Superbactérias usadas como armas biológicas pelas indústrias farmacêuticas

Agora, neste exato momento, pacientes estão adoencendo e enchendo hospitais na Alemanha e EUA. O que ninguém está perguntando é como uma E. coli pôde, como por mágica, se tornar resistente à oito classes diferentes de antibióticos e depois, de repente, aparecer na comida das pessoas?

Essa variação da E. coli em particular faz parte das cepas O104, as quais normalmente são susceptíveis aos antibióticos em geral. Se uma cepa assim adquiriu tal inacreditável resistência, isso se deve à repetida exposição aos antibióticos, criando uma pressão mutagênica canalizadora de tal imunidade.

Se você está curioso para saber de onde veio essa superbactéria, basta aplicar uma engenharia reversa ao código genético dessa E. coli para poder se saber, acuradamente, a ordem em que as mutações ocorreram. Quando se faz isso, algo fascinante emerge.

O código genético revela sua história

Quando cientistas do Instituto Robert Koch, na alemanha decodificaram o genoma da cepa O104, eles descobriram que ela era resistente aos seguintes antibióticos, incluindo algumas combinações:

– penicilina

– tetraciclina

– ácido nalidíxico

– sulfametoxazol + timetoprima

– amoxicilina+ácido clavulânico

– piperacilina + sulbactam

– piperacilina + tazobactam

E não é só! Elas também possuem uma habilidade típica das chamadas “superbactérias”: capacidade de produzir enzimas especiais denominadas “betalactamases de expectro estendido” (BLEE), o que as fazem resistentes às cefalosporinas, um dos antibióticos mais usados em hospitais mundialmente.

Mais? Essas E. coli possuem 2/dois genes, o TEM-1 e o CTX-M-15, que têm feito médicos estremecerem desde os anos 90: esse tipo de bactéria é tão mortal que muitos pacientes infectados morrem de insuficiência múltipla dos órgãos.

Como criar um microorganismo fatal

Mas então como uma cepa de bactéria com essas características pode vir a existir? Ela é resistente a 8/oito classes de antibióticos e ainda possui 2/dois genes perigosos, mais a capacidade enzimática BLEE!

A única maneira de isso ter acontecido é a contínua exposição da cepa à todas as 8/oito classes de antibióticos. Normalmente isso não é feito ao mesmo tempo, claro: primeiro você tem que expor a cepa à penicilina, encontrar as colônias sobreviventes e depois expô-las à tetraciclina. Agora, as colônias sobreviventes serão resistentes à penicilina e à tetraciclina. Você pega essas colônias e as expõe a outra droga e assim por diante. É um processo de seleção genética feito em laboratório e com um determinado fim. Essa é o método usado em algumas armas biológicas em alguns laboratórios militares.

Apesar do processo ser mais complicado do que o exposto aqui, o objetivo de criar uma bactéria resistente à 8/oito classes de antibióticos requer muito esforço para se conseguir tal feito. As cepas precisam  de repetidas exposições aos antibióticos, sendo virtualmente impossível que isso possa acontecer naturalmente. Neste caso, se uma bactéria é originária de algum alimento, como é que ela pôde ter adquirido essa super resistência se antibióticos não são usados em alimentos?

Considerando essas evidências, é difícil imaginar como é que isso pôde acontecer “por acaso”. Enquanto a resistência a apenas uma classe de antibióticos é comum, a criação de uma E. coli resistente à 8/oito classes combinadas desafia as leis da permutação genética natural. Resultado, essa superbactéria não é natural. Isso nos deixa uma única explicação: essa bactéria veio de algum laboratório.

Criada em laboratório e solta na natureza

Essas evidências apontam para duas hipóteses. Ou o micro-organismo criado por bioengenharia foi colocado de propósito nos alimentos ou eles chegaram aos alimentos por acidente. Se você discorda dessa conclusão – o que você está livre para o fazer –  então temos que chegar à conclusão de que essa bactéria, resistente à 8/oito classes de antibióticos, se desenvolveu sozinha. E isso é uma conclusão ainda mais assustadora do que a explicação laboratorial, porque significaria que superbactérias assim poderiam simplesmente aparecer em qualquer lugar, por acaso, matando várias pessoas. Isso sim seria bizarro.

Mas a conclusão de que ela foi alterada por bioengenharia, em um laboratório, faz mais sentido: esta cepa de E. coli foi alterada geneticamente e colocada nos alimentos com um propósito específico. Mas qual propósito seria esse?

Infelizmente, pode se tratar de um problema-reação-solução em jogo aqui. Primeiro cause um PROBLEMA (uma cepa fatal de E. coli encontrada na comida). Depois espere uma REAÇÃO das pessoas (desespero da população, aterrorizada pela situação). Em resposta à isso, execute a SOLUÇÃO desejada (controle total sobre o suprimento global de alimentos e criminalização de alimentos no seu estado natural).

E este é só resumo do que está acontecendo, claro. O FDA, orgão que controla drogas e alimentos nos EUA, invoca esse mesmo fenômeno – o da contaminação alimentar – enquanto tenta empurrar para nós o “Food Safety Modernization Act” (Ato de Modernização da Segurança Alimentar), no qual essencialmente criminaliza a agropecuária de subsistência nos EUA. Lá, o FDA está acabando com a liberdade agropecuária ao alardear o medo de contaminação alimentar pelas mortíferas cepas de E. coli. Lembre-se de que quando as pessoas estão com medo, é mais fácil que elas concordem com qualquer lei regulatória, o mais tirânica que essa lei possa ser. E fazer com que as pessoas fiquem com medo da sua própria comida é fácil… basta enviar alguns boletins de governo à jornais, revistas e televisões de massa – leia-se “associadas” – e pronto.

Primeiro criminalize os remédios naturais, depois ataque a comida

Ainda, nos EUA, tudo isso está acontecendo junto com a possibilidade de se banir ervas medicinais e suplementos nutricionais. Um banimento que irá criminalizar terapias nutricionais que ajudam as pessoas a permanecerem saudáveis. Agora que todas as ervas medicinais e suplementos estão criminalizados, o próximo passo é fazer as pessoas terem medo da comida orgânica. Isso porque os vegetais frescos são medicinais e enquanto o público tiver o direito de comprar vegetais frescos, o público terá o direito de prevenção própria de doenças.

Mas se você puder fazer com que as pessoas tenham medo do orgânico – ou criminalizá-los até – então você força a população inteira a ter uma dieta restrita à comida processada – comida morta -, que promove doenças degenerativas e engorda somente os bolsos das poderosas companhias farmacêuticas.

Veja bem: tudo isso é parte da mesma agenda. Manter as pessoas doentes, negar a elas o acesso à ervas medicinais e suplementos, então lucrar com o sofrimento a partir de um cartel global de drogas.

Organismos geneticamente modificados (OGMs) têm sua parte neste jogo: eles são desenhados para contaminar os seres humanos com código genético desarmônico.

Dan Winter, pesquisador de física biomolecular e Peter Gariaev, pai da genética ondulatória, já demonstraram que o nosso DNA não só guarda nosso código genético, mas também serve de receptor de informações hiperdimensionais, as quais são responsáveis pela manutenção e integridade do nosso código genético. Eles fazem uma analogia com a música: nosso código genético é uma música e sua integridade se deve a fatores informacionais supraluminais (hiperdimensionais) que regulam a disposição das bases químicas que são adquiridas pela alimentação. OGMs têm sua música interrompida ou contaminada por “ruído” genético quando há a adição de genes artificiais em seus códigos genéticos. Esse ruído é então absorvido pelo nosso organismo quando nos alimentamos de OGMs. A desarmonia genética que se segue pode ser responsável por inúmeras doenças, incluindo as decorrentes de baixa imunidade, como as infecções, doenças degenerativas e até mesmo infertilidade. Todas irão enriquecer as companhias farmacêuticas em troca de “tratamento”.

Recentemente a Espanha também passou pelo “susto” E. coli. Vazamentos do Wikileaks revelaram que a Espanha foi um país resistente à introdução de OGMs no sistema agrícola, mesmo com os EUA ameaçando retaliação política por isso. Podemos admitir que a acusação pelas mortes por E. coli sejam culpa da Espanha é somente a retaliação por sua rejeição em entrar na máfia dos OGMs.

Essa é a história real por trás da devastação econômica que os fazendeiros agrícolas espanhóis têm passado. E isso é apenas uma parte do esquema por trás dessa história de superbactéria.

A comida sendo usada como arma biológica – criação da indústria farmacêutica?

A explicação mais lógica de que essas cepas de E. coli foram criação de engenharia genética veio das próprias gigantes farmacêuticas, que reproduziram o processo em seus próprios laboratórios. Quem mais tem acesso à todos os antibióticos e equipamentos necessários para manipular mutações específicas de potencialmente milhares de colônias de bactérias? As companhias de drogas estão em posição singular de seguir com esse esquema e ainda lucrar com ele. Em outras palavras, eles têm o meio e o motivo para se engajarem em tais ações.

A prova de que alguém criou deliberadamente essas superbactérias está no próprio DNA das mesmas. Isso é evidência forense e o que é revelado não pode ser negado. As cepas passaram por repetidas e prolongadas exposições à 8/oito diferentes classes de antibióticos e depois, de alguma forma, foram parar na comida das pessoas. Como você teria esse resultado, se não através de um esquema muito bem planejado? Esse negócio de “mutação expontânea” em uma forma resistente à 8/oito classes de antibióticos de renome vendidos pelas grandes farmácias hoje simplesmente não existe. Tais mutações só podem acontecer se forem induzidas.

Mais uma vez, se você discorda dessas afirmações, basicamente você está dizendo que NÃO, isso aconteceu por acaso… ou acidentalmente! E ainda mais uma vez, digo que isso é ainda mais assustador! Porque isso significa que a contaminação do meio ambiente por antibióticos é tão extrema que cepas com tal nível de resistência podem ser encontradas naturalmente por aí. Se é isso o que as pessoas acreditam, então é uma teoria talvez ainda mais assutadora que a explicação da bioengenharia!

Uma nova era começa: armas biológicas nos seus alimentos

Mas em qualquer caso – não importa em qual deles você acredita – a simples verdade é a de que o mundo agora encara uma nova era global de superbactérias que não podem ser tratadas com nenhuma droga conhecida. Claro que ainda podem ser mortas por prata coloidal, o que é exatamente o que o FDA e as agências regulatórias de saúde mundiais têm viciosamente atacado todos esses anos: eles não podem permitir que o público coloque suas mãos em antibióticos naturais que realmente funcionem. Veja bem. Isso iria acabar de uma vez com todo o propósito de fazer com que todo mundo fique doente.

Na verdade, essas cepas de E. coli podem ser tratadas prontamente com uma combinação de antibióticos naturais de amplo expectro, como alho, gengibre, cebola e outras ervas medicinais. Além disso, probióticos podem ajudar a balancear a flora do trato gastrointestinal, banindo essas formas mortais não-naturais de bactérias. Um sistema imunológico saudável e um trato gastrointestinal funcional podem lidar com quaisquer infecções, inclusive as causadas por superbactérias. Mas isso é o que a máfia farmacêutica e a de insumos hospitalares não quer que você saiba. Eles preferem que você continue uma vítima indefesa deitada numa cama de hospital, esperando a morte, sem opções alternativas. Isso é a “medicina moderna”, a saúde como um produto como qualquer outro, que você deve comprar continuamente. Ela causa os próprios problemas que pretendem tratar e ainda não vão te ajudar com nada que funcione, em primeiro lugar. Manter você doente é mais lucrativo.

Quase todas as mortes atribuídas a esse surto de E. coli são facilmente e prontamente evitáveis. Essas são mortes por ignorância. Ainda mais, elas podem ser as primeiras mortes de uma nova era de armas biológicas baseadas na alimentação de populações, lançadas ou por um grupo de cientistas malucos ou uma agenda institucional que declarou guerra à humanidade.

O que mais aconteceu nesse surto de E. coli

– 22/vinte e duas fatalidades até agora reportadas, com 2.153/duas mil cento e cinquenta e três pessoas doentes com possível insuficiência renal

– ministro da agricultura alemão disse que apesar de saberem a fonte do surto na Alemanha, eles não estão avisando as pessoas para evitarem comer tomates e alface. Em outras palavras, deixe as pessoas apavoradas!

– a cepa alemã é uma variante da O104, um híbrido que causa diarréia sanguinolenta e insuficiência renal

– um total de 10/dez nações européias reportaram surtos dessa cepa de E. coli sendo que a maioria foi de pessoas que visitaram o norte da Alemanha

este artigo está em alemão e diz que este surto de E. coli pode ter sido um ataque terrorista. Ah, tá! Um ataque terrorista dascompanhias farmacêuticas em cima de pessoas inocentes, nada de mais… nunca aconteceu antes.

Uma resposta to “Superbactérias usadas como armas biológicas pelas indústrias farmacêuticas”

  1. para muda o mudo com os mutante

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