Cuidado com o divino

 

Stanton Friedman, físico nuclear, foi o original investigador civil do famoso caso Roswell (sim, um OVNI realmente caiu lá – não há mais dúvidas sobre o assunto; se duvida, pesquise) nos diz em conferência ‘Contato: aprendendo com o espaço sideral’:

“Ao longo dos últimos 43 anos eu fiz mais de 700 apresentações ilustrando o assunto ‘Discos Voadores São Reais’ (…). Eu lido com os vários aspectos do fenômeno OVNI (…). Eu posso lhes dar minhas conclusões. A primeira é de que as evidências são esmagadoras. A TERRA ESTÁ SENDO VISITADA POR ESPAÇONAVES CONTROLADAS POR INTELIGÊNCIAS EXTRATERRESTRES. Alguns dos ditos objetos voadores não-identificados são naves alienígenas. A maioria não o é. Eu não ligo sobre estes. Algumas pessoas dentro dos grandes governos sabem, na maior parte do tempo, que alguns desses OVNIs são espaçonaves alienígenas. Infelizmente, o que sai disso é que a nossa civilização não é a mais avançada que existe na local vizinhança galáctica. Mas, em termos dessa conferência, nós podemos dizer que existe muita inovação [tecnológica] que nós ainda não alcançamos.”

Friedman nos diz que “O progresso tecnológico vem quando fazemos as coisas de uma maneira diferente e de maneiras inusitadas. O futuro não é uma extrapolação do passado. Há uma necessidade de mudança.”

Pra ilustrar esses dizeres, ele nos diz que ao longo do século passado, a humanidade se tornou cada vez melhor em matar. Na Segunda Grande Guerra, o homem contruiu a bomba EB, com poder destrutivo equivalente a 10 toneladas de TNT. Em 1945, a bomba atômica equivalia a 15.000 tons de TNT. Em 1952, a bomba de hidrogênio tinha o poder de 10 milhões de toneladas de TNT. Hoje, temos armas capazes de produzir 57 milhões.

Qual o fim disto? Pra quê? É esse o futuro? Criar armas cada vez mais destruidoras?

Nós investimos uma quantidade absurda de dinheiro em armamentos militares, enquanto questões de saúde, por exemplo, permanecem ainda não resolvidas.

Segue: “Alguém deve adivinhar o que nossos visitantes pensam a respeito dessa nossa sociedade: boa em matar. (…) Vou lhes dar algo em que pensar. O lugar possivelmente mais provável de onde nossos visitantes são originários é de uma das duas estrelas mais próximas à nossa, 39 anos-luz daqui – é logo ali no fim da rua. Acontece que essas duas estrelas, parecidas com o Sol, estão distantes entre si apenas um oitavo de ano-luz. Elas estão 30 vezes mais perto uma da outra do que nosso Sol está de uma delas. Elas são um bilhão de anos mais velhas do que o Sol. Elas [essas possíveis  civiliações] tiveram muito tempo e muito incentivo para desenvolver meios de se viajar entre essas estrelas. E mesmo que estejam somente 500 anos à nossa frente, pense em que maravilhosas tecnologias eles terão. Por que eles não falam conosco? Eu não falo com os esquilos no meu quintal.”

Pense nisso. Nós não somos o topo da ‘criação’. Nós não somos o top ten da existência biológica. Da mesma maneira que nos vemos superiores ao chimpanzé, por exemplo, com certeza existem seres que nos veem com mesmos olhos. São seres ditos ‘divinos’, os quais nossos antepassados os confundiram com deuses. Mas cuidado com o termo! Isso não significa que são seres benevolentes.

Realmente! Vivemos novos tempos. Até o divino já não é mais o mesmo.

Deixe uma resposta

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s

%d blogueiros gostam disto: