostra também que o processo da Revelação já começou e muito do que nós achamos que sabemos sobre a vida, o universo e tudo o mais já começou a mudar!

O que será que a NASA sabe? [A missão Kepler, Osíris, e as pirâmides de Giza]

Posted in Arqueologia, Astronomia, Ciência, Disclosure, Política, Traduções with tags , , , , , , , , , , , , , , on 5 de junho de 2011 by hiperdimensao

– tradução do texto original por Hiperdimensão

Collin Andrew fez uma descoberta um tanto surpreendente em 2008. Foi surpreendente tanto para os egiptólogos ortodoxos quanto para a comunidade alternativa. O que ele descobriu? Que uma antiga e estimada crença pertencente aos dois grupos etava muito errada.

Há muito tempo ambos egiptólogos e pensadores alternativas acreditam que o posicionamento do Platô de Giza corresponde às três grandes estrelas do Cinturão de Orion [ou, popularmente, as Três Marias]. Documentários com essa afirmativa foram produzidos, livros foram escritos sobre o assunto e até Ph.D.s foram ganhos baseados neste fato. Opa! Na verdade não era, de fato, um fato.

O posicionamento das três pirâmides no Platô de Giza realmente se parece com o Cinturão de Orion, mas Collin Andrews descobriu que eles não se encaixam exatamente. Na verdade, quando um mapa celeste de Orion é sobreposto a uma foto aérea das três pirâmides, uma preocupante discrepância fica evidente. Duas das estrelas repousam diretamente sobre o topo de duas das pirâmides, mas a terceira estrela fica de fora. Ela não repousa sobre a pirâmide de forma alguma.

Com a tremenda precisão (inigualada pela maioria das contruções modernas) que essas pirâmides foram contruídas no Platô, pareceu ao Sr. Andrews ser inconcebível que os construtores pudessem ter errado no correta localização da terceira pirâmide. Então, ele se perguntou se havia alguma outra constelação que igualava o posicionamento das pirâmides com precisão. Ele não teve que procurar muito. Ele descobriu que a constelação de Cygnus se igualava perfeitamente com o Platô de Giza.

diferença entre a sobreposição das duas constelações e as pirâmides

Repare a diferença entre a sobreposição das duas constelações e as pirâmides

Na foto acima, as estrelas de Orion são mostradas pelos círculos verdes. As estrelas de Cygnus são mostradas pelos círculos vermelhos. Você pode ver claramente que o padrão de Orion não se encaixa precisamente com as pirâmides, enquanto que o padrão de Cygnus se encaixa.

Além disso, Andrews notou que em cada lugar onde existe uma estrela de Cygnus no esquema, havia algum tipo de grande estrutura. Isto é, exceto pela estrela Deneb. Onde Deneb bate no esquema do Platô de Giza não havia nada. Nem pirâmide, nem templo, nem construção de tipo algum. Então, ele pensou que deveria haver algo grande que estava enterrado.

Em 2010, o Dr. Zahi Hawass, Ministro de Antiguidades do Egito, anunciou que descobriu o túmulo de Osíris. Osíris foi um grande deus do antigo Egito até a época em que o cristianismo começou a tomar o Egito. Ele era o deus do subterrâneo e o deus da ressurreição e nova vida.

Isso sempre foi um ponto a ser debatido entre acadêmicos, os temas sobre mitologia. Alguns assumem que a mitologia era ficção. Outros assumem que há um núcleo de verdade nas mitologias. [N.T. – Realmente, fortes evidências apontam para a realidade, ainda que incríveis, de que alguns mitos representam literalmente a história passada.] Em outras palavras, alguns acadêmicos irão se agarrar ao fato de que, apesar de muita ficção sobre Osíris, provavelmente uma pessoa chamada Osíris realmente existiu. Será?

Hawass descobriu o túmulo de Osíris, encontrando um sarcófago de cerca de 3 metros de comprimento. Interessantemente, há fotos que mostram os trabalhadores levantando o sarcófago de um nível mais baixo onde ele se encontrava até um nível mais alto onde os trabalhadores estavam. Existem fotos que os mostram se preparando para levantar a tampa do sarcófago. Mas, aparentemente, nenhuma foto que mostra o interior do sarcófago depois que sua tampa foi removida foi publicada. Há uma foto que mostra o interior do sarcófago mais tarde, mas não no momento logo após a retirada da tampa. Por quê?

O Dr. Hawass disse depois que o sarcófago estava vazio quando a tampa saiu. Mas será que estava? Isso não é uma tentativa de implicar que Hawass estivesse mentindo, mas é algo muito estranho existirem fotos de todo o processo de manuseio do sarcófago, inclusive das tentativas de retirada da tampa, mas nenhuma foto do que havia dentro depois que a tampa foi retirada.

Isso, é claro, deixa aberta a possibilidade de que a múmia de Osíris (a primeira múmia de que se tem notícia) estava lá dentro. Desde que os antigos que primeiro escreveram sobre Osíris afirmaram que ele teve um nascimento divino e não era deste planeta, a possibilidade de que a múmia de Osíris possa provar ser a de um ser extraterrestre ainda está em aberto. É claro, isso não seria algo para ser alardeado. Então, de acordo com esta teoria, o público não pode ver as fotos de dentro do sarcófago no instante da remoção da tampa, e esta história de sarcófago vazio foi então contada.

Isso seria apenas teorização fantástica se não existissem algumas evidências de suporte. Então, há? Talvez. A evidência é muito circunstancial, mas também muito sugestiva.

Em 7 de março de 2009, a NASA lançou o telescópio espacial Kepler em uma órbita logo atrás da Terra. Ele segue a Terra em sua órbita ao redor do Sol. O custo de sua missão de 3-5 anos é estimado em 600 milhões de dólares. Sua missão é a de procurar por planetas parecidos com a Terra e identificar os que parecem habitáveis.

Já que sua missão é a de procurar por outras Terras, você assumiria a necessidade de olhar por todo o espaço, pois quanto maior a área celeste que você cobre, mais chances de sucesso terá – certo? Bem, isso parece ser a idéia mais acertada – a não ser que você já soubesse onde se encontra uma porção desses planetas. Se você já soubesse de um lugar onde provavelmente teria sucesso de encontrar algum planeta desses, você iria mirar e deixar o telescópio apontado para lá.

Adivinhe só? Isso é exatamente o que os controladores da missão Kepler fizeram. Eles miraram o telescópio, como se fosse um laser, para a constelação de Cygnus! Por quê?

A explicação oficial é a de que ao mirar Cygnus, eles não precisam se preocupar com o Sol obscurecendo o telescópio com sua luz. Mas o Kepler é direcionável e pode ser reposicionado para evitar esse tipo de problema com o Sol. Então, ele realmente poderia ser usado para procurar por todo o espaço por outras Terras. Mas não foi. Ele focou bem em cima de Cygnus, e só em cima de Cygnus.

A missão Kepler acertou em cheio!

Constellation CYGNUS

Constelação de Cygnus

Nos primeiros 6 meses da operação, o Kepler encontrou uma adicional de 1.235 planetas extra-solares. Nós já conhecíamos alguns 500 desses planetas, mas o Kepler acrescentou mais 1.235 à lista. Desse número, 408 estão em sistemas solares como o nosso, com múltiplos planetas. Na verdade, o Kepler localizou 170 desses sistemas solares em Cygnus. Daqueles 408 planetas, Kepler descobriu que uns 50 são habitáveis!

Oficialmente, essas descobertas são chamadas de planetas candidatos. Esse termo é usado pelos negadores para diminuir a importância dessas descobertas. Planetas candidatos significam que são descobertas reais, mas precisam da verificação de outros cientistas. Mas não deixam de ser descobertas reais. Então, o descobrimento de 50 planetas habitáveis aconteceu. Os dados ainda serão revisados por outros cientistas para devida verificação, mas as descobertas aconteceram.

Os antigos Egípcios escreveram sobre seus antecessores e diziam que esses eram canibais, bárbaros, não-civilizados, não-estudados. Eles eram governados por um deus chamado Ra, ná época. Ra construiu poderosas estruturas, mas não fez nada para melhorar esses selvagens. Quando Ra ficou velho, ele deixou a Terra e retornou aos céus. Osíris (cujos pais não eram humanos) ascendeu ao trono. Osíris, o deus de pele verde, era grandemente encomodado pela completa falta de civilização e aprendizado desses humanos, e iniciou o estabelecimento de uma civilização.

Osíris ensinou às pessoas o que comer (e o que não comer), ensinou a elas a agricultura, a escrita, como adorar aos deuses e estabeleceu as leis. Em um tempo relativamente curto, ele estabeleceu a primeira civilização Egípcia e o povo prosperou.

Agora: se Osíris tinha origem entre esses selvagens, alguém deve se perguntar como ele era a única pessoa entre esses selvagens canibais a possuir tais conhecimentos. Mas lembre-se de que os antigos Egípcios que contavam sobre Osíris o colocavam em um grupo diferente dos humanos. Eles o reconheciam como um ser outro, não humano.

É no mínimo interessante que o túmulo de Osíris estava localizado diretamente sob a estrela Deneb (da constelação de Cygnus). É interessante porque é uma grande indicação de que o fato do Platô de Giza e a constelação de Cygnus terem a mesma configuração não é um acidente. Além, a configuração das pirâmides marcam precisamente o lugar onde o túmulo de Osíris estava enterrado.

E se os antigos Egípcios estavam corretos sobre o que escreveram sobre a origem de Osíris? E se ele não fosse daqui, mas dos céus? E se a NASA soubesse já a algum tempo que o Platô de Giza tinha sua configuração igual à Cygnus e não Orion? E se a NASA já algum tempo já soubesse que as histórias sobre Osíris eram reais?

Isso indicaria que a NASA presumiu que já que Osíris não era da Terra, mas viveu na Terra, ele deve ter vindo de um planeta parecido com o nosso. Isso também indicaria que já que houve um Osíris de lá, então outros também poderiam ter suas origens no espaço (sua esposa Isis, Thoth, Set). Mas que lugar é esse? A resposta a essa questão estava marcada no Platô de Giza na forma de um mapa espacial de sua terra natal, Cygnus.

De fato, isso é somente uma teoria, mas uma bem cabível. Por que a NASA apontou o telescópio Kepler exatamente para Cygnus, planejando deixá-lo apontado para lá nos próximos anos? O que os levaram a decidir isso? A história que contaram sobre evitar interferência solar não faz sentido quando sabe-se que o Kepler pode ser reposicionado a qualquer momento desejado. A missão Kepler visava Cygnus muito antes de ter sido iniciada. Por quê? O Platô de Giza parece nos providenciar uma interessante e possível resposta.

O que será que a NASA sabe?

Como contar uma verdade dizendo mentiras

Posted in Ciência, Disclosure, Política, Ufologia with tags , , , , , , , on 4 de abril de 2011 by hiperdimensao

Fui ao cinema esta semana. Enquanto assistia aos trailers, mais um começava. Aparece na tela, com música de suspense e grandiosidade: “20 de julho de 1969”. Aí segue uma sequencia da Apollo 11 pousando na Lua. Aparece a multidão de engenheiros da NASA, emocionada. Penso “que bosta! mais um reforço dessa grande mentira que foi o pouso na lua!” (que fique claro que não quero dizer com isso que o homem jamais tenho pisado em seu solo). Mas, segundos depois, não acreditava! Eles estavam dizendo… a Verdade! Mas… contando outra mentira…

E por mais incrível que pareça – sim -, num trailer de filme dos Transformers… hum… Produzido pelo Steven Senhor Filmes de ETs Spielberg. Poxa vida! Será que estão querendo nos dizer algo? Claro que sim! Estamos sendo (des)doutrinados a 70 anos já. A realidade Extraterrestre não pode mais ser negada. Será que chegou ao fim a era dos ETs vilões (quantos ETs bonzinhos de Hollywood vocês conhecem? dá pra contar nos dedos de uma mão)? Será que agora estão querendo pintá-los de bonzinhos? Muito a se pensar.

Tudo isso me levou a lembrar de uma antiga foto num dos sites da NASA, o Lunar and Planetary Institute. Neste site, há nos arquivos uma foto de um local na Lua onde se vê uma nave espacial. Isso mesmo! Neste site, que é da NASA, nos arquivos, você vê claramente uma nave espacial estacionada perto de uma cratera. Esta é a foto:

À primeira vista, apenas uma imagem da superfície lunar...

Em vez de fazer riscos coloridos na imagem, vou mostrá-lo um vídeo em que o autor brilhantemente coloriu por computação gráfica:

Inacreditável? Impossível? De início duvidei da autenticidade da foto. Mas, se você seguir essas instruções poderá encontrá-la:

Vamos ao site. Clique em Lunar Orbiter III. Aparecerá uma lista com várias fotos. A dita é a de número 3073.

Essa foto faz parte de um acervo que teve o propósito de identificar possíveis locais de pouso para o programa espacial Apollo. E como podemos ver um objeto muito parecido com um ônibus espacial? Estaria o homem já nessa época na Lua? Seriam pessoas terrestres que fazem parte de uma espécie de projeto secreto? Seriam extraterrestres?

PS: Abaixo segue um video onde o Sargento da Força Aérea americana Karl Wolf diz ter trabalhado no projeto Lunar Orbiter e durante uma oportunidade foi-lhe dito que tinham descoberto bases no lado escuro da Lua.

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