A cura do câncer existe e é real

A cura para o câncer, de fato, já é conhecida e documentada há quase um século. E não estou falando de quimioterapia (veneno), nem de radiação.

Desde Max Gerson, o médico alemão que desenvolveu a terapia que leva seu nome, pelo menos outras duas terapias curativas existem: os antineoplastons do Dr. Burzynsky e a maconha, crua, em sua forma natural não-queimada.

A terapia de Gerson

A terapia de Gerson consiste basicamente em tentar eliminar do organismo qualquer tipo de substância tóxica e prejudicial, prevenindo uma sobrecarga fisiológica do sistema imune na tentativa de eliminar e neutralizar os agentes poluentes do nosso meio orgânico corporal.

Isso é feito evitando-se qualquer forma de alimento processado, como farinha e açúcar refinados, que passam por vários processos químicos para se tornarem brancos e de aspecto “puro”. Evita-se também a ingestão de agrotóxicos; portanto, só é permitido alimentos orgânicos.

Ao dizer que o solo é responsável por nosso metabolismo externo, o Dr. Max Gerson brilhantemente nos traz com essa analogia a visão de mundo que evoca Gaia, a idéia de que o planeta Terra é um só organismo vivo do qual somos apenas uma parte desse todo.

Pensando assim, o Dr. Gerson institui uma alimentação em que o máximo de nutrientes em sua forma in natura deve ser ingerido, aumentando assim as chances de conseguir uma quantidade mínima de certas substâncias que seriam impossíveis de absorver apenas pela mastigação. Isso é feito com uma prensa, que extrai o suco de aproximadamente 10 kilos de vegetais variados e esse extrato será tomado ao longo do dia, juntamente com as refeições naturais compostas de vegetais, folhas, frutas, grãos e tudo o mais que for natural e livre de toxinas.

Sua neta, Charlotte Gerson, possui uma clinica no México. Há outras clínicas espalhadas pelo mundo que, usando o método desenvolvido por Gerson, tratam não só o câncer, mas também doenças cardiovasculares e autoimunes com sucesso.

Assista e divulgue os documentários “Morrendo por não saber” e “O milagre de Gerson“:

Amigdalina

A partir de 1974, o ativista político e autor do livro World Without Cancer – The Story of Vitamin B17, G. Edward Griffin passa a advocar em favor de uma substância conhecida por amigdalina, não oficialmente reconhecida como vitamina B17.

Sua proposta é parecida com a de Gerson e afirma que o câncer na verdade é uma doença gerada por uma deficiência nutricional. Assim como a falta de cada vitamina causa uma doença, como por exemplo a falta de vitamina C causa escorbuto; de vitamina B12, anemia e problemas neurológicos; vitamina E, esterelidade, e assim por diante, a deficiência de vitamina B17/amigdalina causa câncer.

No mesmo ano, o Dr. John A. Richardson, começou a curar pacientes com câncer usando um método similar ao de Gerson. Mas ao invés dos sucos, o Dr. Richardson passou a usar suplementos vitamínicos e altas de doses de amigdalina. O resultado inacreditável pode ser conferido em seu livro de descrição de casos Laetrile Case Histories: The Richardson Cancer Clinic Experience.

Antineoplastons

Os antineoplastons são uma categoria de substâncias não-tóxicas, peptídicas, descobertas pelo médico polonês Stanislaw Burzynsky. Ele percebeu que havia uma substância ainda não mapeada na urina de pessoas sem câncer e que nas pessoas com câncer, essa substância faltava. Ele fez a descoberta enquanto trabalhava em sua tese de doutorado.

Um tipo de câncer chamado glioma do tronco cerebral que nunca antes tinha sido curado num ensaio clínico controlado  foi curado pela primeira vez na história da medicina usando antineoplastons. Foram dezenas de casos similares.

Assista e divulgue o documentário Burzynsky – O câncer é um grande negócio:

Maconha

A maconha, por si, é um capítulo à parte na história das substâncias lendárias e controversas. Com a crescente apaziguação do preconceito, inclusive pelos profissionais da saúde, mais luz é jogada no conhecimento das propriedades benéficas (eu diria milagrosas) da planta que cresceria por aí com a mesma facilidade que capim – se não fosse proibida.

A quantidade de trabalhos publicados a cada ano cresce de maneira espantosa. Entre eles, um  estudo publicado na revista “Nature Reviews-Cancer” fornece, além dos detalhes, uma explicação histórica sobre como o THC e os canabinóides naturais combatem o câncer, mas preservam as células normais.

Um outro estudo, de Manuel Guzmán de Madrid, Espanha, descobriu que os canabinóides, os componentes ativos da maconha, inibem o crescimento de tumores em animais de laboratório. Eles fazem isso através da modulação das principais vias de sinalização celular, induzindo a parada do crescimento e morte de células tumorais, bem como inibindo o crescimento de vasos sanguíneos que alimentam o tumor.

O estudo de Guzman é muito importante, de acordo com o Dr. Ethan Russo, um neurologista e autoridade mundial sobre a Cannabis medicinal: “O câncer ocorre porque as células se tornam imortais, pois elas não prestam mais atenção aos sinais normais de desligar o crescimento. Uma função normal de remodelação no corpo exige que as células morram sob controle. Esta é a chamada apoptose, ou morte celular programada. Esse processo deixa de funcionar em tumores. O THC promove o seu reaparecimento, para que os gliomas, leucemias, melanomas e outros tipos de células, com efeito, fiquem atentas aos sinais, parem de se dividir, e morram. “

Mas, isso não é tudo“, explica Dr. Russo: “A outra forma que os tumores crescem é garantindo que estes sejam alimentadas: eles enviam sinais para promover a angiogênese, o crescimento de novos vasos sanguíneos. Os canabinóides também desligam esses sinais. É verdadeiramente incrível, e elegante.”

Em outras palavras, este artigo explica diversas maneiras em que os canabinóides podem ser utilizados para combater o câncer, e, como diz o artigo, “Os canabinóides são geralmente bem tolerados, e não produzem os efeitos tóxicos das quimioterapias convencionais.

Um outro estudo mais recente, demonstrou os benefícios da utilização da Cannabis no combate ao câncer de fígado. Os pesquisadores descobriram em seus estudos que a Cannabis promove a inibição do crescimento de células cancerígenas.

E em um terceiro estudo, publicado em 2009 por pesquisadores da Suíça, descobriram que “os efeitos anti-tumorais mediados pelos canabinóides não estão limitados a inibição da proliferação de células cancerígenas, mas os canabinóides também reduzem a angiogênese, a migração celular e metástase, inibem a carcinogênese e atenuam os processos inflamatórios.”

Lembre-se que os efeitos benéficos advém da maconha consumida in natura, ou seja, crua, não-queimada.

As questões

Por que esse conhecimento não é divulgado? Por que não ensinam isso nas escolas de medicina?

Normalmente, qualquer história que sequer sugira a possibilidade de um novo tratamento para o câncer é saudada com manchetes sobre a “cura do câncer”, quão remota e improvável seja. Mas se métodos “fora do esquema” corporativo estiverem envolvidos, quem dera a – fale baixo… – maconha, não esperem nenhuma cobertura da mídia, já que os editores tradicionais vêm silenciosamente matando esta história desde sempre.

E isso é porque Doença dá lucro. É muito mais lucrativo tratar pra sempre com remédio feito do petróleo do que curar rapidamente, ainda mais com substâncias naturais, impatenteáveis.

- agradeço a colaboração de www.anovaordemmundial.com e caminhoalternativo.wordpress.com

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