Ex-governador do Arizona admite que as Luzes de Phoenix em 1997 era uma gigantesca espaçonave extraterrestre

Ex-governador do Arizona, Fife Symington, dia 12 de novembro de 2011 foi o mediador em um evento público, seguido de perto pela imprensa. Ele, mais outros 14 ex-oficiais militares e governamentais, todos altamente qualificados se reuniram para discutir  os incidentes OVNIs, que sempre têm levantado muitas questões polêmicas.

Os oficiais trocaram evidências, histórias de acontecimentos pessoais envolvendo objetos voadores não identificados, teorias, impressões.

Symington, inclusive, relatou já ter tido contatosvisual com um objeto que “desafiou sua lógica e o fez contestar seu senso de realidade”. Foi durante seu segundo mandato como governador do Arizona. “Eu pude testemunhar uma aeronave gigantesca, em forma de delta, silenciosamente navegar sobre Squaw Peak, uma cadeia de montanhas em Phoenix, Arizona. Era realmente de tirar o fôlego. Eu estava absolutamente aturdido com as Luzes de Phoenix. Para a minha perplexidade esta aparição se revelou. Era dramaticamente grande, com um dos lados distintamente sendo a frente de navegação, carregando enormes luzes pelos céus do Arizona. Como piloto e ex-oficial da força aérea, eu posso definitivamente dizer que essa aeronave não se parecia com nenhum objeto feito pelo homem. Era impossível serem apenas sinalizadores, pois eles não voam em formação”.

Este incidente a que Symington se refere ficou conhecido como “As Luzes de Phonix”:

As luzes de Phoenix foram foram testemunhadas por milhares de pessoas e até um documentário de mesmo nome foi feito, com relatos de vários dos observadores do fenômeno.

Uma histeria se intensificou quando a história ficou conhecida nos EUA e o governador – na época – decidiu fazer uma conferência à imprensa. Tudo piorou quando meu auxiliador chefe chegou a conferência vestido de alienígena. A sensação de pânico era visível e isso chateou muitos dos consituintes.

Symington agora diz: “Quero fazer a coisa certa agora. Eu nunca tive a intenção de ridicularizar ninguém. Meu escritório fez alguma investigação a cerca da origem da aeronave, mas até hoje não há resposta. A força aérea chegou a dizer que eram sinalizadores. Essa é a atitude dos canais oficiais: eles dão explicações que não correspondem aos fatos; explicações como balões metereológicos, gases, sinalizadores militares.E eu nunca fiquei feliz com essa explicação boba. Poderia muito bem ter tido sinalizadores militares no céu aquela noite, mas o que eu e centenas de outras pessoas virmos não era nada parecido com isso. Sei que não estou sozinho e existem muitos outros militares de altas patentes e oficiais da aviação e do governo que dividem essas preocupações comigo. Durante suas obrigações eles também observaram incidentes com objetos voadores inexplicáveis. Em alguns casos, investigações oficiais foram feitas por causa de segurança nacional e de vôo. Falando comigo, essas pessoas estão colocando suas reputações em risco. Elas lutaram guerras e guardaram armas secretas, protegendo o céu de nossa nação. Queremos que o governo ponha um fim nessas histórias que perpetuam o mito de que todos os OVNIs podem ser explicados de um jeito convencional, terreno. As investigações precisam continuar [pararam em 1969!], documentos precisam deixar de ser classificados. Não dá mais para fugir de um diálogo franco. Incidentes assim continuam ocorrendo. Há um ano atrás o aeroporto internacional Chicago O’Hare teve uma experiência ufológica similar. O que vimos nos céus do Arizona vai muito além dessas explicações convencionais. Quando se trata de eventos dessa natureza, ainda completamente misteriosos, nós merecemos mais abertura governamental”.

Finalmente os oficiais estão indo à luta e se arriscando para que os governos terminem o embargo sobre a verdade extraterrestre. É inegável o fato de que não estamos sozinhos. As evidências se acumulam a cada dia que passa e mesmo assim muitos ainda ignoram a realidade desses fenômenos. A lavagem cerebral oficial em cima dos cidadãos é tão evidente em sua eficiência que  quase 15 anos depois de um evento tão significativo – leia-se uma gigante espaçonave alienígena sobrevoando uma cidade inteira – ainda não é do conhecimento de grande parte da população terrena. A idéia do rídiculo e da perda da reputação para quem toque no assunto extraterrestre torna o fenômeno um tabu, indiscutível, coisa de louco. Precisamos parar de agir conforme pequenas engrenagens fazendo girar a máquina social imposta pela televisão e pela mídia corrente. Nós somos os próprios perpetuadores da visão ‘oficial’ e agimos como polícia de nosso próximo, oprimindo a verdade e o conhecimento.

Cabeça aberta! Uma nova Renascença se inicia.

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