Experiências-de-quase-morte – A conexão extraterrestre

– Texto original aqui.

– Tradução por Hiperdimensão.

O que acontece depois que a gente morre? Se nos focarmos nos aspectos científicos das paradas cardíacas que levam à morte, o que descobrimos? Cientistas tem se focado há décadas para encontrar respostas para essas perguntas. O que eles tem descoberto é surpreendente.

A moderna ciência da ressucitação já faz 50 anos agora. É a ciência de reviver um corpo após a sua morte. Se consiste basicamente em reiniciar os batimentos cardíacos após uma parada. Hoje em dia, 10-20% dos corações que param são restituídos à vida com sucesso. Isso tem dado aos cientistas médicos oportunidades para explorar as experiências de quase morte (EQM).

Os cientistas descobrem que aproximadamente 20% desses indivíduos se lembram de suas EQMs. Por que o restante, os 80% das pessoas ressucitadas, não se lembram da EQM?

Todos aqueles que se lembram de sua EQM descrevem, mais ou menos, as mesmas similares experiências. Em termos de uma medicina estritamente científica, já está realmente provado o fato de que a mente/consciência de fato continua por pelo menos uma hora além da parada cardíaca ou morte objetiva, quando o cérebro tem seu fluxo sanguíneo interrompido.

Aqueles que experimentam uma EQM descrevem uma luz branca. Eles veem seus parentes, especificamente seus pais e outros parentes próximos. Eles veem tuneis e uma rápida reflexão de sua vida e do impacto de suas ações nessa mesma. Sobretudo, essas experiências são agradáveis e as pessoas que retornam da EQM não tem mais o medo da morte e se tornam menos materialistas para o resto de suas vidas.

Atualmente, os cientistas tem explicado todos esses fenômenos em termos de ciências como a física e a medicina. Interessantemente a física plasmática contemporânea descreve a luz branca nas EQMs como um ponteiro de fluxo eletromagnético em uma dimensão mais alta da hiperespaço. Simplesmente colocado, ela é a projeção de nossa própria energia de ponto zero que continua a viver mesmo quando nós estamos na Terra realizando nossa curta jornada da vida. O enlace que esse pessoal faz da vida à morte é o movimento através de um buraco negro em direção ao hiperespaço. O tunel é o tunel de singularidade que vai até o hiperespaço e que nos leva à continuidade da nossa vida em uma civilização hiperespacial à qual pertencemos.

O Dr. Sam Parnia do Centro Médico Weill Cornell, um proeminente pesquisador em EQM, descobriu algo surpreendente. Um garoto de 3 anos de idade teve uma parada cardíaca e experimentou uma EQM. Ele foi trazido de volta à vida, graças aos recentes milagres da ciência médica. Depois do episódio, ele começou a fazer desenhos em que uma luz branca se conectava a ele através de uma cordão. Isso é muito significativo e mostra que nós estamos realmente conectados a essa luz branca (nosso verdadeiro Eu) o tempo todo. Na morte nós apenas nos unimos a esse fluxo de energia. Os parentes que vem nos receber na EQM são guias desse universo paralelo no hiperespaço de onde nós de fato pertencemos. Nossa família, pessoas que nós conhecemos, são todas reais no hiperespaço e continuam a existir eternamente [N. T. – Note aqui o sentido da palavra eternamente. Diferentemente do termo ‘para sempre’, o termo “eterno” tem originalmente um significado atemporal, onde não há sentido nossas representações dimensionais de uma linearidade do tempo com passado, presente e futuro. O termo ‘eterno’, por motivo de má interpretação, acabou se generalizando e se difundindo no linguajar popular como se fosse equivalente ao termo ‘para sempre’. Na verdade, o termo correto que substitui ‘para sempre’ é o termo ‘sempiternamente’, ou seja, aquilo que nunca tem fim, o tempo que se estende ao futuro indefinidamente. Veja o que nos diz Louis Pauwels e Jacques Bergier sobre isso: “Para fazer compreender aos alunos do primeiro ano o que poderia ser o conceito de eternidade, o padre jesuíta de um célebre colégio servia-se da seguinte imagem: ‘Imaginai que a Terra seja de bronze e que uma andorinha, de mil em mil anos, a roce com a sua asa. Quando desta forma a Terra tiver desaparecido, só então começará a eternidade…’ Mas a eternidade não é apenas a infinita extensão do tempo. É diferente da duração. É preciso desconfiarmos das imagens. Servem para transportar a um nível de consciência mais baixo a idéia que não poderia respirar senão noutra altitude e entregam um cadáver no rés-do-chão. As únicas imagens capazes de transportar uma idéia superior são aquelas que criam um estado de surpresa na consciência, de expatriação, próprias para elevar essa consciência até o nível onde vive a idéia em questão, onde é possível captá-la na sua frescura e na sua fôrça. Os ritos mágicos e a verdadeira poesia não tem outra finalidade. Eis por que não procuraremos dar uma ‘imagem’ desse conceito do ponto para além do infinito.”].

O ponto de energia zero se centra na consciência, contínua no hiperespaço, comunicante conosco através desse túnel de singularidade. O vácuo quântico hiperespacial provê a agradável experiência ao permitir que o nível quântico da energia de ponto zero dê um salto a um nível superior.

Os físicos estão intrigados por causa das recentes interpretações matemáticas de uma singularidade em forma de buraco negro. É uma projeção a nível quântico de uma transformação energética de um nível para outro. Essa transformação necessita de uma completa transposição das dimensões tridimensionais espaciais do nosso universo para dimensões mais altas do hiperespaço. Isso exige uma dissociação sistemática da energia quântica num fluxo retrógrado de espaço e tempo. Isso explica o ‘playback’ de vida na EQM.

Como já mencionado, somente 20% dos indivíduos se lembram da EQM. E os outros 80% que são ressucitados?

Médicos pesquisadores acreditam que isso seja devido à uma conexão cerebral tal que as pessoas que se lembram de uma EQM são aquelas que tem todo o fornecimento sanguíneo para o cerébro cortado. De acordo com os pesquisadores, aqueles que se lembram da experiência se comunicam melhor com seus próprios aspectos hiperdimensionais [N. T. – Também chamado de Eu-Superior/Higher-Self]. O fato é que enquanto vivemos neste planeta, nosso Eu-Superior (nosso verdadeiro Eu [N. T. – ou Self][N. T. – No original está escrito ‘shadow projection‘, o que seria uma interpretação bastante errônea e distorcida pelo uso incorreto de dois termos inapropriados. Shadow, ou sombra, normalmente se referem à concepção de Jung de uma instância da personalidade, inconsciente e reprimida, frequentemente repudiada pela pessoa, que tende comumente a projetar essa sombra sobre o outro. É o famoso dito ‘vemos nos outros o que não conseguimos ver em nós mesmos’. Já o termo ‘projection’, ou projeção, se referindo ao verdadeiro aspecto de nós mesmos, o nosso Eu-Superior é totalmente contraditório, pois se esse Eu-Superior é a fonte real da nossa existência, somos nós então, na tridimensionalidade, uma projeção desse verdadeiro Eu, assim como um cubo tridimensional projeta uma figura bidimensional sobre uma superfície, sendo o cubo hiperdimensional em relação à sua projeção]  continua sua jornada em uma civilização extraterrestre baseada no hiperespaço. Esse é o motivo pelo qual alguns de nós se lembram melhor dos sonhos do que outros. A comunicação com nosso Eu-Superior [N. T. – no original, shadow projection] em dimensões mais altas também explica o fenômeno do poder da vontade, da intuição, das experiências-fora-do-corpo, do poder de cura etc.

O paranormal na verdade é o normal se você decide olhar além dos aparentes obstáculos e limitações de nossa ciência ainda em evolução.

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