Evidências de vida inteligente em Marte – parte 1

A disponibilização de cada vez mais dados através de programas espaciais tem aberto brechas por onde pessoas curiosas podem notar anomalias verdadeiramente interessantes.

Mostrarei 2/duas dessas novas anomalias, recentemente frisadas pelo pesquisador independente Joseph P. Skipper, autor do site http://www.marsanomalyresearch.com/. Uma irá mostrar evidências de uma possível antiga civilização marciana. Outra irá sugerir a presença de uma ativa civilização contemporânea. O artigo será dividido em 2/duas partes. Vamos então aos fatos.

http://www.uahirise.org/PSP_008427_1380

Esta primeira imagem mostra a Bacia Hellas em Marte, também conhecida como Planície Hellas. É uma grande depressão, uma das maiores crateras já identificadas em nosso sistema solar. O lugar fica abaixo do equador marciano, aproximadamente nas coordenadas 42.7º S e 70.0º E. Pensa-se que esta bacia foi formada pelo impacto de um asteróide.

A bacia é circular e mede uns 2.300 km de diâmetro, com mais de 7/sete mil metros profundidade em relação ao terreno que o circunda. O que chama a atenção aqui são as formas geométricas encontradas quando olhamas mais de perto.

As imagens acima oferecem uma vista mais aproximada de uma cratera menor dentro da própria bacia. Note como esta parte é curiosamente composta por formas geométricas. Note também como outras faixas de terreno apresentam o mesmo padrão.

São formas similares a grandes degraus, esculpidos na parede da depressão que apresentam ângulos de 90º na composição de suas superfícies retangulares planas. Você inclusive pode ver alguns degraus neste video, no minuto 33, onde a altura da câmera em relação ao solo é menor que 1/um km.

É interessante também notar que no site oficial onde os dados são apresentados, eles colocaram um filtro azul sobre as imagens. Talvez estejam tentando fazer você acreditar em alguma relação com gelo. Isso é uma falsa premissa. Em vez de continuar propagando este tipo de psicologia, o investigador Skipper mudou o filtro para uma cor mais parecida com a de terra. Lembre-se de que os dados originais são apresentados em escalas de cinza e nenhuma dessas cores devem ser levadas em consideração na hora de analisar as fotos.

Note nessas imagens logo acima outros focos bem representativos. Veja os padrões claramente em “escada” ou “prateleira”, repetindo-se periodicamente em fileiras, dispostas lado-a-lado, formando vários terraços.

Agora preste atenção nas imagens abaixo e veja se encontra alguma semelhança.

http://www.edwardburtynsky.com/ (clique em ‘quarries’ ou ‘pedreiras’)

Serra Pelada, Amazônia, anos 80. Foto por Afonso D. C. Passos

Logo acima temos uma foto de uma pedreira em Portugal, seguida de outra pedreira na Amazônia. Ambos situados aqui na Terra. Alguma semelhança com as evidências de Marte? Acho difícil discordar, dado o padrão geométrico com angulações tão retas. O padrão natural é o fractal, não o reto, geométrico clássico. E apesar de muita poeira e dejetos estarem se acumulando progressivamente sobre o solo, ainda assim o padrão salta aos olhos.

Daí a suspeita de se tratar de um sítio de mineiração marciano, que esteve em operação a muitos e muitos milênios.

Os cientistas estão tendo tanto trabalho em colocar os dados dentro de um padrão lógico, identificando algumas formas de relevo como essas na Bacia Hellas justamente por não conceberem a idéia e efeito de civilizações em Marte ou em quaisquer outros planetas de nosso sistema solar. Eles até podem eventualmente conseguir assimilar a idéia de que lá exista água em forma de gelo. Mas nunca que alguém um dia iria querer garimpá-lo, imaginando também a possibilidade de que o impacto do asteróide gerou um profundo fosso onde água tenha se acumulado com o passar do tempo e lá congelado. Então, para eles, a erosão de alguma forma criou essas formações geométricas. Ha-ha-ha…

Vamos encarar o fato de que se não existe uma maneira segura de se explicar essas formações através de uma ação natural, então conceitos alternativos como atividade civilizatória também não é possível para eles. Aí então acontece que evidências como essas ficam simplesmente inexplicadas e qualquer um que sugerir outra explicação estará claramente fora do controle – um maluco cheio de teorias conspiratórias. Uma vez que estreiteza de visão descerebrada acadêmica seja finalmente arregaçada pela peso progressivamente acumulado de evidências contrárias e não escondidas, haverá então maior flexibilidade e acurácia em futuras análises científicas planetárias.

Em breve, a segunda parte do artigo.

Deixe uma resposta

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s

%d blogueiros gostam disto: