Arquivo para arqueologia proibida

NASA revela prova de que um dia houve civilização em Marte

Posted in Arqueologia, Disclosure, Guerra de Informação, Jornalismo with tags , , , , , , , on 16 de janeiro de 2013 by hiperdimensao

No dia 7 de dezembro de 2012, a NASA liberou ao público uma foto que é considerada evidência suficiente – por que não dizer prova? –  de que Marte já sustentou uma civilização tão ou mais avançada do que a nossa.

Enquanto o óbvio permanece escondido às claras, o gado humano ainda espera uma declaração oficial de órgãos governamentais, ignorando a própria inteligência e conclusão óbvia quanto se analisa dados tão claros e significativos como o que vou lhes mostrar.

Isso mostra uma oposição de poderes e uma luta interna dentro da NASA. Enquanto as autoridades ligadas ao “estabilishment” não permitem declarações do tipo Revelação (Disclosure), funcionários vazam dados incríveis na esperança de que alguém monte o quebra-cabeça.

Este é o link para a imagem oficial no site da NASA.

Este é o link para a imagem em resolução máxima liberada para o público.

Curioso ainda é o fato de que as cores da imagens foram alteradas para que as fotos tivessem uma iluminação parecida com a da Terra. Na verdade, essa iluminação é a REAL de Marte, segundo Richard Hoagland. Ele esteve presente durante o pouso da sonda Viking e quando as primeiras imagens surgiram nas telas da NASA ele relata que Sagan comentou “É igual ao Arizona!” por causa do solo desertificado e do céu azul. Alguns telefonemas e horas depois, técnicos da NASA passaram de monitor em monitor corrigindo as cores para o vermelho. Portanto as imagens vermelhas que vemos em Marte não são as cores originais. E curiosamente, a foto mostrada acima e que irei mostrar detalhes interessantes estão provavelmente em sua cor original.

Carl Sagan disse em seu livro “Cosmos”: “Intelligent life on Earth first reveals itself through the geometrical regularity of its constructions.” ou seja, “A vida inteligente na Terra se revela primeiramente pela regularidade geométrica de suas contruções.”

Isso nos diz que só o homem é capaz de construir linhas paralelas ou perpendiculares, ângulos retos, quadrados etc. A natureza não é capaz de criar estruturas assim. A natureza é em regra, fractal. Assim, encontrar estruturas como as que Sagan relatou é uma grande pista deixada por qualquer tipo de civilização inteligente.

Por isso essa foto é prova de que um dia em Marte, houve uma grande civilização.

Imagem de Marte

A foto original tirada pela sonda Curiosity em Marte mostra regularidades geométricas inconfundíveis.

Note alguns detalhes agora. Para aumentar a imagem, clique sobre a mesma.

Image

Em “1” temos uma espécie de placa perfurada, saindo do solo de maneira quase perpendicular. Veja a regularidade na espessura do objeto.

angulos iguais

Exemplo de 2 ângulos iguais.

Em “2” temos um objeto curioso, que pode ser comparado com uma escada em espiral, em que os degraus se projetam de uma coluna comum. Note que os 3 “degraus” são separados por 2 ângulos iguais!

Em “3” pode-se perceber na sombra uma ponta que se projeta para fora da estrutura, podendo ser comparado com um vergalhão interno exposto devido às condições adversas do molde externo.

Apesar da obliquidade da foto, as linhas em vermelho mostram uma série incrível de ângulos retos e linhas paralelas nas estruturas em questão. Perceba que a estrutura pode ser comparada a uma coleção de lajotas retangulares que se projetam a partir do solo.

angulos retos em pespectiva

Exemplo de ângulos retos vistos em perspectiva.

Em “4” perceba como as falhas estruturais acontecem todas na mesma direção, evidenciando uma geometria regular intrínseca à construção dos objetos.

Bom, e agora? O que isso muda na minha vida, você pode pensar. Reunindo essas evidências marcianas e as evidências terrenas (centenas de pirâmides pelo mundo afora), podemos chegar a conclusão de que já ouve outrora uma civilização muito mais avançada que a nossa, tanto na Terra quanto em Marte. Eles, os marcianos, podem muito bem ser os nossos antepassados. Isso significa que a tecnologia envolvida na construção dessas estruturas está além da nossa tecnologia baseada no petróleo. Esse tipo de tecnologia já está disponível hoje, mas nos é simplesmente negada pelos psicopatas sionistas que regem o mundo. Precisamos acordar. Precisamos sair da escravidão mental dessa nossa sociedade decadente. Essa tecnologia pode salvar nosso mundo e nossas vidas decadentes.

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Evidências de vida inteligente em Marte – parte 2

Posted in Arqueologia, Astronomia, Ciência, Disclosure, Guerra de Informação, Política with tags , , , , , , , on 26 de outubro de 2011 by hiperdimensao

Esta é uma continuação do artigo postado no dia 10 de outubro de 2011. As imagens foram tiradas do Google Mars pelo pesquisador Joseph P. Skipper e as evidências foram trazidas à atenção por Mark Wells. As coordenadas aparecem nas figuras, incentivando e facilitando a verificação por conta própria dos interessados em se aprofundar no assunto.

Nas imagens a seguir veremos uma evidência que sugere civilização ativa em Marte por causa de algo muito semelhante a um sistema de transporte na superfície marciana. O lugar onde essa evidência se encontra está bem próximo da famosa e controversa Cratera Hale.

A imagem acima mostra todo o contexto onde um possível sistema de transporte pode ser notado. Tenha em mente que ambas cores – o marrom do lado esquerdo da figura e o dourado do lado direito – são provavelmente artefatos incluídos nos dados originais, cores artificiais colocadas como layers com o objetivo de ofuscar detalhes do terreno. O que sobra são as formas gerais da geografia. Mesmo assim, a evidência da anomalia ainda é gritante.

Veja na imagem a linha reta apontada pelas setas duplas. A linha surge no canto superior esquerdo e desce para a direita desaparecendo sob a camada ofuscante dourada.

Linhas tão retas e perfeitas não existem na natureza, o que corrobora a artificialidade da estrutura apontada. Ainda, note que a seta logo à direita das setas bifurcadas apontam para um objeto branco sobre o “trilho”. Esse objeto produz uma sombra à direita da imagem, sobre o terreno, da mesma forma que outras elevações no terreno produzem o mesmo padrão de sombra. Veja abaixo maior detalhe:

Note que o objeto parece ter uma terminação mais pontuda à esquerda e derrama sua sombra à direita. Mas essa é uma imagem com a resolução muito comprometida e a escuridão à direita do objeto pode muito bem ser uma ilusão criada pelo tratamento ofuscante e borrante aplicado à imagem, assim como a característica segmentada do trilho.

Isso porque a maior parte do terreno à direita do trilho tem um padrão de borramento mais suave que o padrão de borramento à esquerda. Ambos padrões escondem o verdadeiro padrão do terreno e também o que mais possa haver lá. Assim, qualquer tipo de sombra jogada à esquerda do objeto pode em parte estar coberta e escondida pelo filtro de textura mais granuladamente borrada à esquerda do trilho. Além, o borramento de ambos os campos parecem se cruzar em perpendicular a intervalos regulares através do campo, criando a ilusão de um trilho segmentado, o que pode não o ser de fato.

Na opinião do pesquisador, há realmente algum tipo de transporte aqui, mas ele deve ser bem mais largo do podemos ver. Ele suspeita de que muito desse sistema de transporte foi escondido pelo borramento, tanto à direita, como à esquerda do “trilho”, sobrando somente o que vemos. Talvez o que vemos seja a parte mais central desse sistema, sendo que todo ele deve ser mais largo, possibilitando que vários objetos transitem ao mesmo tempo em duplo sentido.

Toda essa especulação não é sem sentido. A questão não respondida é por que que a adulteração da imagem não foi bem sucedida em cobrir os “trilhos”? O pesquisador suspeita que isso aconteceu por causa da inteligência artificial responsável pela adulteração dos dados originais e sua capacidade limitada em fazer o trabalho de acordo com a percepção humana. É possível que a inteligência artificial usou a linha reta como referência para colocar 2/dois diferentes campos de borramento, 1/um em cada lado do “trilho”, mas não foi bem sucedida em emendá-los a fim de cobri-lo completamente. O mesmo tipo de falha já foi visto pelo pesquisador várias vezes durante os últimos anos.

Ainda, esse “trilho” talvez seja parte de um sistema elevado, pois ele não parece ser afetado pelas variações do relevo. Assim, talvez o que vemos sejam os suportes de elevação, já que nas imagens originais de alta resolução a inteligência artificial cobriu os verdadeiros trilhos. Qualquer sombra criada pela elevação do sistema foi coberto pelo tratamento de adulteração da imagem, que segue lado a lado ao longo de todo o trilho.

O processo de esconder o trilho foi muito difícil. Mas ainda assim vemos o trabalho preciso da inteligência artificial que faz o serviço através de níveis militares de resolução de imagem – ainda não admitidos. Mas ainda assim incapaz de unir 2/dois diferentes campos de adulteração que cruzam a evidência. O resultado é uma quantidade limitada de evidência anômala que sobra para nós.

Evidências de vida inteligente em Marte – parte 1

Posted in Arqueologia, Ciência, Disclosure, Guerra de Informação, Política with tags , , , , , , , , , on 10 de outubro de 2011 by hiperdimensao

A disponibilização de cada vez mais dados através de programas espaciais tem aberto brechas por onde pessoas curiosas podem notar anomalias verdadeiramente interessantes.

Mostrarei 2/duas dessas novas anomalias, recentemente frisadas pelo pesquisador independente Joseph P. Skipper, autor do site http://www.marsanomalyresearch.com/. Uma irá mostrar evidências de uma possível antiga civilização marciana. Outra irá sugerir a presença de uma ativa civilização contemporânea. O artigo será dividido em 2/duas partes. Vamos então aos fatos.

http://www.uahirise.org/PSP_008427_1380

Esta primeira imagem mostra a Bacia Hellas em Marte, também conhecida como Planície Hellas. É uma grande depressão, uma das maiores crateras já identificadas em nosso sistema solar. O lugar fica abaixo do equador marciano, aproximadamente nas coordenadas 42.7º S e 70.0º E. Pensa-se que esta bacia foi formada pelo impacto de um asteróide.

A bacia é circular e mede uns 2.300 km de diâmetro, com mais de 7/sete mil metros profundidade em relação ao terreno que o circunda. O que chama a atenção aqui são as formas geométricas encontradas quando olhamas mais de perto.

As imagens acima oferecem uma vista mais aproximada de uma cratera menor dentro da própria bacia. Note como esta parte é curiosamente composta por formas geométricas. Note também como outras faixas de terreno apresentam o mesmo padrão.

São formas similares a grandes degraus, esculpidos na parede da depressão que apresentam ângulos de 90º na composição de suas superfícies retangulares planas. Você inclusive pode ver alguns degraus neste video, no minuto 33, onde a altura da câmera em relação ao solo é menor que 1/um km.

É interessante também notar que no site oficial onde os dados são apresentados, eles colocaram um filtro azul sobre as imagens. Talvez estejam tentando fazer você acreditar em alguma relação com gelo. Isso é uma falsa premissa. Em vez de continuar propagando este tipo de psicologia, o investigador Skipper mudou o filtro para uma cor mais parecida com a de terra. Lembre-se de que os dados originais são apresentados em escalas de cinza e nenhuma dessas cores devem ser levadas em consideração na hora de analisar as fotos.

Note nessas imagens logo acima outros focos bem representativos. Veja os padrões claramente em “escada” ou “prateleira”, repetindo-se periodicamente em fileiras, dispostas lado-a-lado, formando vários terraços.

Agora preste atenção nas imagens abaixo e veja se encontra alguma semelhança.

http://www.edwardburtynsky.com/ (clique em ‘quarries’ ou ‘pedreiras’)

Serra Pelada, Amazônia, anos 80. Foto por Afonso D. C. Passos

Logo acima temos uma foto de uma pedreira em Portugal, seguida de outra pedreira na Amazônia. Ambos situados aqui na Terra. Alguma semelhança com as evidências de Marte? Acho difícil discordar, dado o padrão geométrico com angulações tão retas. O padrão natural é o fractal, não o reto, geométrico clássico. E apesar de muita poeira e dejetos estarem se acumulando progressivamente sobre o solo, ainda assim o padrão salta aos olhos.

Daí a suspeita de se tratar de um sítio de mineiração marciano, que esteve em operação a muitos e muitos milênios.

Os cientistas estão tendo tanto trabalho em colocar os dados dentro de um padrão lógico, identificando algumas formas de relevo como essas na Bacia Hellas justamente por não conceberem a idéia e efeito de civilizações em Marte ou em quaisquer outros planetas de nosso sistema solar. Eles até podem eventualmente conseguir assimilar a idéia de que lá exista água em forma de gelo. Mas nunca que alguém um dia iria querer garimpá-lo, imaginando também a possibilidade de que o impacto do asteróide gerou um profundo fosso onde água tenha se acumulado com o passar do tempo e lá congelado. Então, para eles, a erosão de alguma forma criou essas formações geométricas. Ha-ha-ha…

Vamos encarar o fato de que se não existe uma maneira segura de se explicar essas formações através de uma ação natural, então conceitos alternativos como atividade civilizatória também não é possível para eles. Aí então acontece que evidências como essas ficam simplesmente inexplicadas e qualquer um que sugerir outra explicação estará claramente fora do controle – um maluco cheio de teorias conspiratórias. Uma vez que estreiteza de visão descerebrada acadêmica seja finalmente arregaçada pela peso progressivamente acumulado de evidências contrárias e não escondidas, haverá então maior flexibilidade e acurácia em futuras análises científicas planetárias.

Em breve, a segunda parte do artigo.

O que será que a NASA sabe? [A missão Kepler, Osíris, e as pirâmides de Giza]

Posted in Arqueologia, Astronomia, Ciência, Disclosure, Política, Traduções with tags , , , , , , , , , , , , , , on 5 de junho de 2011 by hiperdimensao

– tradução do texto original por Hiperdimensão

Collin Andrew fez uma descoberta um tanto surpreendente em 2008. Foi surpreendente tanto para os egiptólogos ortodoxos quanto para a comunidade alternativa. O que ele descobriu? Que uma antiga e estimada crença pertencente aos dois grupos etava muito errada.

Há muito tempo ambos egiptólogos e pensadores alternativas acreditam que o posicionamento do Platô de Giza corresponde às três grandes estrelas do Cinturão de Orion [ou, popularmente, as Três Marias]. Documentários com essa afirmativa foram produzidos, livros foram escritos sobre o assunto e até Ph.D.s foram ganhos baseados neste fato. Opa! Na verdade não era, de fato, um fato.

O posicionamento das três pirâmides no Platô de Giza realmente se parece com o Cinturão de Orion, mas Collin Andrews descobriu que eles não se encaixam exatamente. Na verdade, quando um mapa celeste de Orion é sobreposto a uma foto aérea das três pirâmides, uma preocupante discrepância fica evidente. Duas das estrelas repousam diretamente sobre o topo de duas das pirâmides, mas a terceira estrela fica de fora. Ela não repousa sobre a pirâmide de forma alguma.

Com a tremenda precisão (inigualada pela maioria das contruções modernas) que essas pirâmides foram contruídas no Platô, pareceu ao Sr. Andrews ser inconcebível que os construtores pudessem ter errado no correta localização da terceira pirâmide. Então, ele se perguntou se havia alguma outra constelação que igualava o posicionamento das pirâmides com precisão. Ele não teve que procurar muito. Ele descobriu que a constelação de Cygnus se igualava perfeitamente com o Platô de Giza.

diferença entre a sobreposição das duas constelações e as pirâmides

Repare a diferença entre a sobreposição das duas constelações e as pirâmides

Na foto acima, as estrelas de Orion são mostradas pelos círculos verdes. As estrelas de Cygnus são mostradas pelos círculos vermelhos. Você pode ver claramente que o padrão de Orion não se encaixa precisamente com as pirâmides, enquanto que o padrão de Cygnus se encaixa.

Além disso, Andrews notou que em cada lugar onde existe uma estrela de Cygnus no esquema, havia algum tipo de grande estrutura. Isto é, exceto pela estrela Deneb. Onde Deneb bate no esquema do Platô de Giza não havia nada. Nem pirâmide, nem templo, nem construção de tipo algum. Então, ele pensou que deveria haver algo grande que estava enterrado.

Em 2010, o Dr. Zahi Hawass, Ministro de Antiguidades do Egito, anunciou que descobriu o túmulo de Osíris. Osíris foi um grande deus do antigo Egito até a época em que o cristianismo começou a tomar o Egito. Ele era o deus do subterrâneo e o deus da ressurreição e nova vida.

Isso sempre foi um ponto a ser debatido entre acadêmicos, os temas sobre mitologia. Alguns assumem que a mitologia era ficção. Outros assumem que há um núcleo de verdade nas mitologias. [N.T. – Realmente, fortes evidências apontam para a realidade, ainda que incríveis, de que alguns mitos representam literalmente a história passada.] Em outras palavras, alguns acadêmicos irão se agarrar ao fato de que, apesar de muita ficção sobre Osíris, provavelmente uma pessoa chamada Osíris realmente existiu. Será?

Hawass descobriu o túmulo de Osíris, encontrando um sarcófago de cerca de 3 metros de comprimento. Interessantemente, há fotos que mostram os trabalhadores levantando o sarcófago de um nível mais baixo onde ele se encontrava até um nível mais alto onde os trabalhadores estavam. Existem fotos que os mostram se preparando para levantar a tampa do sarcófago. Mas, aparentemente, nenhuma foto que mostra o interior do sarcófago depois que sua tampa foi removida foi publicada. Há uma foto que mostra o interior do sarcófago mais tarde, mas não no momento logo após a retirada da tampa. Por quê?

O Dr. Hawass disse depois que o sarcófago estava vazio quando a tampa saiu. Mas será que estava? Isso não é uma tentativa de implicar que Hawass estivesse mentindo, mas é algo muito estranho existirem fotos de todo o processo de manuseio do sarcófago, inclusive das tentativas de retirada da tampa, mas nenhuma foto do que havia dentro depois que a tampa foi retirada.

Isso, é claro, deixa aberta a possibilidade de que a múmia de Osíris (a primeira múmia de que se tem notícia) estava lá dentro. Desde que os antigos que primeiro escreveram sobre Osíris afirmaram que ele teve um nascimento divino e não era deste planeta, a possibilidade de que a múmia de Osíris possa provar ser a de um ser extraterrestre ainda está em aberto. É claro, isso não seria algo para ser alardeado. Então, de acordo com esta teoria, o público não pode ver as fotos de dentro do sarcófago no instante da remoção da tampa, e esta história de sarcófago vazio foi então contada.

Isso seria apenas teorização fantástica se não existissem algumas evidências de suporte. Então, há? Talvez. A evidência é muito circunstancial, mas também muito sugestiva.

Em 7 de março de 2009, a NASA lançou o telescópio espacial Kepler em uma órbita logo atrás da Terra. Ele segue a Terra em sua órbita ao redor do Sol. O custo de sua missão de 3-5 anos é estimado em 600 milhões de dólares. Sua missão é a de procurar por planetas parecidos com a Terra e identificar os que parecem habitáveis.

Já que sua missão é a de procurar por outras Terras, você assumiria a necessidade de olhar por todo o espaço, pois quanto maior a área celeste que você cobre, mais chances de sucesso terá – certo? Bem, isso parece ser a idéia mais acertada – a não ser que você já soubesse onde se encontra uma porção desses planetas. Se você já soubesse de um lugar onde provavelmente teria sucesso de encontrar algum planeta desses, você iria mirar e deixar o telescópio apontado para lá.

Adivinhe só? Isso é exatamente o que os controladores da missão Kepler fizeram. Eles miraram o telescópio, como se fosse um laser, para a constelação de Cygnus! Por quê?

A explicação oficial é a de que ao mirar Cygnus, eles não precisam se preocupar com o Sol obscurecendo o telescópio com sua luz. Mas o Kepler é direcionável e pode ser reposicionado para evitar esse tipo de problema com o Sol. Então, ele realmente poderia ser usado para procurar por todo o espaço por outras Terras. Mas não foi. Ele focou bem em cima de Cygnus, e só em cima de Cygnus.

A missão Kepler acertou em cheio!

Constellation CYGNUS

Constelação de Cygnus

Nos primeiros 6 meses da operação, o Kepler encontrou uma adicional de 1.235 planetas extra-solares. Nós já conhecíamos alguns 500 desses planetas, mas o Kepler acrescentou mais 1.235 à lista. Desse número, 408 estão em sistemas solares como o nosso, com múltiplos planetas. Na verdade, o Kepler localizou 170 desses sistemas solares em Cygnus. Daqueles 408 planetas, Kepler descobriu que uns 50 são habitáveis!

Oficialmente, essas descobertas são chamadas de planetas candidatos. Esse termo é usado pelos negadores para diminuir a importância dessas descobertas. Planetas candidatos significam que são descobertas reais, mas precisam da verificação de outros cientistas. Mas não deixam de ser descobertas reais. Então, o descobrimento de 50 planetas habitáveis aconteceu. Os dados ainda serão revisados por outros cientistas para devida verificação, mas as descobertas aconteceram.

Os antigos Egípcios escreveram sobre seus antecessores e diziam que esses eram canibais, bárbaros, não-civilizados, não-estudados. Eles eram governados por um deus chamado Ra, ná época. Ra construiu poderosas estruturas, mas não fez nada para melhorar esses selvagens. Quando Ra ficou velho, ele deixou a Terra e retornou aos céus. Osíris (cujos pais não eram humanos) ascendeu ao trono. Osíris, o deus de pele verde, era grandemente encomodado pela completa falta de civilização e aprendizado desses humanos, e iniciou o estabelecimento de uma civilização.

Osíris ensinou às pessoas o que comer (e o que não comer), ensinou a elas a agricultura, a escrita, como adorar aos deuses e estabeleceu as leis. Em um tempo relativamente curto, ele estabeleceu a primeira civilização Egípcia e o povo prosperou.

Agora: se Osíris tinha origem entre esses selvagens, alguém deve se perguntar como ele era a única pessoa entre esses selvagens canibais a possuir tais conhecimentos. Mas lembre-se de que os antigos Egípcios que contavam sobre Osíris o colocavam em um grupo diferente dos humanos. Eles o reconheciam como um ser outro, não humano.

É no mínimo interessante que o túmulo de Osíris estava localizado diretamente sob a estrela Deneb (da constelação de Cygnus). É interessante porque é uma grande indicação de que o fato do Platô de Giza e a constelação de Cygnus terem a mesma configuração não é um acidente. Além, a configuração das pirâmides marcam precisamente o lugar onde o túmulo de Osíris estava enterrado.

E se os antigos Egípcios estavam corretos sobre o que escreveram sobre a origem de Osíris? E se ele não fosse daqui, mas dos céus? E se a NASA soubesse já a algum tempo que o Platô de Giza tinha sua configuração igual à Cygnus e não Orion? E se a NASA já algum tempo já soubesse que as histórias sobre Osíris eram reais?

Isso indicaria que a NASA presumiu que já que Osíris não era da Terra, mas viveu na Terra, ele deve ter vindo de um planeta parecido com o nosso. Isso também indicaria que já que houve um Osíris de lá, então outros também poderiam ter suas origens no espaço (sua esposa Isis, Thoth, Set). Mas que lugar é esse? A resposta a essa questão estava marcada no Platô de Giza na forma de um mapa espacial de sua terra natal, Cygnus.

De fato, isso é somente uma teoria, mas uma bem cabível. Por que a NASA apontou o telescópio Kepler exatamente para Cygnus, planejando deixá-lo apontado para lá nos próximos anos? O que os levaram a decidir isso? A história que contaram sobre evitar interferência solar não faz sentido quando sabe-se que o Kepler pode ser reposicionado a qualquer momento desejado. A missão Kepler visava Cygnus muito antes de ter sido iniciada. Por quê? O Platô de Giza parece nos providenciar uma interessante e possível resposta.

O que será que a NASA sabe?

Acharam a Atlântida? Sim… mas não é essa aí

Posted in Arqueologia, Ciência, Guerra de Informação, Política with tags , , , , , on 15 de março de 2011 by hiperdimensao

Alguns artigos (exemplos: portal Terra, Examiner.com) surgiram nessa última semana dizendo que um sujeito, Dr. Richard Freund, arqueologista da Universidade de Hartford achou a Atlântida.

A grande questão que bate em minha caixola, é:

Porque esse tipo de coisa sai na mídia, e não ISTO?!

Por que ninguém comenta sobre isso?

Deem uma olhada nesse site, o Mars Anomaly Research, onde o autor faz um fabuloso trabalho usando apenas o Google Earth ou as fotos disponibilizadas para a imprensa.

E essa não é a única evidência de antigas civilizações submersas! Há muitas e muitas outras.

Por que não comentam isso nos meios de comunicação populares? Está lá pra todo mundo ver!

Acontece que ao termos que admitir uma antiga civilização desse porte e dessa idade, teremos que rever todo aquele lero-lero que aprendemos na escola sobre a história do ser humano na Terra e talvez até mesmo a história do próprio planeta Terra…

E pra fechar, o sítio que o citado doutor achou é tão pequenininho, desse tamanhinho, ó!

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