Archive for the Astronomia Category

Newton e Einstein: prova-se que eles estavam errados

Posted in Arqueologia, Astronomia, Ciência, Disclosure, Física, Física de Torção, Guerra de Informação, Jornalismo, Nova Ordem Mundial, Política, Tecnologia with tags , , , , , , , , , , on 5 de junho de 2012 by hiperdimensao

A prova de que Newton e Einstein se equivocaram ao descrever a mecânica celeste já chegou como uma boa nova para sua vida. Eles estavam errados e um incrível relance da oportunidade que temos como espécie traz o paraíso direto para a Terra. Basta querer.

E é atrás desse grande sonho que a Planície de Giza, no Egito, merece atenção especial hoje, no dia 6 de junho de 2012.

Uma equipe de grandes pesquisadores estará realizando moderníssimos testes de física de torção, que, se confirmados, trarão a possibilidade de engenharia tecnológica de instrumentos antigravitacionais, multidimensionais, energia livre, entre outras peripécias somente sonhadas por aficcionados da ciência teórica e filosófica da física.

Testes iniciais positivos foram feitos por Maurice Allais em 1954 e confirmados em 1959. Allais notou que pêndulos eram fortemente afetados pelo trânsito de grandes corpos celestes cruzando a nossa região visual do Sol, o que coloca sérios problemas acerca da mais básica premissa da física: a inércia dos corpos.

A escolha do local provará também que os grandes monumentos deixados como prova da grandiosidade de nossos ancestrais são, de fato, muito mais do que pedras empilhadas.

Há aqui certamente a descoberta de um novo tipo de campo, mais amplo, que rege nossa realidade multidimensional. Assim como o magnetismo abarcou a elétrica, esse novo tipo de energia abarcará também o tempo e a gravitação como aspectos intrínsecos de uma mesma “força” ou princípio universal.

Muitos proponentes hoje, como o físico Nassim Haramein – que tem um ótimo trabalho publicado -, trazem sérias constatações de que a visão que temos da nossa realidade está totalmente equivocada e estruturada num bloco rígido de pensamento.

Nassim Haramein explica sua visão do cosmos. Você precisa ver o que este cara tem a lhe mostrar:

Mancha em Vênus reforça suspeita de que os planetas rochosos sejam ocos

Posted in Astronomia, Ciência with tags , , , on 2 de maio de 2012 by hiperdimensao

Algumas pessoas têm filmado Vênus e encontrado uma anomalia: uma grande mancha escura em sua superfície. Ou seria em sua atmosfera?

Ainda não há resposta certa para o que ao certo seria essa mancha. As especulações são inúmeras: uma grande tempestade no planeta, a sombra de um objeto maciço em sua órbita, a entrada polar para o interior do planeta são as propostas mais comentadas.

Imagens assim podem ser conseguidas com um zoom de 24x em qualquer dispositivo de captura de imagens. Se você tiver em mãos um aparelho com essa capacidade, ajude a comunidade planetária a aumentar a base de dados para análise, já que pesquisadores carecem de dados oficiais não-manipulados.

 

 

 

Evidências de vida inteligente em Marte – parte 2

Posted in Arqueologia, Astronomia, Ciência, Disclosure, Guerra de Informação, Política with tags , , , , , , , on 26 de outubro de 2011 by hiperdimensao

Esta é uma continuação do artigo postado no dia 10 de outubro de 2011. As imagens foram tiradas do Google Mars pelo pesquisador Joseph P. Skipper e as evidências foram trazidas à atenção por Mark Wells. As coordenadas aparecem nas figuras, incentivando e facilitando a verificação por conta própria dos interessados em se aprofundar no assunto.

Nas imagens a seguir veremos uma evidência que sugere civilização ativa em Marte por causa de algo muito semelhante a um sistema de transporte na superfície marciana. O lugar onde essa evidência se encontra está bem próximo da famosa e controversa Cratera Hale.

A imagem acima mostra todo o contexto onde um possível sistema de transporte pode ser notado. Tenha em mente que ambas cores – o marrom do lado esquerdo da figura e o dourado do lado direito – são provavelmente artefatos incluídos nos dados originais, cores artificiais colocadas como layers com o objetivo de ofuscar detalhes do terreno. O que sobra são as formas gerais da geografia. Mesmo assim, a evidência da anomalia ainda é gritante.

Veja na imagem a linha reta apontada pelas setas duplas. A linha surge no canto superior esquerdo e desce para a direita desaparecendo sob a camada ofuscante dourada.

Linhas tão retas e perfeitas não existem na natureza, o que corrobora a artificialidade da estrutura apontada. Ainda, note que a seta logo à direita das setas bifurcadas apontam para um objeto branco sobre o “trilho”. Esse objeto produz uma sombra à direita da imagem, sobre o terreno, da mesma forma que outras elevações no terreno produzem o mesmo padrão de sombra. Veja abaixo maior detalhe:

Note que o objeto parece ter uma terminação mais pontuda à esquerda e derrama sua sombra à direita. Mas essa é uma imagem com a resolução muito comprometida e a escuridão à direita do objeto pode muito bem ser uma ilusão criada pelo tratamento ofuscante e borrante aplicado à imagem, assim como a característica segmentada do trilho.

Isso porque a maior parte do terreno à direita do trilho tem um padrão de borramento mais suave que o padrão de borramento à esquerda. Ambos padrões escondem o verdadeiro padrão do terreno e também o que mais possa haver lá. Assim, qualquer tipo de sombra jogada à esquerda do objeto pode em parte estar coberta e escondida pelo filtro de textura mais granuladamente borrada à esquerda do trilho. Além, o borramento de ambos os campos parecem se cruzar em perpendicular a intervalos regulares através do campo, criando a ilusão de um trilho segmentado, o que pode não o ser de fato.

Na opinião do pesquisador, há realmente algum tipo de transporte aqui, mas ele deve ser bem mais largo do podemos ver. Ele suspeita de que muito desse sistema de transporte foi escondido pelo borramento, tanto à direita, como à esquerda do “trilho”, sobrando somente o que vemos. Talvez o que vemos seja a parte mais central desse sistema, sendo que todo ele deve ser mais largo, possibilitando que vários objetos transitem ao mesmo tempo em duplo sentido.

Toda essa especulação não é sem sentido. A questão não respondida é por que que a adulteração da imagem não foi bem sucedida em cobrir os “trilhos”? O pesquisador suspeita que isso aconteceu por causa da inteligência artificial responsável pela adulteração dos dados originais e sua capacidade limitada em fazer o trabalho de acordo com a percepção humana. É possível que a inteligência artificial usou a linha reta como referência para colocar 2/dois diferentes campos de borramento, 1/um em cada lado do “trilho”, mas não foi bem sucedida em emendá-los a fim de cobri-lo completamente. O mesmo tipo de falha já foi visto pelo pesquisador várias vezes durante os últimos anos.

Ainda, esse “trilho” talvez seja parte de um sistema elevado, pois ele não parece ser afetado pelas variações do relevo. Assim, talvez o que vemos sejam os suportes de elevação, já que nas imagens originais de alta resolução a inteligência artificial cobriu os verdadeiros trilhos. Qualquer sombra criada pela elevação do sistema foi coberto pelo tratamento de adulteração da imagem, que segue lado a lado ao longo de todo o trilho.

O processo de esconder o trilho foi muito difícil. Mas ainda assim vemos o trabalho preciso da inteligência artificial que faz o serviço através de níveis militares de resolução de imagem – ainda não admitidos. Mas ainda assim incapaz de unir 2/dois diferentes campos de adulteração que cruzam a evidência. O resultado é uma quantidade limitada de evidência anômala que sobra para nós.

Video mostra verdadeiro céu de Marte, azul

Posted in Astronomia, Ciência, Disclosure, Política with tags , , , , on 23 de agosto de 2011 by hiperdimensao

A imagem apresentada acima é de um video promocional de um programa chamado The Sky at Night (O Céu à Noite, em livre tradução) da BBC One inglesa. Esse programa é um documentário mensal sobre astronomia produzido pela BBC e estrelado pelo mesmo apresentador desde 24 de abril de 1957, curiosamente o programa mais comprido apresentado pelo mesmo apresentador na história da televisão.

O video em questão fala sobre a sonda Spirit que aterrisou em Marte, rasgando seda sobre seus méritos e como ele superou expectativas. O homem que você vê sentado no video e na foto é o Professor Steve Squyres da Universidade de Cornell, alguém intimamente associado com as operações diárias do Spirit, e possivelmente lider do time que maneja a sonda.

Como você pode ver nas imagens, o Professor Squyres é mostrado trabalhando em uma mesa com seu laptop enquanto atrás dele podemos ver dois grandes monitores unidos lado a lado. O grande tamanho desses monitores sugere que são dedicados à análise visual de dados que são providos pelas sondas em Marte, enquanto que o computador mais portátil em que ele trabalha serve como uma unidade de controle. A outra imagem é apenas um enquadramento maior.

Na verdade, as cenas que vemos nesses monitores são quase certamente as da sonda, em que o Professor trabalha, sendo que os monitores mostram as cenas e imagens que são recebidas diretamente dela, como se ele estivesse navegando e controlando-a. O mais óbvio aqui é que os monitores são coloridos. Sabemos que as câmeras da sonda são capazes de captar cenas coloridas e esperamos que o time do Professor trabalhe com esse tipo de dado na medida do possível, dados contendo imagens coloridas e reais de Marte. Esse tipo de informação é crucial para que a navegação do aparelho seja feita da maneira mais precisa possível e a investigação dos mínimos detalhes seja a mais acurada.

Por outro lado, note que uma parte do terreno no monitor da direita está um pouco embaçado. Isso pode sugerir que o que Squyres e sua equipe recebam não sejam os dados originais da sonda, pois as imagens já estão ofuscadas, alteradas. Se isso é verdade e o Professor não sabe disso, talvez ele nunca tenha visto imagem alguma em sua forma original. Em outras palavras, você vê o que espera ver e nunca irá questionar isso.

Entretanto, é certo que o Professor e seu time estariam perfeitamente satisfeitos em receber o material original diretamente dos satélites da NASA e ficariam muito ofendidos se alguém sugerisse que o material passou por um filtro antes de seu time poder colocar os olhos nos dados. Aliás, é assim que pessoas honestas e dedicadas podem fazer parte de processos ilusórios e secretos sem ao menos perceber ou serem motivados à defender tais segredos, simplesmente porque elas não entendem nem o processo de como isso é feito e nem mesmo suas implicações.

Agora note o lindo céu azul brilhando acima de um já conhecido terreno cor de ferrugem em ambos os monitores, apesar de que eles mostram cenas diferentes da superfície marciana. Você pode apostar que esse time de pesquisadores aí sabe muito bem que os dados científicos que vão à público são reduzidos e menos informativos. Portanto é provável que a inocência aqui não seja das mais puras.

A questão que fica é porque isso escapou assim? A explicação mais provável é a de que esses profissionais estão tão acostumados com os dados que eles nem percebem mais o que na verdade os monitores estão mostrando. Isso é tão comum, que em muitos filmes de época podemos ver aviões ou seus rastros cruzando o céu, numa época onde esse tipo de coisa não existia. Outra alternativa é a de que o pessoal responsável pelo video captou as imagens durante um dia comum de trabalho, mas não percebeu as implicações que isso poderia ter em minar esse tipo de segredo.

Cena do filme "Tróia" mostrando avião no céu

Cena do filme "Tróia" em que um avião pode ser visto no céu

É claro que isso tudo pode ser explicado pelo pessoal que quer manter o segredo: “são apenas papéis de paredes automáticos exibindo imagens de Marte de como o time da sonda gostaria que ele fosse”. Depois de tudo, o que mais ele poderiam de fato dizer?

No fim, cabe à você decidir o que pensar disso. Mas uma coisa é certa: essa é uma evidência muito provocativa. Uma “falha”, apenas para antecipar subconscientemente o público para as grandes implicações envolvidas. Lembre-se de que milhares de pessoas já viram esse video, mas quase nenhuma delas consegue pensar “fora da caixa” o suficiente para questionar isso e trazer à atenção do investigador Joseph P. Skipper, que originalmente publicou o artigo em inglês. Isso mostra também que o processo da Revelação já começou e muito do que nós achamos que sabemos sobre a vida, o universo e tudo o mais já começou a mudar!

O que será que a NASA sabe? [A missão Kepler, Osíris, e as pirâmides de Giza]

Posted in Arqueologia, Astronomia, Ciência, Disclosure, Política, Traduções with tags , , , , , , , , , , , , , , on 5 de junho de 2011 by hiperdimensao

– tradução do texto original por Hiperdimensão

Collin Andrew fez uma descoberta um tanto surpreendente em 2008. Foi surpreendente tanto para os egiptólogos ortodoxos quanto para a comunidade alternativa. O que ele descobriu? Que uma antiga e estimada crença pertencente aos dois grupos etava muito errada.

Há muito tempo ambos egiptólogos e pensadores alternativas acreditam que o posicionamento do Platô de Giza corresponde às três grandes estrelas do Cinturão de Orion [ou, popularmente, as Três Marias]. Documentários com essa afirmativa foram produzidos, livros foram escritos sobre o assunto e até Ph.D.s foram ganhos baseados neste fato. Opa! Na verdade não era, de fato, um fato.

O posicionamento das três pirâmides no Platô de Giza realmente se parece com o Cinturão de Orion, mas Collin Andrews descobriu que eles não se encaixam exatamente. Na verdade, quando um mapa celeste de Orion é sobreposto a uma foto aérea das três pirâmides, uma preocupante discrepância fica evidente. Duas das estrelas repousam diretamente sobre o topo de duas das pirâmides, mas a terceira estrela fica de fora. Ela não repousa sobre a pirâmide de forma alguma.

Com a tremenda precisão (inigualada pela maioria das contruções modernas) que essas pirâmides foram contruídas no Platô, pareceu ao Sr. Andrews ser inconcebível que os construtores pudessem ter errado no correta localização da terceira pirâmide. Então, ele se perguntou se havia alguma outra constelação que igualava o posicionamento das pirâmides com precisão. Ele não teve que procurar muito. Ele descobriu que a constelação de Cygnus se igualava perfeitamente com o Platô de Giza.

diferença entre a sobreposição das duas constelações e as pirâmides

Repare a diferença entre a sobreposição das duas constelações e as pirâmides

Na foto acima, as estrelas de Orion são mostradas pelos círculos verdes. As estrelas de Cygnus são mostradas pelos círculos vermelhos. Você pode ver claramente que o padrão de Orion não se encaixa precisamente com as pirâmides, enquanto que o padrão de Cygnus se encaixa.

Além disso, Andrews notou que em cada lugar onde existe uma estrela de Cygnus no esquema, havia algum tipo de grande estrutura. Isto é, exceto pela estrela Deneb. Onde Deneb bate no esquema do Platô de Giza não havia nada. Nem pirâmide, nem templo, nem construção de tipo algum. Então, ele pensou que deveria haver algo grande que estava enterrado.

Em 2010, o Dr. Zahi Hawass, Ministro de Antiguidades do Egito, anunciou que descobriu o túmulo de Osíris. Osíris foi um grande deus do antigo Egito até a época em que o cristianismo começou a tomar o Egito. Ele era o deus do subterrâneo e o deus da ressurreição e nova vida.

Isso sempre foi um ponto a ser debatido entre acadêmicos, os temas sobre mitologia. Alguns assumem que a mitologia era ficção. Outros assumem que há um núcleo de verdade nas mitologias. [N.T. – Realmente, fortes evidências apontam para a realidade, ainda que incríveis, de que alguns mitos representam literalmente a história passada.] Em outras palavras, alguns acadêmicos irão se agarrar ao fato de que, apesar de muita ficção sobre Osíris, provavelmente uma pessoa chamada Osíris realmente existiu. Será?

Hawass descobriu o túmulo de Osíris, encontrando um sarcófago de cerca de 3 metros de comprimento. Interessantemente, há fotos que mostram os trabalhadores levantando o sarcófago de um nível mais baixo onde ele se encontrava até um nível mais alto onde os trabalhadores estavam. Existem fotos que os mostram se preparando para levantar a tampa do sarcófago. Mas, aparentemente, nenhuma foto que mostra o interior do sarcófago depois que sua tampa foi removida foi publicada. Há uma foto que mostra o interior do sarcófago mais tarde, mas não no momento logo após a retirada da tampa. Por quê?

O Dr. Hawass disse depois que o sarcófago estava vazio quando a tampa saiu. Mas será que estava? Isso não é uma tentativa de implicar que Hawass estivesse mentindo, mas é algo muito estranho existirem fotos de todo o processo de manuseio do sarcófago, inclusive das tentativas de retirada da tampa, mas nenhuma foto do que havia dentro depois que a tampa foi retirada.

Isso, é claro, deixa aberta a possibilidade de que a múmia de Osíris (a primeira múmia de que se tem notícia) estava lá dentro. Desde que os antigos que primeiro escreveram sobre Osíris afirmaram que ele teve um nascimento divino e não era deste planeta, a possibilidade de que a múmia de Osíris possa provar ser a de um ser extraterrestre ainda está em aberto. É claro, isso não seria algo para ser alardeado. Então, de acordo com esta teoria, o público não pode ver as fotos de dentro do sarcófago no instante da remoção da tampa, e esta história de sarcófago vazio foi então contada.

Isso seria apenas teorização fantástica se não existissem algumas evidências de suporte. Então, há? Talvez. A evidência é muito circunstancial, mas também muito sugestiva.

Em 7 de março de 2009, a NASA lançou o telescópio espacial Kepler em uma órbita logo atrás da Terra. Ele segue a Terra em sua órbita ao redor do Sol. O custo de sua missão de 3-5 anos é estimado em 600 milhões de dólares. Sua missão é a de procurar por planetas parecidos com a Terra e identificar os que parecem habitáveis.

Já que sua missão é a de procurar por outras Terras, você assumiria a necessidade de olhar por todo o espaço, pois quanto maior a área celeste que você cobre, mais chances de sucesso terá – certo? Bem, isso parece ser a idéia mais acertada – a não ser que você já soubesse onde se encontra uma porção desses planetas. Se você já soubesse de um lugar onde provavelmente teria sucesso de encontrar algum planeta desses, você iria mirar e deixar o telescópio apontado para lá.

Adivinhe só? Isso é exatamente o que os controladores da missão Kepler fizeram. Eles miraram o telescópio, como se fosse um laser, para a constelação de Cygnus! Por quê?

A explicação oficial é a de que ao mirar Cygnus, eles não precisam se preocupar com o Sol obscurecendo o telescópio com sua luz. Mas o Kepler é direcionável e pode ser reposicionado para evitar esse tipo de problema com o Sol. Então, ele realmente poderia ser usado para procurar por todo o espaço por outras Terras. Mas não foi. Ele focou bem em cima de Cygnus, e só em cima de Cygnus.

A missão Kepler acertou em cheio!

Constellation CYGNUS

Constelação de Cygnus

Nos primeiros 6 meses da operação, o Kepler encontrou uma adicional de 1.235 planetas extra-solares. Nós já conhecíamos alguns 500 desses planetas, mas o Kepler acrescentou mais 1.235 à lista. Desse número, 408 estão em sistemas solares como o nosso, com múltiplos planetas. Na verdade, o Kepler localizou 170 desses sistemas solares em Cygnus. Daqueles 408 planetas, Kepler descobriu que uns 50 são habitáveis!

Oficialmente, essas descobertas são chamadas de planetas candidatos. Esse termo é usado pelos negadores para diminuir a importância dessas descobertas. Planetas candidatos significam que são descobertas reais, mas precisam da verificação de outros cientistas. Mas não deixam de ser descobertas reais. Então, o descobrimento de 50 planetas habitáveis aconteceu. Os dados ainda serão revisados por outros cientistas para devida verificação, mas as descobertas aconteceram.

Os antigos Egípcios escreveram sobre seus antecessores e diziam que esses eram canibais, bárbaros, não-civilizados, não-estudados. Eles eram governados por um deus chamado Ra, ná época. Ra construiu poderosas estruturas, mas não fez nada para melhorar esses selvagens. Quando Ra ficou velho, ele deixou a Terra e retornou aos céus. Osíris (cujos pais não eram humanos) ascendeu ao trono. Osíris, o deus de pele verde, era grandemente encomodado pela completa falta de civilização e aprendizado desses humanos, e iniciou o estabelecimento de uma civilização.

Osíris ensinou às pessoas o que comer (e o que não comer), ensinou a elas a agricultura, a escrita, como adorar aos deuses e estabeleceu as leis. Em um tempo relativamente curto, ele estabeleceu a primeira civilização Egípcia e o povo prosperou.

Agora: se Osíris tinha origem entre esses selvagens, alguém deve se perguntar como ele era a única pessoa entre esses selvagens canibais a possuir tais conhecimentos. Mas lembre-se de que os antigos Egípcios que contavam sobre Osíris o colocavam em um grupo diferente dos humanos. Eles o reconheciam como um ser outro, não humano.

É no mínimo interessante que o túmulo de Osíris estava localizado diretamente sob a estrela Deneb (da constelação de Cygnus). É interessante porque é uma grande indicação de que o fato do Platô de Giza e a constelação de Cygnus terem a mesma configuração não é um acidente. Além, a configuração das pirâmides marcam precisamente o lugar onde o túmulo de Osíris estava enterrado.

E se os antigos Egípcios estavam corretos sobre o que escreveram sobre a origem de Osíris? E se ele não fosse daqui, mas dos céus? E se a NASA soubesse já a algum tempo que o Platô de Giza tinha sua configuração igual à Cygnus e não Orion? E se a NASA já algum tempo já soubesse que as histórias sobre Osíris eram reais?

Isso indicaria que a NASA presumiu que já que Osíris não era da Terra, mas viveu na Terra, ele deve ter vindo de um planeta parecido com o nosso. Isso também indicaria que já que houve um Osíris de lá, então outros também poderiam ter suas origens no espaço (sua esposa Isis, Thoth, Set). Mas que lugar é esse? A resposta a essa questão estava marcada no Platô de Giza na forma de um mapa espacial de sua terra natal, Cygnus.

De fato, isso é somente uma teoria, mas uma bem cabível. Por que a NASA apontou o telescópio Kepler exatamente para Cygnus, planejando deixá-lo apontado para lá nos próximos anos? O que os levaram a decidir isso? A história que contaram sobre evitar interferência solar não faz sentido quando sabe-se que o Kepler pode ser reposicionado a qualquer momento desejado. A missão Kepler visava Cygnus muito antes de ter sido iniciada. Por quê? O Platô de Giza parece nos providenciar uma interessante e possível resposta.

O que será que a NASA sabe?

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