Arquivo para corpo humano

A cura do câncer existe e é real

Posted in Biologia, Ciência, Disclosure, Guerra de Informação, Jornalismo, Medicina, Nova Ordem Mundial, Política, Química, Tecnologia with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , on 13 de maio de 2012 by hiperdimensao

A cura para o câncer, de fato, já é conhecida e documentada há quase um século. E não estou falando de quimioterapia (veneno), nem de radiação.

Desde Max Gerson, o médico alemão que desenvolveu a terapia que leva seu nome, pelo menos outras duas terapias curativas existem: os antineoplastons do Dr. Burzynsky e a maconha, crua, em sua forma natural não-queimada.

A terapia de Gerson

A terapia de Gerson consiste basicamente em tentar eliminar do organismo qualquer tipo de substância tóxica e prejudicial, prevenindo uma sobrecarga fisiológica do sistema imune na tentativa de eliminar e neutralizar os agentes poluentes do nosso meio orgânico corporal.

Isso é feito evitando-se qualquer forma de alimento processado, como farinha e açúcar refinados, que passam por vários processos químicos para se tornarem brancos e de aspecto “puro”. Evita-se também a ingestão de agrotóxicos; portanto, só é permitido alimentos orgânicos.

Ao dizer que o solo é responsável por nosso metabolismo externo, o Dr. Max Gerson brilhantemente nos traz com essa analogia a visão de mundo que evoca Gaia, a idéia de que o planeta Terra é um só organismo vivo do qual somos apenas uma parte desse todo.

Pensando assim, o Dr. Gerson institui uma alimentação em que o máximo de nutrientes em sua forma in natura deve ser ingerido, aumentando assim as chances de conseguir uma quantidade mínima de certas substâncias que seriam impossíveis de absorver apenas pela mastigação. Isso é feito com uma prensa, que extrai o suco de aproximadamente 10 kilos de vegetais variados e esse extrato será tomado ao longo do dia, juntamente com as refeições naturais compostas de vegetais, folhas, frutas, grãos e tudo o mais que for natural e livre de toxinas.

Sua neta, Charlotte Gerson, possui uma clinica no México. Há outras clínicas espalhadas pelo mundo que, usando o método desenvolvido por Gerson, tratam não só o câncer, mas também doenças cardiovasculares e autoimunes com sucesso.

Assista e divulgue os documentários “Morrendo por não saber” e “O milagre de Gerson“:

Amigdalina

A partir de 1974, o ativista político e autor do livro World Without Cancer – The Story of Vitamin B17, G. Edward Griffin passa a advocar em favor de uma substância conhecida por amigdalina, não oficialmente reconhecida como vitamina B17.

Sua proposta é parecida com a de Gerson e afirma que o câncer na verdade é uma doença gerada por uma deficiência nutricional. Assim como a falta de cada vitamina causa uma doença, como por exemplo a falta de vitamina C causa escorbuto; de vitamina B12, anemia e problemas neurológicos; vitamina E, esterelidade, e assim por diante, a deficiência de vitamina B17/amigdalina causa câncer.

No mesmo ano, o Dr. John A. Richardson, começou a curar pacientes com câncer usando um método similar ao de Gerson. Mas ao invés dos sucos, o Dr. Richardson passou a usar suplementos vitamínicos e altas de doses de amigdalina. O resultado inacreditável pode ser conferido em seu livro de descrição de casos Laetrile Case Histories: The Richardson Cancer Clinic Experience.

Antineoplastons

Os antineoplastons são uma categoria de substâncias não-tóxicas, peptídicas, descobertas pelo médico polonês Stanislaw Burzynsky. Ele percebeu que havia uma substância ainda não mapeada na urina de pessoas sem câncer e que nas pessoas com câncer, essa substância faltava. Ele fez a descoberta enquanto trabalhava em sua tese de doutorado.

Um tipo de câncer chamado glioma do tronco cerebral que nunca antes tinha sido curado num ensaio clínico controlado  foi curado pela primeira vez na história da medicina usando antineoplastons. Foram dezenas de casos similares.

Assista e divulgue o documentário Burzynsky – O câncer é um grande negócio:

Maconha

A maconha, por si, é um capítulo à parte na história das substâncias lendárias e controversas. Com a crescente apaziguação do preconceito, inclusive pelos profissionais da saúde, mais luz é jogada no conhecimento das propriedades benéficas (eu diria milagrosas) da planta que cresceria por aí com a mesma facilidade que capim – se não fosse proibida.

A quantidade de trabalhos publicados a cada ano cresce de maneira espantosa. Entre eles, um  estudo publicado na revista “Nature Reviews-Cancer” fornece, além dos detalhes, uma explicação histórica sobre como o THC e os canabinóides naturais combatem o câncer, mas preservam as células normais.

Um outro estudo, de Manuel Guzmán de Madrid, Espanha, descobriu que os canabinóides, os componentes ativos da maconha, inibem o crescimento de tumores em animais de laboratório. Eles fazem isso através da modulação das principais vias de sinalização celular, induzindo a parada do crescimento e morte de células tumorais, bem como inibindo o crescimento de vasos sanguíneos que alimentam o tumor.

O estudo de Guzman é muito importante, de acordo com o Dr. Ethan Russo, um neurologista e autoridade mundial sobre a Cannabis medicinal: “O câncer ocorre porque as células se tornam imortais, pois elas não prestam mais atenção aos sinais normais de desligar o crescimento. Uma função normal de remodelação no corpo exige que as células morram sob controle. Esta é a chamada apoptose, ou morte celular programada. Esse processo deixa de funcionar em tumores. O THC promove o seu reaparecimento, para que os gliomas, leucemias, melanomas e outros tipos de células, com efeito, fiquem atentas aos sinais, parem de se dividir, e morram. ”

Mas, isso não é tudo“, explica Dr. Russo: “A outra forma que os tumores crescem é garantindo que estes sejam alimentadas: eles enviam sinais para promover a angiogênese, o crescimento de novos vasos sanguíneos. Os canabinóides também desligam esses sinais. É verdadeiramente incrível, e elegante.”

Em outras palavras, este artigo explica diversas maneiras em que os canabinóides podem ser utilizados para combater o câncer, e, como diz o artigo, “Os canabinóides são geralmente bem tolerados, e não produzem os efeitos tóxicos das quimioterapias convencionais.

Um outro estudo mais recente, demonstrou os benefícios da utilização da Cannabis no combate ao câncer de fígado. Os pesquisadores descobriram em seus estudos que a Cannabis promove a inibição do crescimento de células cancerígenas.

E em um terceiro estudo, publicado em 2009 por pesquisadores da Suíça, descobriram que “os efeitos anti-tumorais mediados pelos canabinóides não estão limitados a inibição da proliferação de células cancerígenas, mas os canabinóides também reduzem a angiogênese, a migração celular e metástase, inibem a carcinogênese e atenuam os processos inflamatórios.”

Lembre-se que os efeitos benéficos advém da maconha consumida in natura, ou seja, crua, não-queimada.

As questões

Por que esse conhecimento não é divulgado? Por que não ensinam isso nas escolas de medicina?

Normalmente, qualquer história que sequer sugira a possibilidade de um novo tratamento para o câncer é saudada com manchetes sobre a “cura do câncer”, quão remota e improvável seja. Mas se métodos “fora do esquema” corporativo estiverem envolvidos, quem dera a – fale baixo… – maconha, não esperem nenhuma cobertura da mídia, já que os editores tradicionais vêm silenciosamente matando esta história desde sempre.

E isso é porque Doença dá lucro. É muito mais lucrativo tratar pra sempre com remédio feito do petróleo do que curar rapidamente, ainda mais com substâncias naturais, impatenteáveis.

– agradeço a colaboração de www.anovaordemmundial.com e caminhoalternativo.wordpress.com

Experiências-de-quase-morte – A conexão extraterrestre

Posted in Ciência, Física, Filosofia, Medicina, Traduções with tags , , , , , , , , , , , , , on 18 de maio de 2011 by hiperdimensao

– Texto original aqui.

– Tradução por Hiperdimensão.

O que acontece depois que a gente morre? Se nos focarmos nos aspectos científicos das paradas cardíacas que levam à morte, o que descobrimos? Cientistas tem se focado há décadas para encontrar respostas para essas perguntas. O que eles tem descoberto é surpreendente.

A moderna ciência da ressucitação já faz 50 anos agora. É a ciência de reviver um corpo após a sua morte. Se consiste basicamente em reiniciar os batimentos cardíacos após uma parada. Hoje em dia, 10-20% dos corações que param são restituídos à vida com sucesso. Isso tem dado aos cientistas médicos oportunidades para explorar as experiências de quase morte (EQM).

Os cientistas descobrem que aproximadamente 20% desses indivíduos se lembram de suas EQMs. Por que o restante, os 80% das pessoas ressucitadas, não se lembram da EQM?

Todos aqueles que se lembram de sua EQM descrevem, mais ou menos, as mesmas similares experiências. Em termos de uma medicina estritamente científica, já está realmente provado o fato de que a mente/consciência de fato continua por pelo menos uma hora além da parada cardíaca ou morte objetiva, quando o cérebro tem seu fluxo sanguíneo interrompido.

Aqueles que experimentam uma EQM descrevem uma luz branca. Eles veem seus parentes, especificamente seus pais e outros parentes próximos. Eles veem tuneis e uma rápida reflexão de sua vida e do impacto de suas ações nessa mesma. Sobretudo, essas experiências são agradáveis e as pessoas que retornam da EQM não tem mais o medo da morte e se tornam menos materialistas para o resto de suas vidas.

Atualmente, os cientistas tem explicado todos esses fenômenos em termos de ciências como a física e a medicina. Interessantemente a física plasmática contemporânea descreve a luz branca nas EQMs como um ponteiro de fluxo eletromagnético em uma dimensão mais alta da hiperespaço. Simplesmente colocado, ela é a projeção de nossa própria energia de ponto zero que continua a viver mesmo quando nós estamos na Terra realizando nossa curta jornada da vida. O enlace que esse pessoal faz da vida à morte é o movimento através de um buraco negro em direção ao hiperespaço. O tunel é o tunel de singularidade que vai até o hiperespaço e que nos leva à continuidade da nossa vida em uma civilização hiperespacial à qual pertencemos.

O Dr. Sam Parnia do Centro Médico Weill Cornell, um proeminente pesquisador em EQM, descobriu algo surpreendente. Um garoto de 3 anos de idade teve uma parada cardíaca e experimentou uma EQM. Ele foi trazido de volta à vida, graças aos recentes milagres da ciência médica. Depois do episódio, ele começou a fazer desenhos em que uma luz branca se conectava a ele através de uma cordão. Isso é muito significativo e mostra que nós estamos realmente conectados a essa luz branca (nosso verdadeiro Eu) o tempo todo. Na morte nós apenas nos unimos a esse fluxo de energia. Os parentes que vem nos receber na EQM são guias desse universo paralelo no hiperespaço de onde nós de fato pertencemos. Nossa família, pessoas que nós conhecemos, são todas reais no hiperespaço e continuam a existir eternamente [N. T. – Note aqui o sentido da palavra eternamente. Diferentemente do termo ‘para sempre’, o termo “eterno” tem originalmente um significado atemporal, onde não há sentido nossas representações dimensionais de uma linearidade do tempo com passado, presente e futuro. O termo ‘eterno’, por motivo de má interpretação, acabou se generalizando e se difundindo no linguajar popular como se fosse equivalente ao termo ‘para sempre’. Na verdade, o termo correto que substitui ‘para sempre’ é o termo ‘sempiternamente’, ou seja, aquilo que nunca tem fim, o tempo que se estende ao futuro indefinidamente. Veja o que nos diz Louis Pauwels e Jacques Bergier sobre isso: “Para fazer compreender aos alunos do primeiro ano o que poderia ser o conceito de eternidade, o padre jesuíta de um célebre colégio servia-se da seguinte imagem: ‘Imaginai que a Terra seja de bronze e que uma andorinha, de mil em mil anos, a roce com a sua asa. Quando desta forma a Terra tiver desaparecido, só então começará a eternidade…’ Mas a eternidade não é apenas a infinita extensão do tempo. É diferente da duração. É preciso desconfiarmos das imagens. Servem para transportar a um nível de consciência mais baixo a idéia que não poderia respirar senão noutra altitude e entregam um cadáver no rés-do-chão. As únicas imagens capazes de transportar uma idéia superior são aquelas que criam um estado de surpresa na consciência, de expatriação, próprias para elevar essa consciência até o nível onde vive a idéia em questão, onde é possível captá-la na sua frescura e na sua fôrça. Os ritos mágicos e a verdadeira poesia não tem outra finalidade. Eis por que não procuraremos dar uma ‘imagem’ desse conceito do ponto para além do infinito.”].

O ponto de energia zero se centra na consciência, contínua no hiperespaço, comunicante conosco através desse túnel de singularidade. O vácuo quântico hiperespacial provê a agradável experiência ao permitir que o nível quântico da energia de ponto zero dê um salto a um nível superior.

Os físicos estão intrigados por causa das recentes interpretações matemáticas de uma singularidade em forma de buraco negro. É uma projeção a nível quântico de uma transformação energética de um nível para outro. Essa transformação necessita de uma completa transposição das dimensões tridimensionais espaciais do nosso universo para dimensões mais altas do hiperespaço. Isso exige uma dissociação sistemática da energia quântica num fluxo retrógrado de espaço e tempo. Isso explica o ‘playback’ de vida na EQM.

Como já mencionado, somente 20% dos indivíduos se lembram da EQM. E os outros 80% que são ressucitados?

Médicos pesquisadores acreditam que isso seja devido à uma conexão cerebral tal que as pessoas que se lembram de uma EQM são aquelas que tem todo o fornecimento sanguíneo para o cerébro cortado. De acordo com os pesquisadores, aqueles que se lembram da experiência se comunicam melhor com seus próprios aspectos hiperdimensionais [N. T. – Também chamado de Eu-Superior/Higher-Self]. O fato é que enquanto vivemos neste planeta, nosso Eu-Superior (nosso verdadeiro Eu [N. T. – ou Self][N. T. – No original está escrito ‘shadow projection‘, o que seria uma interpretação bastante errônea e distorcida pelo uso incorreto de dois termos inapropriados. Shadow, ou sombra, normalmente se referem à concepção de Jung de uma instância da personalidade, inconsciente e reprimida, frequentemente repudiada pela pessoa, que tende comumente a projetar essa sombra sobre o outro. É o famoso dito ‘vemos nos outros o que não conseguimos ver em nós mesmos’. Já o termo ‘projection’, ou projeção, se referindo ao verdadeiro aspecto de nós mesmos, o nosso Eu-Superior é totalmente contraditório, pois se esse Eu-Superior é a fonte real da nossa existência, somos nós então, na tridimensionalidade, uma projeção desse verdadeiro Eu, assim como um cubo tridimensional projeta uma figura bidimensional sobre uma superfície, sendo o cubo hiperdimensional em relação à sua projeção]  continua sua jornada em uma civilização extraterrestre baseada no hiperespaço. Esse é o motivo pelo qual alguns de nós se lembram melhor dos sonhos do que outros. A comunicação com nosso Eu-Superior [N. T. – no original, shadow projection] em dimensões mais altas também explica o fenômeno do poder da vontade, da intuição, das experiências-fora-do-corpo, do poder de cura etc.

O paranormal na verdade é o normal se você decide olhar além dos aparentes obstáculos e limitações de nossa ciência ainda em evolução.

O organismo nanotecnológico

Posted in Biologia, Física, Nanotecnologia, Química with tags , , , , , on 23 de julho de 2010 by hiperdimensao

Nosso corpo, nosso organismo, é um intrincado sistema formado pela interação de inúmeras nanopeças, normalmente chamadas de “proteínas”. Proteína é o nome dado a uma classe de moléculas formadas a partir de subunidades protéicas (outras peças menores) bem definidas e abundantes no universo. O total dessas subunidades que usamos para formar nosso organismo é de número 22 – são os aminoácidos. Assim, cada proteína responsável pela formação de nosso corpo é o produto da combinação desses 22 blocos básicos, ainda menores que as proteínas, encadeados nas mais diversas combinações virtualmente sem limite de tamanho.

Interessante é notar que cada aminoácido somente pode ser encaixada entre outros 2, de forma que o encaixe de várias peças resulta num um encadeamento linear – uma fita.

Cada uma dessas 22 peças possui propriedades (a)elétricas ou de carga, (b)magnéticas, (c)plásticas e (d)conformacionais diferentes de modo que os particulares concatenamentos produzem um número infinitamente virtual de novas “peças” que podem interagir entre si formando eficientes mecanismos. A combinação variada entre os 22 aminoácidos que formam nosso organismo é usada para a criação de nanopeças, que por sua vez formam nanomáquinas – máquinas de tamanho nanométrico que cumprem, dentro do nosso organismo e de nossas células variadas inúmeras funções.

Aqui é um exemplo de uma nanomáquina responsável pela duplicação da molécula de DNA. Note como o conjunto molecular atua harmonicamente. A interação entre o substrato genético e a máquina replicadora muda a conformação da própria máquina, que por sua vez muda a conformação e disposição do próprio substrato gerando um ciclo. É um processo cíclico, dialético e convergente – ou seja, um processo em espiral.

Todo o nosso corpo é assim. Mas não achem que somos apenas esse conjunto de intrincados mecanismos, uma mera e multifuncional engrenagem. Só quero chamar atenção aqui para o elevadíssimo grau de tecnologia envolvida na manifestação de nossos corpos nessa nossa realidade consensual.

%d blogueiros gostam disto: