Arquivo para Joseph P. Skipper

Evidências de vida inteligente em Marte – parte 2

Posted in Arqueologia, Astronomia, Ciência, Disclosure, Guerra de Informação, Política with tags , , , , , , , on 26 de outubro de 2011 by hiperdimensao

Esta é uma continuação do artigo postado no dia 10 de outubro de 2011. As imagens foram tiradas do Google Mars pelo pesquisador Joseph P. Skipper e as evidências foram trazidas à atenção por Mark Wells. As coordenadas aparecem nas figuras, incentivando e facilitando a verificação por conta própria dos interessados em se aprofundar no assunto.

Nas imagens a seguir veremos uma evidência que sugere civilização ativa em Marte por causa de algo muito semelhante a um sistema de transporte na superfície marciana. O lugar onde essa evidência se encontra está bem próximo da famosa e controversa Cratera Hale.

A imagem acima mostra todo o contexto onde um possível sistema de transporte pode ser notado. Tenha em mente que ambas cores – o marrom do lado esquerdo da figura e o dourado do lado direito – são provavelmente artefatos incluídos nos dados originais, cores artificiais colocadas como layers com o objetivo de ofuscar detalhes do terreno. O que sobra são as formas gerais da geografia. Mesmo assim, a evidência da anomalia ainda é gritante.

Veja na imagem a linha reta apontada pelas setas duplas. A linha surge no canto superior esquerdo e desce para a direita desaparecendo sob a camada ofuscante dourada.

Linhas tão retas e perfeitas não existem na natureza, o que corrobora a artificialidade da estrutura apontada. Ainda, note que a seta logo à direita das setas bifurcadas apontam para um objeto branco sobre o “trilho”. Esse objeto produz uma sombra à direita da imagem, sobre o terreno, da mesma forma que outras elevações no terreno produzem o mesmo padrão de sombra. Veja abaixo maior detalhe:

Note que o objeto parece ter uma terminação mais pontuda à esquerda e derrama sua sombra à direita. Mas essa é uma imagem com a resolução muito comprometida e a escuridão à direita do objeto pode muito bem ser uma ilusão criada pelo tratamento ofuscante e borrante aplicado à imagem, assim como a característica segmentada do trilho.

Isso porque a maior parte do terreno à direita do trilho tem um padrão de borramento mais suave que o padrão de borramento à esquerda. Ambos padrões escondem o verdadeiro padrão do terreno e também o que mais possa haver lá. Assim, qualquer tipo de sombra jogada à esquerda do objeto pode em parte estar coberta e escondida pelo filtro de textura mais granuladamente borrada à esquerda do trilho. Além, o borramento de ambos os campos parecem se cruzar em perpendicular a intervalos regulares através do campo, criando a ilusão de um trilho segmentado, o que pode não o ser de fato.

Na opinião do pesquisador, há realmente algum tipo de transporte aqui, mas ele deve ser bem mais largo do podemos ver. Ele suspeita de que muito desse sistema de transporte foi escondido pelo borramento, tanto à direita, como à esquerda do “trilho”, sobrando somente o que vemos. Talvez o que vemos seja a parte mais central desse sistema, sendo que todo ele deve ser mais largo, possibilitando que vários objetos transitem ao mesmo tempo em duplo sentido.

Toda essa especulação não é sem sentido. A questão não respondida é por que que a adulteração da imagem não foi bem sucedida em cobrir os “trilhos”? O pesquisador suspeita que isso aconteceu por causa da inteligência artificial responsável pela adulteração dos dados originais e sua capacidade limitada em fazer o trabalho de acordo com a percepção humana. É possível que a inteligência artificial usou a linha reta como referência para colocar 2/dois diferentes campos de borramento, 1/um em cada lado do “trilho”, mas não foi bem sucedida em emendá-los a fim de cobri-lo completamente. O mesmo tipo de falha já foi visto pelo pesquisador várias vezes durante os últimos anos.

Ainda, esse “trilho” talvez seja parte de um sistema elevado, pois ele não parece ser afetado pelas variações do relevo. Assim, talvez o que vemos sejam os suportes de elevação, já que nas imagens originais de alta resolução a inteligência artificial cobriu os verdadeiros trilhos. Qualquer sombra criada pela elevação do sistema foi coberto pelo tratamento de adulteração da imagem, que segue lado a lado ao longo de todo o trilho.

O processo de esconder o trilho foi muito difícil. Mas ainda assim vemos o trabalho preciso da inteligência artificial que faz o serviço através de níveis militares de resolução de imagem – ainda não admitidos. Mas ainda assim incapaz de unir 2/dois diferentes campos de adulteração que cruzam a evidência. O resultado é uma quantidade limitada de evidência anômala que sobra para nós.

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Evidências de vida inteligente em Marte – parte 1

Posted in Arqueologia, Ciência, Disclosure, Guerra de Informação, Política with tags , , , , , , , , , on 10 de outubro de 2011 by hiperdimensao

A disponibilização de cada vez mais dados através de programas espaciais tem aberto brechas por onde pessoas curiosas podem notar anomalias verdadeiramente interessantes.

Mostrarei 2/duas dessas novas anomalias, recentemente frisadas pelo pesquisador independente Joseph P. Skipper, autor do site http://www.marsanomalyresearch.com/. Uma irá mostrar evidências de uma possível antiga civilização marciana. Outra irá sugerir a presença de uma ativa civilização contemporânea. O artigo será dividido em 2/duas partes. Vamos então aos fatos.

http://www.uahirise.org/PSP_008427_1380

Esta primeira imagem mostra a Bacia Hellas em Marte, também conhecida como Planície Hellas. É uma grande depressão, uma das maiores crateras já identificadas em nosso sistema solar. O lugar fica abaixo do equador marciano, aproximadamente nas coordenadas 42.7º S e 70.0º E. Pensa-se que esta bacia foi formada pelo impacto de um asteróide.

A bacia é circular e mede uns 2.300 km de diâmetro, com mais de 7/sete mil metros profundidade em relação ao terreno que o circunda. O que chama a atenção aqui são as formas geométricas encontradas quando olhamas mais de perto.

As imagens acima oferecem uma vista mais aproximada de uma cratera menor dentro da própria bacia. Note como esta parte é curiosamente composta por formas geométricas. Note também como outras faixas de terreno apresentam o mesmo padrão.

São formas similares a grandes degraus, esculpidos na parede da depressão que apresentam ângulos de 90º na composição de suas superfícies retangulares planas. Você inclusive pode ver alguns degraus neste video, no minuto 33, onde a altura da câmera em relação ao solo é menor que 1/um km.

É interessante também notar que no site oficial onde os dados são apresentados, eles colocaram um filtro azul sobre as imagens. Talvez estejam tentando fazer você acreditar em alguma relação com gelo. Isso é uma falsa premissa. Em vez de continuar propagando este tipo de psicologia, o investigador Skipper mudou o filtro para uma cor mais parecida com a de terra. Lembre-se de que os dados originais são apresentados em escalas de cinza e nenhuma dessas cores devem ser levadas em consideração na hora de analisar as fotos.

Note nessas imagens logo acima outros focos bem representativos. Veja os padrões claramente em “escada” ou “prateleira”, repetindo-se periodicamente em fileiras, dispostas lado-a-lado, formando vários terraços.

Agora preste atenção nas imagens abaixo e veja se encontra alguma semelhança.

http://www.edwardburtynsky.com/ (clique em ‘quarries’ ou ‘pedreiras’)

Serra Pelada, Amazônia, anos 80. Foto por Afonso D. C. Passos

Logo acima temos uma foto de uma pedreira em Portugal, seguida de outra pedreira na Amazônia. Ambos situados aqui na Terra. Alguma semelhança com as evidências de Marte? Acho difícil discordar, dado o padrão geométrico com angulações tão retas. O padrão natural é o fractal, não o reto, geométrico clássico. E apesar de muita poeira e dejetos estarem se acumulando progressivamente sobre o solo, ainda assim o padrão salta aos olhos.

Daí a suspeita de se tratar de um sítio de mineiração marciano, que esteve em operação a muitos e muitos milênios.

Os cientistas estão tendo tanto trabalho em colocar os dados dentro de um padrão lógico, identificando algumas formas de relevo como essas na Bacia Hellas justamente por não conceberem a idéia e efeito de civilizações em Marte ou em quaisquer outros planetas de nosso sistema solar. Eles até podem eventualmente conseguir assimilar a idéia de que lá exista água em forma de gelo. Mas nunca que alguém um dia iria querer garimpá-lo, imaginando também a possibilidade de que o impacto do asteróide gerou um profundo fosso onde água tenha se acumulado com o passar do tempo e lá congelado. Então, para eles, a erosão de alguma forma criou essas formações geométricas. Ha-ha-ha…

Vamos encarar o fato de que se não existe uma maneira segura de se explicar essas formações através de uma ação natural, então conceitos alternativos como atividade civilizatória também não é possível para eles. Aí então acontece que evidências como essas ficam simplesmente inexplicadas e qualquer um que sugerir outra explicação estará claramente fora do controle – um maluco cheio de teorias conspiratórias. Uma vez que estreiteza de visão descerebrada acadêmica seja finalmente arregaçada pela peso progressivamente acumulado de evidências contrárias e não escondidas, haverá então maior flexibilidade e acurácia em futuras análises científicas planetárias.

Em breve, a segunda parte do artigo.

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