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Doença misteriosa em comissários de voo faz ligação com radiação de Fukushima

Posted in Disclosure, Guerra de Informação, Jornalismo, Nova Ordem Mundial, Política with tags , , , , , , , , , on 16 de maio de 2012 by hiperdimensao

Centenas de profissionais que trabalham em aeronaves da Alaska Airlines têm reclamado de reações alérgicas na pele e queda de cabelo. É… parece que a radiação de Fukushima começa a ter seus efeitos mais exacerbados até o momento sobre a população humana planetária.

As pessoas afligidas pela misteriosa doença dizem que a pele começou a coçar, feridas surgiram e o cabelo começou a cair. O pior é que estão botando a culpa nos novos uniformes distribuídos às tripulações das aeronaves.

Durante o ano passado sintomas parecidos foram reportados na fauna marinha e ursos polares ao noroeste dos EUA – e eles não estavam usando roupas novas.

Em abril, o AlaskaPublic.org reportou que um número alarmante de ursos polares vivendo na região de Beaufort Sea, ao norte do Alaska, estavam desenvolvendo lesões de pele e queda de pêlos. Ainda antes desses sintomas aparecerem nos ursos, as focas e morsas da região já apresentavam os mesmos sintomas.

Depois dessas descobertas, alguns cientistas e biólogos tentam de qualquer maneira evitar dizer que o desastre nuclear pode ser a causa da doença. Já disseram ser virus, bactérias e outras as potenciais causas, mas todas as hipóteses falharam em ser provadas, deixando um grande elefante branco dentro da sala que evita ser discutido: o desastre nuclear de Fukushima.

Os sintomas entre a fauna do Alaska e a tripulação da Alaska Airlines podem muito bem se relacionar com a mesma causa nuclear. Daí, qual a chance de que a mídia corrente ou qualquer sindicato/associação do setor aéreo irá questionar Fukushima como a causa? O público tem sido deixado no escuro acerca da real severidade da radiação que ainda vaza no Japão, sendo constantemente diagnosticada como muito pior do que qualquer história oficial tem dito.

Invente uma doença e fique rico!

Posted in Ciência, Guerra de Informação, Medicina, Política with tags , , , , , on 9 de agosto de 2011 by hiperdimensao

Por que deixar as grandes companhias farmacêuticas curtirem sozinhas o prazer de criar novas doenças? Você também pode fazê-lo!

Já ouviu falar de DROA, a Desordem do Retardo Obessivo da Antecipação? É uma doença que primariamente se caracteriza por pensamentos intrusivos, repetitivos, clinicamente significantes do ponto de vista mental, gerando um comprometimento piorado pelo medo de ocorrências exacerbadas de imagens mentais ameaçadoras.

E a hoje muito comum SCNG? A Síndrome Compulsiva Nervosa de Gênero? Geralmente associada à comportamentos ansiosos involuntários em combinação com distúrbios psicológicos, tremores, tiques e/ou sudorese relacionados à pensamentos sobre preferências sexuais.

É claro que você nunca ouviu falar em nenhuma dessas doenças, mesmo porque elas simplesmente não existem. Mas esses exemplos fictícios server para você ter uma noção de como é fácil inventar uma doença. Veja como:

1. Patenteie uma subtância química perigosa e a chame de “tratamento” para a doença que quer inventar.

2. Invente pesquisas fictícias que provam que a droga é efetiva. Ou melhor, prove que a droga tem níveis tóxicos toleráveis.

3. Suborne as agências sanitárias para que aprovem a segurança da droga, mesmo que ela possa matar as pessoas.

4. Escreva um artigo e o publique em uma revista científica famosa, forçando a comunidade acadêmica a aceitar a existência da nova doença.

5. Crie propagandas com grande apelo emocional, mostrando pessoas infelizes e confusas sendo transformadas em seres perfeitos depois de consumirem a droga.

6. Envie notas à imprensa, que irão fazer reportagens que servirão como propagandas que convencerão até ao mais cético das pessoas.

7. Suborne médicos com férias, brindes, jantares, festas extravagantes e cotas de consulta para que eles prescrevam sua droga para o maior número de pacientes possível.

8. Suborne também políticos e legisladores para bloquearem o uso de medicina alternativa, forçando o monopólio farmacêutico.

9. Sente e relaxe enquanto as pessoas irão à falência para comprar sua droga.

10. Caso ocorra algum apelo aos tribunais por causa de familiares de pacientes que morreram peloa droga, você irá precisar apenas de uma pequena parcela dos lucros para ter um acordo judicial e ainda sairá livre sem ser considerado culpado.

Prontinho! Se isso lhe deu alguma idéia, favor me passar uma pequena porcentagem dos lucros!

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