Evidências de vida inteligente em Marte – parte 2

Esta é uma continuação do artigo postado no dia 10 de outubro de 2011. As imagens foram tiradas do Google Mars pelo pesquisador Joseph P. Skipper e as evidências foram trazidas à atenção por Mark Wells. As coordenadas aparecem nas figuras, incentivando e facilitando a verificação por conta própria dos interessados em se aprofundar no assunto.

Nas imagens a seguir veremos uma evidência que sugere civilização ativa em Marte por causa de algo muito semelhante a um sistema de transporte na superfície marciana. O lugar onde essa evidência se encontra está bem próximo da famosa e controversa Cratera Hale.

A imagem acima mostra todo o contexto onde um possível sistema de transporte pode ser notado. Tenha em mente que ambas cores – o marrom do lado esquerdo da figura e o dourado do lado direito – são provavelmente artefatos incluídos nos dados originais, cores artificiais colocadas como layers com o objetivo de ofuscar detalhes do terreno. O que sobra são as formas gerais da geografia. Mesmo assim, a evidência da anomalia ainda é gritante.

Veja na imagem a linha reta apontada pelas setas duplas. A linha surge no canto superior esquerdo e desce para a direita desaparecendo sob a camada ofuscante dourada.

Linhas tão retas e perfeitas não existem na natureza, o que corrobora a artificialidade da estrutura apontada. Ainda, note que a seta logo à direita das setas bifurcadas apontam para um objeto branco sobre o “trilho”. Esse objeto produz uma sombra à direita da imagem, sobre o terreno, da mesma forma que outras elevações no terreno produzem o mesmo padrão de sombra. Veja abaixo maior detalhe:

Note que o objeto parece ter uma terminação mais pontuda à esquerda e derrama sua sombra à direita. Mas essa é uma imagem com a resolução muito comprometida e a escuridão à direita do objeto pode muito bem ser uma ilusão criada pelo tratamento ofuscante e borrante aplicado à imagem, assim como a característica segmentada do trilho.

Isso porque a maior parte do terreno à direita do trilho tem um padrão de borramento mais suave que o padrão de borramento à esquerda. Ambos padrões escondem o verdadeiro padrão do terreno e também o que mais possa haver lá. Assim, qualquer tipo de sombra jogada à esquerda do objeto pode em parte estar coberta e escondida pelo filtro de textura mais granuladamente borrada à esquerda do trilho. Além, o borramento de ambos os campos parecem se cruzar em perpendicular a intervalos regulares através do campo, criando a ilusão de um trilho segmentado, o que pode não o ser de fato.

Na opinião do pesquisador, há realmente algum tipo de transporte aqui, mas ele deve ser bem mais largo do podemos ver. Ele suspeita de que muito desse sistema de transporte foi escondido pelo borramento, tanto à direita, como à esquerda do “trilho”, sobrando somente o que vemos. Talvez o que vemos seja a parte mais central desse sistema, sendo que todo ele deve ser mais largo, possibilitando que vários objetos transitem ao mesmo tempo em duplo sentido.

Toda essa especulação não é sem sentido. A questão não respondida é por que que a adulteração da imagem não foi bem sucedida em cobrir os “trilhos”? O pesquisador suspeita que isso aconteceu por causa da inteligência artificial responsável pela adulteração dos dados originais e sua capacidade limitada em fazer o trabalho de acordo com a percepção humana. É possível que a inteligência artificial usou a linha reta como referência para colocar 2/dois diferentes campos de borramento, 1/um em cada lado do “trilho”, mas não foi bem sucedida em emendá-los a fim de cobri-lo completamente. O mesmo tipo de falha já foi visto pelo pesquisador várias vezes durante os últimos anos.

Ainda, esse “trilho” talvez seja parte de um sistema elevado, pois ele não parece ser afetado pelas variações do relevo. Assim, talvez o que vemos sejam os suportes de elevação, já que nas imagens originais de alta resolução a inteligência artificial cobriu os verdadeiros trilhos. Qualquer sombra criada pela elevação do sistema foi coberto pelo tratamento de adulteração da imagem, que segue lado a lado ao longo de todo o trilho.

O processo de esconder o trilho foi muito difícil. Mas ainda assim vemos o trabalho preciso da inteligência artificial que faz o serviço através de níveis militares de resolução de imagem – ainda não admitidos. Mas ainda assim incapaz de unir 2/dois diferentes campos de adulteração que cruzam a evidência. O resultado é uma quantidade limitada de evidência anômala que sobra para nós.

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