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Baleia aprende espontaneamente a imitar fala humana, uma demonstração de livre arbítrio entre espécies inteligentes

Posted in Biologia, Ciência, Disclosure, Jornalismo, Tecnologia, Traduções on 4 de novembro de 2012 by hiperdimensao

Foto de Baleia Beluga

(NaturalNews) Em 1984, o biólogo marinho Sam Ridgeway e outros continuaram pensando que estavam  ouvindo murmúrios vindos da baleia e golfinho no tanque National Marine Mammal Foundation, em San Diego, Califórnia.

Os sons que ouviram do tanque lembravam os seres humanos que falam a distância, portanto, impossíveis de entender. Então, um dia mais tarde, um mergulhador emergiu do tanque exigindo saber “Quem me disse para sair?”

Ridgeway e outros na base naval finalmente entenderam de onde os murmúrios estavam vindo. Eles determinaram que uma das baleias no tanque, um macho de baleia beluga branco chamado NOC, era um falador. NOC tinha sido estado em cativeiro entre os seres humanos por algum tempo depois de ser capturado na natureza.

Era sabido que os golfinhos poderiam ser treinados para imitar a fala humana. Mas NOC não havia recebido qualquer formação em discurso ou treinamento parecido. Até então, relato de casos parecidos vem de anedotas que ouvimos por aí, tal como um relatório de cuidadores no Aquário de Vancouver, em British Columbia, Canadá, em uma audição uma das baleias brancas disse seus nomes.

Ridgeway e sua equipe gravou sons NOC e padrões de fala ao longo dos próximos quatro anos para oferecer a prova científica de que um mamífero marinho podia falar depois de superar deficiências físicas.

Baleias não possuem uma laringe. Seus altos gritos agudos são realizadas através da combinação de suas cavidades nasais e furos de sopro.

De acordo com Ridgeway, “Nossas observações sugerem que a baleia teve que modificar sua mecânica vocais, a fim de fazer os sons da fala como. Esforço óbvio, Tal sugere motivação para contato.”

Uma baleia ou golfinho em cativeiro marinha não entram em contato com os cuidadores diretamente quando na superfície. Esses guardas vão gritar comandos ou chamar seus nomes.

A água é um bom meio para o som;  por isso, mesmo abaixo da superfície, uma baleia ou golfinho pode ouvir cuidadores falando sobre a superfície ou observadores falando enquanto observam através de um vidro de aquário.

Motivação para o contato, hein?

As baleias e os golfinhos são cetáceos, muito sociais, mamíferos marinhos que ficam juntos em família, em viagens durante longos períodos de tempo. Eles são predadores, mas a maioria se alimenta de peixes muito menores.

Apenas a orca ou baleia assassina, apelidado de o lobo do mar, é temido por todos os outros seres marinhos, baleias ainda maiores. Ao contrário das orcas, as baleias brancas beluga não são tão agressivos ou tão grandes.

Todos os cetáceos são nadadores incríveis capazes de viajar longas distâncias, até 100 quilômetros em menos tempo com velocidades de até 50 quilômetros por hora e rapidamente mergulham várias centenas de metros de profundidade.

Seu habitat natural e seu comportamento lhes permitem fazer o que eles estão fisiologicamente preparados para fazer, em viagens entre outros com quem têm familiaridade desde longo tempo. Aquaristas ao descartarem essas características como sem importância em cativeiro, é porque eles são alimentados e não precisa caçar em viagens como fazem na natureza.

Mas duas características observadas entre muitos cetáceos em cativeiro, incluindo orcas, desafiam essas reivindicações. Uma delas é a barbatana dorsal caída, aparente nos animais de aquário. Muitos deles apresentam uma barbatana dorsal que inclina para um lado ou do outro, quase como um cão arrastando sua cauda. Este pode muito bem ser um sinal análogo ao de depressão.

A depressão e a falta de mobilidade também se manifestam no tempo de vida desses animais, muito mais curtos. Por exemplo, uma baleia beluga na natureza pode viver por 60 anos, mas em cativeiro eles raramente sobrevivem por mais de 20 anos. NOC morreu em cativeiro com a idade de 30. Talvez ele estava tentando dizer “me deixem sair”, quando o mergulhador ouvido “é pra sair”.

A cura do câncer existe e é real

Posted in Biologia, Ciência, Disclosure, Guerra de Informação, Jornalismo, Medicina, Nova Ordem Mundial, Política, Química, Tecnologia with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , on 13 de maio de 2012 by hiperdimensao

A cura para o câncer, de fato, já é conhecida e documentada há quase um século. E não estou falando de quimioterapia (veneno), nem de radiação.

Desde Max Gerson, o médico alemão que desenvolveu a terapia que leva seu nome, pelo menos outras duas terapias curativas existem: os antineoplastons do Dr. Burzynsky e a maconha, crua, em sua forma natural não-queimada.

A terapia de Gerson

A terapia de Gerson consiste basicamente em tentar eliminar do organismo qualquer tipo de substância tóxica e prejudicial, prevenindo uma sobrecarga fisiológica do sistema imune na tentativa de eliminar e neutralizar os agentes poluentes do nosso meio orgânico corporal.

Isso é feito evitando-se qualquer forma de alimento processado, como farinha e açúcar refinados, que passam por vários processos químicos para se tornarem brancos e de aspecto “puro”. Evita-se também a ingestão de agrotóxicos; portanto, só é permitido alimentos orgânicos.

Ao dizer que o solo é responsável por nosso metabolismo externo, o Dr. Max Gerson brilhantemente nos traz com essa analogia a visão de mundo que evoca Gaia, a idéia de que o planeta Terra é um só organismo vivo do qual somos apenas uma parte desse todo.

Pensando assim, o Dr. Gerson institui uma alimentação em que o máximo de nutrientes em sua forma in natura deve ser ingerido, aumentando assim as chances de conseguir uma quantidade mínima de certas substâncias que seriam impossíveis de absorver apenas pela mastigação. Isso é feito com uma prensa, que extrai o suco de aproximadamente 10 kilos de vegetais variados e esse extrato será tomado ao longo do dia, juntamente com as refeições naturais compostas de vegetais, folhas, frutas, grãos e tudo o mais que for natural e livre de toxinas.

Sua neta, Charlotte Gerson, possui uma clinica no México. Há outras clínicas espalhadas pelo mundo que, usando o método desenvolvido por Gerson, tratam não só o câncer, mas também doenças cardiovasculares e autoimunes com sucesso.

Assista e divulgue os documentários “Morrendo por não saber” e “O milagre de Gerson“:

Amigdalina

A partir de 1974, o ativista político e autor do livro World Without Cancer – The Story of Vitamin B17, G. Edward Griffin passa a advocar em favor de uma substância conhecida por amigdalina, não oficialmente reconhecida como vitamina B17.

Sua proposta é parecida com a de Gerson e afirma que o câncer na verdade é uma doença gerada por uma deficiência nutricional. Assim como a falta de cada vitamina causa uma doença, como por exemplo a falta de vitamina C causa escorbuto; de vitamina B12, anemia e problemas neurológicos; vitamina E, esterelidade, e assim por diante, a deficiência de vitamina B17/amigdalina causa câncer.

No mesmo ano, o Dr. John A. Richardson, começou a curar pacientes com câncer usando um método similar ao de Gerson. Mas ao invés dos sucos, o Dr. Richardson passou a usar suplementos vitamínicos e altas de doses de amigdalina. O resultado inacreditável pode ser conferido em seu livro de descrição de casos Laetrile Case Histories: The Richardson Cancer Clinic Experience.

Antineoplastons

Os antineoplastons são uma categoria de substâncias não-tóxicas, peptídicas, descobertas pelo médico polonês Stanislaw Burzynsky. Ele percebeu que havia uma substância ainda não mapeada na urina de pessoas sem câncer e que nas pessoas com câncer, essa substância faltava. Ele fez a descoberta enquanto trabalhava em sua tese de doutorado.

Um tipo de câncer chamado glioma do tronco cerebral que nunca antes tinha sido curado num ensaio clínico controlado  foi curado pela primeira vez na história da medicina usando antineoplastons. Foram dezenas de casos similares.

Assista e divulgue o documentário Burzynsky – O câncer é um grande negócio:

Maconha

A maconha, por si, é um capítulo à parte na história das substâncias lendárias e controversas. Com a crescente apaziguação do preconceito, inclusive pelos profissionais da saúde, mais luz é jogada no conhecimento das propriedades benéficas (eu diria milagrosas) da planta que cresceria por aí com a mesma facilidade que capim – se não fosse proibida.

A quantidade de trabalhos publicados a cada ano cresce de maneira espantosa. Entre eles, um  estudo publicado na revista “Nature Reviews-Cancer” fornece, além dos detalhes, uma explicação histórica sobre como o THC e os canabinóides naturais combatem o câncer, mas preservam as células normais.

Um outro estudo, de Manuel Guzmán de Madrid, Espanha, descobriu que os canabinóides, os componentes ativos da maconha, inibem o crescimento de tumores em animais de laboratório. Eles fazem isso através da modulação das principais vias de sinalização celular, induzindo a parada do crescimento e morte de células tumorais, bem como inibindo o crescimento de vasos sanguíneos que alimentam o tumor.

O estudo de Guzman é muito importante, de acordo com o Dr. Ethan Russo, um neurologista e autoridade mundial sobre a Cannabis medicinal: “O câncer ocorre porque as células se tornam imortais, pois elas não prestam mais atenção aos sinais normais de desligar o crescimento. Uma função normal de remodelação no corpo exige que as células morram sob controle. Esta é a chamada apoptose, ou morte celular programada. Esse processo deixa de funcionar em tumores. O THC promove o seu reaparecimento, para que os gliomas, leucemias, melanomas e outros tipos de células, com efeito, fiquem atentas aos sinais, parem de se dividir, e morram. ”

Mas, isso não é tudo“, explica Dr. Russo: “A outra forma que os tumores crescem é garantindo que estes sejam alimentadas: eles enviam sinais para promover a angiogênese, o crescimento de novos vasos sanguíneos. Os canabinóides também desligam esses sinais. É verdadeiramente incrível, e elegante.”

Em outras palavras, este artigo explica diversas maneiras em que os canabinóides podem ser utilizados para combater o câncer, e, como diz o artigo, “Os canabinóides são geralmente bem tolerados, e não produzem os efeitos tóxicos das quimioterapias convencionais.

Um outro estudo mais recente, demonstrou os benefícios da utilização da Cannabis no combate ao câncer de fígado. Os pesquisadores descobriram em seus estudos que a Cannabis promove a inibição do crescimento de células cancerígenas.

E em um terceiro estudo, publicado em 2009 por pesquisadores da Suíça, descobriram que “os efeitos anti-tumorais mediados pelos canabinóides não estão limitados a inibição da proliferação de células cancerígenas, mas os canabinóides também reduzem a angiogênese, a migração celular e metástase, inibem a carcinogênese e atenuam os processos inflamatórios.”

Lembre-se que os efeitos benéficos advém da maconha consumida in natura, ou seja, crua, não-queimada.

As questões

Por que esse conhecimento não é divulgado? Por que não ensinam isso nas escolas de medicina?

Normalmente, qualquer história que sequer sugira a possibilidade de um novo tratamento para o câncer é saudada com manchetes sobre a “cura do câncer”, quão remota e improvável seja. Mas se métodos “fora do esquema” corporativo estiverem envolvidos, quem dera a – fale baixo… – maconha, não esperem nenhuma cobertura da mídia, já que os editores tradicionais vêm silenciosamente matando esta história desde sempre.

E isso é porque Doença dá lucro. É muito mais lucrativo tratar pra sempre com remédio feito do petróleo do que curar rapidamente, ainda mais com substâncias naturais, impatenteáveis.

– agradeço a colaboração de www.anovaordemmundial.com e caminhoalternativo.wordpress.com

Plantar maconha para fins medicinais deixa de ser ameaça criminal em tribunais americanos

Posted in Biologia, Ciência, Disclosure, Filosofia, Guerra de Informação, Jornalismo, Medicina, Nova Ordem Mundial, Política, Química, Tecnologia with tags , , , , , , on 1 de abril de 2012 by hiperdimensao

Você sabia que o THC da “Cannabis sativa” não-psicoativo (quando a planta está crua) é um tremendo remédio? Atua como potente anti inflamatório, analgésico e ainda milaculosamente tem propriedades oncopênicas / anticâncerígenas ainda não elucidadas pela medicina. No link, histórias do milagre, por favor, veja!

Ainda, o Departamento de Justiça americano conclui: “…em se tratanto de termos médicos, a maconha ingerida é muito MAIS SEGURA para a saúde do que muitos outros ALIMENTOS disponíveis para consumo.”

Assista ao video!!

http://www.youtube.com/watch?v=7xPmR8j4plw

Maiores informações:

http://www.naturalnews.com/035400_juicing_cannabis_remedies.html

Superbactérias usadas como armas biológicas pelas indústrias farmacêuticas

Posted in Biologia, Ciência, Engenharia Genética, Medicina, Nova Ordem Mundial, Política, Tecnologia with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 20 de junho de 2011 by hiperdimensao

Agora, neste exato momento, pacientes estão adoencendo e enchendo hospitais na Alemanha e EUA. O que ninguém está perguntando é como uma E. coli pôde, como por mágica, se tornar resistente à oito classes diferentes de antibióticos e depois, de repente, aparecer na comida das pessoas?

Essa variação da E. coli em particular faz parte das cepas O104, as quais normalmente são susceptíveis aos antibióticos em geral. Se uma cepa assim adquiriu tal inacreditável resistência, isso se deve à repetida exposição aos antibióticos, criando uma pressão mutagênica canalizadora de tal imunidade.

Se você está curioso para saber de onde veio essa superbactéria, basta aplicar uma engenharia reversa ao código genético dessa E. coli para poder se saber, acuradamente, a ordem em que as mutações ocorreram. Quando se faz isso, algo fascinante emerge.

O código genético revela sua história

Quando cientistas do Instituto Robert Koch, na alemanha decodificaram o genoma da cepa O104, eles descobriram que ela era resistente aos seguintes antibióticos, incluindo algumas combinações:

– penicilina

– tetraciclina

– ácido nalidíxico

– sulfametoxazol + timetoprima

– amoxicilina+ácido clavulânico

– piperacilina + sulbactam

– piperacilina + tazobactam

E não é só! Elas também possuem uma habilidade típica das chamadas “superbactérias”: capacidade de produzir enzimas especiais denominadas “betalactamases de expectro estendido” (BLEE), o que as fazem resistentes às cefalosporinas, um dos antibióticos mais usados em hospitais mundialmente.

Mais? Essas E. coli possuem 2/dois genes, o TEM-1 e o CTX-M-15, que têm feito médicos estremecerem desde os anos 90: esse tipo de bactéria é tão mortal que muitos pacientes infectados morrem de insuficiência múltipla dos órgãos.

Como criar um microorganismo fatal

Mas então como uma cepa de bactéria com essas características pode vir a existir? Ela é resistente a 8/oito classes de antibióticos e ainda possui 2/dois genes perigosos, mais a capacidade enzimática BLEE!

A única maneira de isso ter acontecido é a contínua exposição da cepa à todas as 8/oito classes de antibióticos. Normalmente isso não é feito ao mesmo tempo, claro: primeiro você tem que expor a cepa à penicilina, encontrar as colônias sobreviventes e depois expô-las à tetraciclina. Agora, as colônias sobreviventes serão resistentes à penicilina e à tetraciclina. Você pega essas colônias e as expõe a outra droga e assim por diante. É um processo de seleção genética feito em laboratório e com um determinado fim. Essa é o método usado em algumas armas biológicas em alguns laboratórios militares.

Apesar do processo ser mais complicado do que o exposto aqui, o objetivo de criar uma bactéria resistente à 8/oito classes de antibióticos requer muito esforço para se conseguir tal feito. As cepas precisam  de repetidas exposições aos antibióticos, sendo virtualmente impossível que isso possa acontecer naturalmente. Neste caso, se uma bactéria é originária de algum alimento, como é que ela pôde ter adquirido essa super resistência se antibióticos não são usados em alimentos?

Considerando essas evidências, é difícil imaginar como é que isso pôde acontecer “por acaso”. Enquanto a resistência a apenas uma classe de antibióticos é comum, a criação de uma E. coli resistente à 8/oito classes combinadas desafia as leis da permutação genética natural. Resultado, essa superbactéria não é natural. Isso nos deixa uma única explicação: essa bactéria veio de algum laboratório.

Criada em laboratório e solta na natureza

Essas evidências apontam para duas hipóteses. Ou o micro-organismo criado por bioengenharia foi colocado de propósito nos alimentos ou eles chegaram aos alimentos por acidente. Se você discorda dessa conclusão – o que você está livre para o fazer –  então temos que chegar à conclusão de que essa bactéria, resistente à 8/oito classes de antibióticos, se desenvolveu sozinha. E isso é uma conclusão ainda mais assustadora do que a explicação laboratorial, porque significaria que superbactérias assim poderiam simplesmente aparecer em qualquer lugar, por acaso, matando várias pessoas. Isso sim seria bizarro.

Mas a conclusão de que ela foi alterada por bioengenharia, em um laboratório, faz mais sentido: esta cepa de E. coli foi alterada geneticamente e colocada nos alimentos com um propósito específico. Mas qual propósito seria esse?

Infelizmente, pode se tratar de um problema-reação-solução em jogo aqui. Primeiro cause um PROBLEMA (uma cepa fatal de E. coli encontrada na comida). Depois espere uma REAÇÃO das pessoas (desespero da população, aterrorizada pela situação). Em resposta à isso, execute a SOLUÇÃO desejada (controle total sobre o suprimento global de alimentos e criminalização de alimentos no seu estado natural).

E este é só resumo do que está acontecendo, claro. O FDA, orgão que controla drogas e alimentos nos EUA, invoca esse mesmo fenômeno – o da contaminação alimentar – enquanto tenta empurrar para nós o “Food Safety Modernization Act” (Ato de Modernização da Segurança Alimentar), no qual essencialmente criminaliza a agropecuária de subsistência nos EUA. Lá, o FDA está acabando com a liberdade agropecuária ao alardear o medo de contaminação alimentar pelas mortíferas cepas de E. coli. Lembre-se de que quando as pessoas estão com medo, é mais fácil que elas concordem com qualquer lei regulatória, o mais tirânica que essa lei possa ser. E fazer com que as pessoas fiquem com medo da sua própria comida é fácil… basta enviar alguns boletins de governo à jornais, revistas e televisões de massa – leia-se “associadas” – e pronto.

Primeiro criminalize os remédios naturais, depois ataque a comida

Ainda, nos EUA, tudo isso está acontecendo junto com a possibilidade de se banir ervas medicinais e suplementos nutricionais. Um banimento que irá criminalizar terapias nutricionais que ajudam as pessoas a permanecerem saudáveis. Agora que todas as ervas medicinais e suplementos estão criminalizados, o próximo passo é fazer as pessoas terem medo da comida orgânica. Isso porque os vegetais frescos são medicinais e enquanto o público tiver o direito de comprar vegetais frescos, o público terá o direito de prevenção própria de doenças.

Mas se você puder fazer com que as pessoas tenham medo do orgânico – ou criminalizá-los até – então você força a população inteira a ter uma dieta restrita à comida processada – comida morta -, que promove doenças degenerativas e engorda somente os bolsos das poderosas companhias farmacêuticas.

Veja bem: tudo isso é parte da mesma agenda. Manter as pessoas doentes, negar a elas o acesso à ervas medicinais e suplementos, então lucrar com o sofrimento a partir de um cartel global de drogas.

Organismos geneticamente modificados (OGMs) têm sua parte neste jogo: eles são desenhados para contaminar os seres humanos com código genético desarmônico.

Dan Winter, pesquisador de física biomolecular e Peter Gariaev, pai da genética ondulatória, já demonstraram que o nosso DNA não só guarda nosso código genético, mas também serve de receptor de informações hiperdimensionais, as quais são responsáveis pela manutenção e integridade do nosso código genético. Eles fazem uma analogia com a música: nosso código genético é uma música e sua integridade se deve a fatores informacionais supraluminais (hiperdimensionais) que regulam a disposição das bases químicas que são adquiridas pela alimentação. OGMs têm sua música interrompida ou contaminada por “ruído” genético quando há a adição de genes artificiais em seus códigos genéticos. Esse ruído é então absorvido pelo nosso organismo quando nos alimentamos de OGMs. A desarmonia genética que se segue pode ser responsável por inúmeras doenças, incluindo as decorrentes de baixa imunidade, como as infecções, doenças degenerativas e até mesmo infertilidade. Todas irão enriquecer as companhias farmacêuticas em troca de “tratamento”.

Recentemente a Espanha também passou pelo “susto” E. coli. Vazamentos do Wikileaks revelaram que a Espanha foi um país resistente à introdução de OGMs no sistema agrícola, mesmo com os EUA ameaçando retaliação política por isso. Podemos admitir que a acusação pelas mortes por E. coli sejam culpa da Espanha é somente a retaliação por sua rejeição em entrar na máfia dos OGMs.

Essa é a história real por trás da devastação econômica que os fazendeiros agrícolas espanhóis têm passado. E isso é apenas uma parte do esquema por trás dessa história de superbactéria.

A comida sendo usada como arma biológica – criação da indústria farmacêutica?

A explicação mais lógica de que essas cepas de E. coli foram criação de engenharia genética veio das próprias gigantes farmacêuticas, que reproduziram o processo em seus próprios laboratórios. Quem mais tem acesso à todos os antibióticos e equipamentos necessários para manipular mutações específicas de potencialmente milhares de colônias de bactérias? As companhias de drogas estão em posição singular de seguir com esse esquema e ainda lucrar com ele. Em outras palavras, eles têm o meio e o motivo para se engajarem em tais ações.

A prova de que alguém criou deliberadamente essas superbactérias está no próprio DNA das mesmas. Isso é evidência forense e o que é revelado não pode ser negado. As cepas passaram por repetidas e prolongadas exposições à 8/oito diferentes classes de antibióticos e depois, de alguma forma, foram parar na comida das pessoas. Como você teria esse resultado, se não através de um esquema muito bem planejado? Esse negócio de “mutação expontânea” em uma forma resistente à 8/oito classes de antibióticos de renome vendidos pelas grandes farmácias hoje simplesmente não existe. Tais mutações só podem acontecer se forem induzidas.

Mais uma vez, se você discorda dessas afirmações, basicamente você está dizendo que NÃO, isso aconteceu por acaso… ou acidentalmente! E ainda mais uma vez, digo que isso é ainda mais assustador! Porque isso significa que a contaminação do meio ambiente por antibióticos é tão extrema que cepas com tal nível de resistência podem ser encontradas naturalmente por aí. Se é isso o que as pessoas acreditam, então é uma teoria talvez ainda mais assutadora que a explicação da bioengenharia!

Uma nova era começa: armas biológicas nos seus alimentos

Mas em qualquer caso – não importa em qual deles você acredita – a simples verdade é a de que o mundo agora encara uma nova era global de superbactérias que não podem ser tratadas com nenhuma droga conhecida. Claro que ainda podem ser mortas por prata coloidal, o que é exatamente o que o FDA e as agências regulatórias de saúde mundiais têm viciosamente atacado todos esses anos: eles não podem permitir que o público coloque suas mãos em antibióticos naturais que realmente funcionem. Veja bem. Isso iria acabar de uma vez com todo o propósito de fazer com que todo mundo fique doente.

Na verdade, essas cepas de E. coli podem ser tratadas prontamente com uma combinação de antibióticos naturais de amplo expectro, como alho, gengibre, cebola e outras ervas medicinais. Além disso, probióticos podem ajudar a balancear a flora do trato gastrointestinal, banindo essas formas mortais não-naturais de bactérias. Um sistema imunológico saudável e um trato gastrointestinal funcional podem lidar com quaisquer infecções, inclusive as causadas por superbactérias. Mas isso é o que a máfia farmacêutica e a de insumos hospitalares não quer que você saiba. Eles preferem que você continue uma vítima indefesa deitada numa cama de hospital, esperando a morte, sem opções alternativas. Isso é a “medicina moderna”, a saúde como um produto como qualquer outro, que você deve comprar continuamente. Ela causa os próprios problemas que pretendem tratar e ainda não vão te ajudar com nada que funcione, em primeiro lugar. Manter você doente é mais lucrativo.

Quase todas as mortes atribuídas a esse surto de E. coli são facilmente e prontamente evitáveis. Essas são mortes por ignorância. Ainda mais, elas podem ser as primeiras mortes de uma nova era de armas biológicas baseadas na alimentação de populações, lançadas ou por um grupo de cientistas malucos ou uma agenda institucional que declarou guerra à humanidade.

O que mais aconteceu nesse surto de E. coli

– 22/vinte e duas fatalidades até agora reportadas, com 2.153/duas mil cento e cinquenta e três pessoas doentes com possível insuficiência renal

– ministro da agricultura alemão disse que apesar de saberem a fonte do surto na Alemanha, eles não estão avisando as pessoas para evitarem comer tomates e alface. Em outras palavras, deixe as pessoas apavoradas!

– a cepa alemã é uma variante da O104, um híbrido que causa diarréia sanguinolenta e insuficiência renal

– um total de 10/dez nações européias reportaram surtos dessa cepa de E. coli sendo que a maioria foi de pessoas que visitaram o norte da Alemanha

este artigo está em alemão e diz que este surto de E. coli pode ter sido um ataque terrorista. Ah, tá! Um ataque terrorista dascompanhias farmacêuticas em cima de pessoas inocentes, nada de mais… nunca aconteceu antes.

O organismo nanotecnológico

Posted in Biologia, Física, Nanotecnologia, Química with tags , , , , , on 23 de julho de 2010 by hiperdimensao

Nosso corpo, nosso organismo, é um intrincado sistema formado pela interação de inúmeras nanopeças, normalmente chamadas de “proteínas”. Proteína é o nome dado a uma classe de moléculas formadas a partir de subunidades protéicas (outras peças menores) bem definidas e abundantes no universo. O total dessas subunidades que usamos para formar nosso organismo é de número 22 – são os aminoácidos. Assim, cada proteína responsável pela formação de nosso corpo é o produto da combinação desses 22 blocos básicos, ainda menores que as proteínas, encadeados nas mais diversas combinações virtualmente sem limite de tamanho.

Interessante é notar que cada aminoácido somente pode ser encaixada entre outros 2, de forma que o encaixe de várias peças resulta num um encadeamento linear – uma fita.

Cada uma dessas 22 peças possui propriedades (a)elétricas ou de carga, (b)magnéticas, (c)plásticas e (d)conformacionais diferentes de modo que os particulares concatenamentos produzem um número infinitamente virtual de novas “peças” que podem interagir entre si formando eficientes mecanismos. A combinação variada entre os 22 aminoácidos que formam nosso organismo é usada para a criação de nanopeças, que por sua vez formam nanomáquinas – máquinas de tamanho nanométrico que cumprem, dentro do nosso organismo e de nossas células variadas inúmeras funções.

Aqui é um exemplo de uma nanomáquina responsável pela duplicação da molécula de DNA. Note como o conjunto molecular atua harmonicamente. A interação entre o substrato genético e a máquina replicadora muda a conformação da própria máquina, que por sua vez muda a conformação e disposição do próprio substrato gerando um ciclo. É um processo cíclico, dialético e convergente – ou seja, um processo em espiral.

Todo o nosso corpo é assim. Mas não achem que somos apenas esse conjunto de intrincados mecanismos, uma mera e multifuncional engrenagem. Só quero chamar atenção aqui para o elevadíssimo grau de tecnologia envolvida na manifestação de nossos corpos nessa nossa realidade consensual.

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