Archive for the Física Category

A tecnologia incrível da Fundação Keshe mudará o mundo

Posted in Ciência, Disclosure, Física, Futurologia, Medicina, Política, Química, Tecnologia, Ufologia with tags , , , on 25 de janeiro de 2013 by hiperdimensao

O engenheiro nuclear Dr. Mehan Tavakoli Keshe vem a público falar sobre a nova tecnologia que breve estará disponível para toda a humanidade. Veja a sua entrevista legendada em português!

Por anos ele trabalhou em silêncio no desenvolvimento de uma tecnologia tão incrível que poderá trazer a equidade e a paz entre os homens da Terra.

Alguns aspectos de sua tecnologia:

  • Aplicação à exploração espacial, permitindo o homem ir à Marte em 24 horas;
  • Qualquer substância ou material pode ser transformada em qualquer estado da matéria, mantendo sua estabilidade mesmo em condições ambientais;
  • Profundo entendimento do magnetismo e da gravidade;
  • Possibilidade de viagens espaciais de duração praticamente sem limites;
  • Cura de qualquer tipo de doença, incluindo regeneração de orgãos e membros;
  • Criação de nutrientes a partir do ar;
  • Fim da exploração do petróleo, da energia nuclear e de seus efeitos colaterais para a sociedade;
  • Viagens espaciais em qualquer velocidade, tornando a teoria da relatividade irrelevante;
  • Possibilidade de atravessar s galáxias em 20 anos;
  • Nós nos tornaremos os futuros OVNIs em outros planetas;

Ele nos diz em seu site:

Desde o início dos tempos, o desejo do homem tem sido o de ter o suficiente para sua alimentação e um lugar seguro para se abrigar, para criar um ambiente tranquilo, onde ele pode viver com paz de espírito. Nesse processo, poder desenvolver sua cultura e adicionar ao seu conhecimento, o entendimento sobre seu ambiente, o universo e a criação.

Agora a inteligência do homem atingiu um novo nível de compreensão do verdadeiro conhecimento do universo através do desenvolvimento de sistemas magnéticos e
gravitacionais e tecnologias com as quais ele pode replicar e controlar matéria e ambiente do mesmo jeito que esses estão no universo.

Esses sistemas podem prover-lhe alimento, abrigo e energia abundante em qualquer lugar do universo, podendo dar-lhe pela primeira vez a oportunidade de viajar os confins do universo em um ambiente tão familiar quanto aquele encontrado em seu planeta e em sua vida diária.

Com o uso desta tecnologia, o homem será capaz de cruzar seu planeta em minutos, o que fará das fronteiras artificiais criadas através dos séculos coisa do passado, irrelevante e obsoleta.

Agora que o homem está se preparando para viajar no espaço assim como ele o faz ao redor de seu planeta, ele está se preparando para se reunir com a comunidade universal para se aventurar pelos confins do espaço assim como outras criaçoes de Deus o fazem. Mas primeiro, ele precisa encontrar a paz em lar.”

Já não era tempo!

Newton e Einstein: prova-se que eles estavam errados

Posted in Arqueologia, Astronomia, Ciência, Disclosure, Física, Física de Torção, Guerra de Informação, Jornalismo, Nova Ordem Mundial, Política, Tecnologia with tags , , , , , , , , , , on 5 de junho de 2012 by hiperdimensao

A prova de que Newton e Einstein se equivocaram ao descrever a mecânica celeste já chegou como uma boa nova para sua vida. Eles estavam errados e um incrível relance da oportunidade que temos como espécie traz o paraíso direto para a Terra. Basta querer.

E é atrás desse grande sonho que a Planície de Giza, no Egito, merece atenção especial hoje, no dia 6 de junho de 2012.

Uma equipe de grandes pesquisadores estará realizando moderníssimos testes de física de torção, que, se confirmados, trarão a possibilidade de engenharia tecnológica de instrumentos antigravitacionais, multidimensionais, energia livre, entre outras peripécias somente sonhadas por aficcionados da ciência teórica e filosófica da física.

Testes iniciais positivos foram feitos por Maurice Allais em 1954 e confirmados em 1959. Allais notou que pêndulos eram fortemente afetados pelo trânsito de grandes corpos celestes cruzando a nossa região visual do Sol, o que coloca sérios problemas acerca da mais básica premissa da física: a inércia dos corpos.

A escolha do local provará também que os grandes monumentos deixados como prova da grandiosidade de nossos ancestrais são, de fato, muito mais do que pedras empilhadas.

Há aqui certamente a descoberta de um novo tipo de campo, mais amplo, que rege nossa realidade multidimensional. Assim como o magnetismo abarcou a elétrica, esse novo tipo de energia abarcará também o tempo e a gravitação como aspectos intrínsecos de uma mesma “força” ou princípio universal.

Muitos proponentes hoje, como o físico Nassim Haramein – que tem um ótimo trabalho publicado -, trazem sérias constatações de que a visão que temos da nossa realidade está totalmente equivocada e estruturada num bloco rígido de pensamento.

Nassim Haramein explica sua visão do cosmos. Você precisa ver o que este cara tem a lhe mostrar:

Airbus muda conceito de aeronave radicalmente

Posted in Ciência, Física, Futurologia, Holografia, Nanotecnologia, Tecnologia with tags , , , on 24 de julho de 2011 by hiperdimensao

 

Com as novas informações sobre a grande Revelação sendo divulgadas, somente podemos imaginar, hoje, como serão as aeronaves com a maior capacidade tecnológica que o ser humano terreno será capaz de construir. Pensando nas novas tecnologias disponíveis para o ser humano comum, a empresa fabricante de aeronaves Airbus lança um video com novos conceitos de transporte aéreo. Apesar de futurista, as tecnologias disponíveis e utilizadas hoje pelo complexo industrial-militar está muito à frente o que podemos sequer imaginar.

Ao observar o video, podemos conceber usos pragmáticos para tecnologias já disponíveis, mas ainda não exploradas no mercado devido a incapacidade econômica de produção.

Meta-materiais, materiais que se moldam sob diferentes correntes elétricas, hologramas, háptica, ressonância magnética cerebral funcional e redes neurais integradas, materiais auto-suficientes e impressos em 3D, colheita de energia, estruturas biônicas, membranas poliméricas, materiais compósitos: todas essas tecnologias irão trazer muito mais do que as mais loucas histórias de ficção científica jamais imaginaram. E isso é só o começo…

Experiências-de-quase-morte – A conexão extraterrestre

Posted in Ciência, Física, Filosofia, Medicina, Traduções with tags , , , , , , , , , , , , , on 18 de maio de 2011 by hiperdimensao

– Texto original aqui.

– Tradução por Hiperdimensão.

O que acontece depois que a gente morre? Se nos focarmos nos aspectos científicos das paradas cardíacas que levam à morte, o que descobrimos? Cientistas tem se focado há décadas para encontrar respostas para essas perguntas. O que eles tem descoberto é surpreendente.

A moderna ciência da ressucitação já faz 50 anos agora. É a ciência de reviver um corpo após a sua morte. Se consiste basicamente em reiniciar os batimentos cardíacos após uma parada. Hoje em dia, 10-20% dos corações que param são restituídos à vida com sucesso. Isso tem dado aos cientistas médicos oportunidades para explorar as experiências de quase morte (EQM).

Os cientistas descobrem que aproximadamente 20% desses indivíduos se lembram de suas EQMs. Por que o restante, os 80% das pessoas ressucitadas, não se lembram da EQM?

Todos aqueles que se lembram de sua EQM descrevem, mais ou menos, as mesmas similares experiências. Em termos de uma medicina estritamente científica, já está realmente provado o fato de que a mente/consciência de fato continua por pelo menos uma hora além da parada cardíaca ou morte objetiva, quando o cérebro tem seu fluxo sanguíneo interrompido.

Aqueles que experimentam uma EQM descrevem uma luz branca. Eles veem seus parentes, especificamente seus pais e outros parentes próximos. Eles veem tuneis e uma rápida reflexão de sua vida e do impacto de suas ações nessa mesma. Sobretudo, essas experiências são agradáveis e as pessoas que retornam da EQM não tem mais o medo da morte e se tornam menos materialistas para o resto de suas vidas.

Atualmente, os cientistas tem explicado todos esses fenômenos em termos de ciências como a física e a medicina. Interessantemente a física plasmática contemporânea descreve a luz branca nas EQMs como um ponteiro de fluxo eletromagnético em uma dimensão mais alta da hiperespaço. Simplesmente colocado, ela é a projeção de nossa própria energia de ponto zero que continua a viver mesmo quando nós estamos na Terra realizando nossa curta jornada da vida. O enlace que esse pessoal faz da vida à morte é o movimento através de um buraco negro em direção ao hiperespaço. O tunel é o tunel de singularidade que vai até o hiperespaço e que nos leva à continuidade da nossa vida em uma civilização hiperespacial à qual pertencemos.

O Dr. Sam Parnia do Centro Médico Weill Cornell, um proeminente pesquisador em EQM, descobriu algo surpreendente. Um garoto de 3 anos de idade teve uma parada cardíaca e experimentou uma EQM. Ele foi trazido de volta à vida, graças aos recentes milagres da ciência médica. Depois do episódio, ele começou a fazer desenhos em que uma luz branca se conectava a ele através de uma cordão. Isso é muito significativo e mostra que nós estamos realmente conectados a essa luz branca (nosso verdadeiro Eu) o tempo todo. Na morte nós apenas nos unimos a esse fluxo de energia. Os parentes que vem nos receber na EQM são guias desse universo paralelo no hiperespaço de onde nós de fato pertencemos. Nossa família, pessoas que nós conhecemos, são todas reais no hiperespaço e continuam a existir eternamente [N. T. – Note aqui o sentido da palavra eternamente. Diferentemente do termo ‘para sempre’, o termo “eterno” tem originalmente um significado atemporal, onde não há sentido nossas representações dimensionais de uma linearidade do tempo com passado, presente e futuro. O termo ‘eterno’, por motivo de má interpretação, acabou se generalizando e se difundindo no linguajar popular como se fosse equivalente ao termo ‘para sempre’. Na verdade, o termo correto que substitui ‘para sempre’ é o termo ‘sempiternamente’, ou seja, aquilo que nunca tem fim, o tempo que se estende ao futuro indefinidamente. Veja o que nos diz Louis Pauwels e Jacques Bergier sobre isso: “Para fazer compreender aos alunos do primeiro ano o que poderia ser o conceito de eternidade, o padre jesuíta de um célebre colégio servia-se da seguinte imagem: ‘Imaginai que a Terra seja de bronze e que uma andorinha, de mil em mil anos, a roce com a sua asa. Quando desta forma a Terra tiver desaparecido, só então começará a eternidade…’ Mas a eternidade não é apenas a infinita extensão do tempo. É diferente da duração. É preciso desconfiarmos das imagens. Servem para transportar a um nível de consciência mais baixo a idéia que não poderia respirar senão noutra altitude e entregam um cadáver no rés-do-chão. As únicas imagens capazes de transportar uma idéia superior são aquelas que criam um estado de surpresa na consciência, de expatriação, próprias para elevar essa consciência até o nível onde vive a idéia em questão, onde é possível captá-la na sua frescura e na sua fôrça. Os ritos mágicos e a verdadeira poesia não tem outra finalidade. Eis por que não procuraremos dar uma ‘imagem’ desse conceito do ponto para além do infinito.”].

O ponto de energia zero se centra na consciência, contínua no hiperespaço, comunicante conosco através desse túnel de singularidade. O vácuo quântico hiperespacial provê a agradável experiência ao permitir que o nível quântico da energia de ponto zero dê um salto a um nível superior.

Os físicos estão intrigados por causa das recentes interpretações matemáticas de uma singularidade em forma de buraco negro. É uma projeção a nível quântico de uma transformação energética de um nível para outro. Essa transformação necessita de uma completa transposição das dimensões tridimensionais espaciais do nosso universo para dimensões mais altas do hiperespaço. Isso exige uma dissociação sistemática da energia quântica num fluxo retrógrado de espaço e tempo. Isso explica o ‘playback’ de vida na EQM.

Como já mencionado, somente 20% dos indivíduos se lembram da EQM. E os outros 80% que são ressucitados?

Médicos pesquisadores acreditam que isso seja devido à uma conexão cerebral tal que as pessoas que se lembram de uma EQM são aquelas que tem todo o fornecimento sanguíneo para o cerébro cortado. De acordo com os pesquisadores, aqueles que se lembram da experiência se comunicam melhor com seus próprios aspectos hiperdimensionais [N. T. – Também chamado de Eu-Superior/Higher-Self]. O fato é que enquanto vivemos neste planeta, nosso Eu-Superior (nosso verdadeiro Eu [N. T. – ou Self][N. T. – No original está escrito ‘shadow projection‘, o que seria uma interpretação bastante errônea e distorcida pelo uso incorreto de dois termos inapropriados. Shadow, ou sombra, normalmente se referem à concepção de Jung de uma instância da personalidade, inconsciente e reprimida, frequentemente repudiada pela pessoa, que tende comumente a projetar essa sombra sobre o outro. É o famoso dito ‘vemos nos outros o que não conseguimos ver em nós mesmos’. Já o termo ‘projection’, ou projeção, se referindo ao verdadeiro aspecto de nós mesmos, o nosso Eu-Superior é totalmente contraditório, pois se esse Eu-Superior é a fonte real da nossa existência, somos nós então, na tridimensionalidade, uma projeção desse verdadeiro Eu, assim como um cubo tridimensional projeta uma figura bidimensional sobre uma superfície, sendo o cubo hiperdimensional em relação à sua projeção]  continua sua jornada em uma civilização extraterrestre baseada no hiperespaço. Esse é o motivo pelo qual alguns de nós se lembram melhor dos sonhos do que outros. A comunicação com nosso Eu-Superior [N. T. – no original, shadow projection] em dimensões mais altas também explica o fenômeno do poder da vontade, da intuição, das experiências-fora-do-corpo, do poder de cura etc.

O paranormal na verdade é o normal se você decide olhar além dos aparentes obstáculos e limitações de nossa ciência ainda em evolução.

WebBot Project usa “Data Zero” de 21 de dezembro de 2012 em suas previsões com auxílio do programa TimeWave Zero

Posted in Disclosure, Física, Futurologia, Guerra de Informação with tags , , , , , , , on 4 de fevereiro de 2011 by hiperdimensao

Os autoproclamados “monges do tempo” do WebBot Project (WBP) publicaram um artigo exibindo dados de suas previsões. O artigo em questão foi publicado no dia 26 de julho de 2010. Nota-se que o gráfico usado nessa previsão faz parte de outro projeto, o TimeWave Zero (TWZ) de  Terrence McKenna, baseado no I Ching ou O Livro das Mutações chinês.

O TWZ tem como base um programa de computador que plota um gráfico onde temos uma linha de tempo nas abscissas e um índice numérico nas ordenas. O WBP interpreta esses valores numéricos como uma medida de tensão emocional planetária.

As previsões do TWZ só podem ser feitas se antes entrarmos com a chamada “Data Zero”, que é quando supostamente o modelo de ressonância fractal de nossa realidade consensual irá terminar. A data usada é a do dia final do calendário Maia. Acontece que há várias divergências de quando isso realmente irá ocorrer.

Alguns autores dizem que a data de 21 de dezembro de 2012 está errada, devido a várias inconsistências na contagem do tempo através dos séculos, sendo que a data mais apropriada seria o dia 28 de outubro de 2011.

Independente disso, os caras do Half Past Human têm feito um ótimo trabalho, ganhando respeito com previsões anteriores que se concretizaram. Um dos últimos feitos foi a previsão do vazamento de óleo no Golfo do México 1/um mês antes do acontecimento que marcou a história da imbecilidade humana nesse planeta. Os relatórios sobre o futuro, publicados periodicamente no site, são escritos baseados na forma de lexos arquetípicos tirados da constante flutuação emocional que as pessoas imprimem em seus textos na internet. No caso do trágico evento, ele apareceu nos relatórios como “blue flue”, ou seja, algo como “cano de chaminé [do] azul” e com associações de acontecimentos que teriam impacto nos mercados internacionais, na saúde da população americana etc.

O novo relatório, publicado dia 25 de janeiro de 2011, contém previsões acerca da morte do dólar como moeda internacional, de manifestações contra falhas nos serviços básicos dos EUA e de uma iminente crise no preço de alimentos. Felizmente, esses eventos servião de catalizadores para as necessárias mudanças que teremos em nosso atual-já-velho mundo. E novamente, parece que os monges estão cada vez mais afiados em suas previsões:

Preços dos alimentos no mundo atingem novos recordes

O bloqueio de Obama à novas usinas de energia desencadeia apagões pelo país [EUA]

Até Donald Triumph está alertando que um colapso econômico está chegando

 

Matéria é Movimento Retardado – “Um véu de tristeza inexplicável”

Posted in Física, Filosofia, Literatura, Traduções with tags , on 3 de fevereiro de 2011 by hiperdimensao

O título deste post remete a um capítulo de um livro há muito esquecido, “Etidorhpa”. O livro, narrado por Llewellyn Drury, nos conta sobre seu encontro com um homem muito misterioso que lhe entrega um manuscrito contando sobre sua jornada até o centro da Terra, fazendo-o prometer publicar um livro 30 anos depois. Llewellyn Drury aceita o contrato, mas desiste da promessa. Quem acaba por produzir o livro é John Uri Lloyd. O livro é, portanto, uma história dentro de outra história.

Este livro pode ser lido na íntegra em Forgotten Books.

O que mais chama atenção neste livro, além da metalinguagem, é a grande sabedoria filosófica de alguns personagens. Sabedoria que ultrapassa os limites da ciência na época em que foi escrito – 1897.

Segue um trecho, de livre tradução minha:

“É possível – não é? – para você imaginar uma contínua saraivada de bolas de ferro passando perto de você em uma linha, em uma direção horizontal com considerável velocidade. Suponha que uma placa de vidro fosse gradualmente movida de forma que uma de suas quinas fosse atingida por uma das bolas; então toda a lâmina de vidro seria fragmentada pelo choque, mesmo que o projétil tenha atingido somente um único local do vidro, o ponto de contato cobrindo apenas uma pequena área. Imagine agora que a velocidade da saraivada de projéteis seja aumentada em mil vezes; então a vidraça introduzida no caminho seria finamente cortada, como se fosse com uma lima que tivesse lixado seu caminho sem produzir uma simples fratura radial. Uma pessoa estando perto da saraivada agora ouviria um profundo som parecido com um ronronar ou rugido, causado pela fricção entre os projéteis e o ar. Aumente gradualmente a rapidez de seus movimentos, e esse rugido se tornaria mais agudo, passando de um profundo, grave murmúrio, em um menos grave, e enquanto a velocidade é aumentada, o tom se tornaria mais agudo, e finalmente dolorosamente estridente. Aumente agora a rapidez do trem de projéteis de novo, e de novo as notas seriam diminuídas, voltando novamente e sucessivamente através dos vários tons que se sucederam, e finalmente alcançariam o grave rugido que primeiro chegou aos ouvidos, e com um incremento adicional na velocidade, o silêncio se sucede, silêncio sempre, independentemente do incremento de velocidade. Dessas centenas de milhas por segundo que a saraivada está agora passando, deixe que a rapidez seja aumentada em mil vezes, alcançando em seu vôo milhões de milhas a cada segundo, e para os olhos, a partir do ponto onde o som desapareceu, enquanto a velocidade aumentava, uma indistinta vermelhidão apareceria, um brilho quase imperceptível, indicando ao sentido da visão, por uma linha contínua, o caminho dos mísseis em movimento. De qualquer jeito, a linha seria tão uniforme quanto uma iluminada marca de lápis, apesar de que as várias balas integrantes da trilha estejam separadas uma das outras por milhas de espaço. Deixe agora uma placa de vidro atravessar o caminho, e do ponto de contato, uma chuva de faíscas voaria, e as beiradas do vidro juntas a cada lado do orifício aparentariam, depois que se retirasse o vidro, serem sido fundidas. Conceba agora que a velocidade das balas sejam dobradas e triplicadas, de novo e de novo, a linha de luz vermelha se torna mais clara, e então brilhante, e finalmente enquanto a velocidade aumenta, chega um ponto onde puro branco resulta, e ao sentido humano a trilha seria um algo contínuo, tão sólido quanto uma barra de metal em calor branco, e (inclusive se as balas estivessem separadas por mil milhas), um homem com seus sentidos não poderia fazer prova de sua existência separada. Aquele pedaço de vidro ou qualquer substância, até mesmo aço ou diamente, que atravessassem o caminho agora seriam simplesmente derretidos, sendo a porção excisada e carregada para fora do caminho nem se parecendo com cintilações nem com fragmentos de matéria. O sólido instantaneamente se liquefaria, e se espalharia como um fino filme sobre a superfície de cada bola branca, cada massa quente de metal voador, agora, para qualquer condição, essencialmente uniforme como uma barra de ferro. Aumente loucamente a velocidade para milhões em cima de milhões de milhas por segundo, e o calor irá desaparecer gradualmente assim como o som, enquanto a brilhante luz irá passar de volta sucessivamente através das matizes de cores primárias que são atualmente conhecidas pelo homem, começando pelo violeta, e terminando com o vermelho, e enquanto o vermelho desaparece gradualmente o trem de balas irá desaparecer para o sentido do homem. Nem luz, nem som irão acompanhar a saraivada, nem o olho humano, nem o ouvido humano poderão perceber sua presença. Deixe uma placa de vidro ou qualquer outro objeto atravessa-lá de borda a borda, e não dará ao sentido humano qualquer evidência de sua existência; as moléculas do vidro se separarão na frente para se juntarem atrás, e o trem em movimento passa através dele tão livremente quanto a luz, deixando a superfície do vidro inabalada.”
“Espere,” eu interrompi; “isso seria como um tipo de matéria passando através de outro tipo de matéria sem perturbar uma a outra, e há uma lei física que duas substâncias não podem ocupar o mesmo espaço ao mesmo tempo.”
“Essa lei dá conta enquanto o homem assim entende o assunto, mas as balas não são mais matéria. Movimento de massa foi primeiramente modificado em movimento de moléculas, e movimento de moléculas se tornaram finalmente aumentados em movimento de entidades de força livre enquanto as balas se desintegraram em corpúsculos moleculares, e então se dissociaram em átomos. Nesse último ponto os sentidos da visão e do toque cessaram de serem afetados pela coluna de movimento (nem de massa nem de força), e o próximo pulo na velocidade dos átomos os fez desaparecerem, e o movimento livre intangível, resultou em nada, vazio.”
“Este resultado é o espírito do espaço que a tudo permeia (o ether da humanidade), tão sólido quanto diamante e tão móvel quanto o vácuo. Se você puder reverter a ordem desse fonômeno, e imaginar um retardo irregular da rapidez de tal movimento atômico, você pode ler a história da formação do universo material. Siga a cadeia de eventos de trás para frente, e com o decrécimo da velocidade, movimento se torna matéria novamente, e de acordo com as condições governando a mudança de movimento em matéria, de tempos em tempos os vários elementos sucessivamente aparecerão. Os planetas podem crescer por fora e por dentro, e espaço ethereo pode gerar poeira elemental. Se você puder conceber uma condição intermediária onde puro movimento do espaço se torna parcialmente tangível, e ainda não tão suficientemente grosseiro para ser matéria terrestre, você pode imaginar como tais forças que o homem é familiarizado, luz, calor, eletricidade, magnetismo, ou até gravidade são produzidas, pois esses também são distúrbios no movimento do espaço. Deve ser facilmente entendível que, de acordo com o mesmo simples princípio, outros elementos e forças desconhecidas, agora imperceptíveis às limitadas faculdades do homem, podem ser e são formadas fora e dentro de seu campo de percepção.”

Repare que o personagem aí diz que um sólido, ao atingir uma certa velocidade de deslocamento no espaço, torna-se luz, pura energia.

As principais questões que aqui são levantadas:

Como o personagem tinha o conhecimento sobre a natureza dualística da matéria, sendo que essa natureza foi somente reconhecida depois de realizado o experimento de Young com um elétron de cada vez em 1974?

Como o personagem tinha o conceito de que matéria e energia são, na verdade, transmutáveis entre si, resultado de diferentes formas de manifestação de uma mesma “substância prima”?

Leia o livro. Este é apenas um exemplo, das dezenas que compõe essa fantástica estória – ou melhor, HISTÓRIA.

O organismo nanotecnológico

Posted in Biologia, Física, Nanotecnologia, Química with tags , , , , , on 23 de julho de 2010 by hiperdimensao

Nosso corpo, nosso organismo, é um intrincado sistema formado pela interação de inúmeras nanopeças, normalmente chamadas de “proteínas”. Proteína é o nome dado a uma classe de moléculas formadas a partir de subunidades protéicas (outras peças menores) bem definidas e abundantes no universo. O total dessas subunidades que usamos para formar nosso organismo é de número 22 – são os aminoácidos. Assim, cada proteína responsável pela formação de nosso corpo é o produto da combinação desses 22 blocos básicos, ainda menores que as proteínas, encadeados nas mais diversas combinações virtualmente sem limite de tamanho.

Interessante é notar que cada aminoácido somente pode ser encaixada entre outros 2, de forma que o encaixe de várias peças resulta num um encadeamento linear – uma fita.

Cada uma dessas 22 peças possui propriedades (a)elétricas ou de carga, (b)magnéticas, (c)plásticas e (d)conformacionais diferentes de modo que os particulares concatenamentos produzem um número infinitamente virtual de novas “peças” que podem interagir entre si formando eficientes mecanismos. A combinação variada entre os 22 aminoácidos que formam nosso organismo é usada para a criação de nanopeças, que por sua vez formam nanomáquinas – máquinas de tamanho nanométrico que cumprem, dentro do nosso organismo e de nossas células variadas inúmeras funções.

Aqui é um exemplo de uma nanomáquina responsável pela duplicação da molécula de DNA. Note como o conjunto molecular atua harmonicamente. A interação entre o substrato genético e a máquina replicadora muda a conformação da própria máquina, que por sua vez muda a conformação e disposição do próprio substrato gerando um ciclo. É um processo cíclico, dialético e convergente – ou seja, um processo em espiral.

Todo o nosso corpo é assim. Mas não achem que somos apenas esse conjunto de intrincados mecanismos, uma mera e multifuncional engrenagem. Só quero chamar atenção aqui para o elevadíssimo grau de tecnologia envolvida na manifestação de nossos corpos nessa nossa realidade consensual.

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